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cid s521
CID-10

Fratura do rádio distal com ou sem desvio

Fratura de rádio distal

Resumo

Fratura do rádio distal: dor, inchaço e dificuldade; RX confirma; tratamento varia por caso.

Identificação

Código Principal
S521
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura do rádio distal com ou sem desvio, conforme terminologia OMS para fraturas dos membros
Nome em Inglês
Distal radius fracture
Outros Nomes
Fratura do rádio distal • Fratura do antebraço radial distal • Fratura com desvio de rádio • Fraturas de rádio distal (S521)
Siglas Comuns
FRD Rádio distal S521FRD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Fraturas do aparelho locomotor
Categoria Principal
Fraturas
Subcategoria
Fratura distal do rádio
Tipo de Condição
lesao
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam alta incidência de fraturas de rádio distal, especialmente em trauma e osteoporose.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam; fraturas de rádio distal comuns em adultos ativos.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Proporção variável; homens em traumas, mulheres idosas mais afetadas
Grupos de Risco
Trauma de alto impacto Osteoporose Idade avançada Queda de altura Uso de corticosteroides
Tendência Temporal
Estável com leve queda em alguns grupos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma de queda sobre a mão ou punho com força, podendo envolver desvio
Mecanismo Fisiopatológico
Impacto violento rompe a cortical do rádio distal com desvio de fragmentos e lesões de tecidos moles
Fatores de Risco
Idade avançada Osteoporose Queda de altura Uso de corticosteroides Sedentarismo Baixa densidade óssea
Fatores de Proteção
Densidade óssea adequada Exercícios de resistência Vitamina D e cálcio Ambientes domésticos seguros
Componente Genético
null

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor súbita no punho com possível deformidade e inchaço
Sintomas Frequentes
Dor intensa no punho/antebraço
Inchaço local
Dor à movimentação
Deformidade visível em fraturas graves
Crepitação ao toque
Dificuldade de segurar objetos
Sinais de Alerta
  • Perda de pulso distal
  • Sensação de formigamento/extremidades frias
  • Dor que piora com movimento
  • Comprometimento neurológico
  • Sangramento abundante se houver cirurgia
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste e pode ocorrer desvio e limitação de movimentos
Complicações Possíveis
Rigidez do punho Malconsolidação Deformidade residual Lesão nervosa permanente Infecção (em cirurgia)

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma + exame físico + confirmação por RX do rádio distal.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR quando houver lesão associada Avaliação de sangramento Perfil metabólico se cirurgia
Exames de Imagem
Raio-X do antebraço em dois planos Raio-X com estudo de desvio TC em desvio complexo RM para tecidos moles
Diagnóstico Diferencial
  • Entorse de punho
  • Fratura do cúbito
  • Lesões de ligamentos do punho
  • Fratura de carpo
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico rápido em urgência, com avaliação clínica e imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilizar a região, avaliação neurovascular, decisão entre redução fechada ou cirurgia conforme desvio
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização
2 Redução fechada
3 Cirurgia de fixação interna ou externa
4 Terapia física
5 Controle da dor
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Anestesiologia Radiologia Fisioterapia Reabilitação
Tempo de Tratamento
Consolidação geralmente 6-12 semanas, variando com idade
Acompanhamento
Acompanhamento periódico para monitorar consolidação e função

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa com tratamento adequado; maioria recupera função próxima do normal
Fatores de Bom Prognóstico
  • Idade jovem
  • Fratura bem reduzida
  • Consolidação precoce
  • Boa adesão à reabilitação
Fatores de Mau Prognóstico
  • Deslocamento grave
  • Osteoporose avançada
  • Desfecho patológico
  • Complicações cirúrgicas
Qualidade de Vida
Pode melhorar significativamente com tratamento adequado e reabilitação

Prevenção

Prevenção Primária
Manter densidade óssea, evitar quedas, usar proteção ao praticar esportes
Medidas Preventivas
Exercícios de equilíbrio
Dieta com cálcio e vitamina D
Hábito de atividade física
Ambiente seguro em casa
Proteção para atividades de alto risco
Rastreamento
Avaliação de osteoporose para prevenir fraturas futuras

Dados no Brasil

Varia por região; hospitalizações por fratura de punho.
Internações/Ano
Baixos; falha de fratura rara como causa de morte.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em grandes centros; variação com idade.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam fratura do rádio distal?
Dor súbita, inchaço, deformidade ou incapacidade de mover o punho; confirme com RX.
2 É preciso cirurgia sempre?
Nem sempre; muitos casos curam com imobilização ou redução sem cirurgia.
3 Quanto tempo leva para recuperar?
Geralmente 6 a 12 semanas para consolidação, com fisioterapia posterior.
4 Como prevenir novas fraturas?
Densidade óssea estável, exercícios de equilíbrio, evitar quedas e acompanhar com ortopedista.
5 Quais atividades evitar na recuperação?
Evitar cargas pesadas e esportes de alto impacto até liberação médica.

Mitos e Verdades

Mito

todas as fraturas exigem cirurgia.

Verdade

muitas fraturas curam com imobilização e redução.

Mito

apenas idosos quebram o rádio.

Verdade

jovens também sofrem fraturas com trauma intenso.

Mito

cirurgia atrasa a recuperação.

Verdade

cirurgia adequada pode facilitar alinhamento e função.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento ou ortopedia local; na dúvida, vá à emergência.
Especialista Indicado
Ortopedista ou especialista em trauma
Quando Procurar Emergência
Sinais de urgência: dor intensa, deformidade, ou pulso ausente.
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 Central de Atendimento Assistência Social local

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.