Fratura de antebraço distal
Fratura de antebraço
Resumo
Fratura de antebraço ocorre após trauma; diagnóstico por raio-X; tratamento varia
Identificação
- Código Principal
- S52.5
- Versão CID
- CID-11
- Nome Oficial
- Fraturas do rádio distal e da ulna distal
- Nome em Inglês
- Distal forearm fracture
- Outros Nomes
- Fratura do rádio distal • Fratura de rádio distal • Fratura de ulna distal • Fratura de antebraço distal • Fratura rádio/ulna distais
- Siglas Comuns
- FA dist R-U distal FR-antebraço
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XVII - Doenças do sistema osteomuscular
- Categoria Principal
- Fraturas do antebraço
- Subcategoria
- Rádio distal/Ulna distal
- Tipo de Condição
- lesao
- Natureza
- aguda
- Gravidade Geral
- moderada
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Fraturas de antebraço são comuns em traumas de extremidade superior, com variações por idade.
- Prevalência no Brasil
- Comuns entre adultos jovens e idosos; dados nacionais variam por região.
- Faixa Etária Principal
- Adultos jovens a meia-idade
- Distribuição por Sexo
- Pico similar entre homens e mulheres, com leve predomínio masculino em jovens
- Grupos de Risco
- Quedas em idosos Esportes de contato Trauma de veículo Osteoporose Uso de corticóides
- Tendência Temporal
- Número estável na última década
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Trauma mecânico por queda ou impacto no antebraço
- Mecanismo Fisiopatológico
- Força atua no osso, podendo gerar desvio ou fragmentos
- Fatores de Risco
- Quedas frequentes Osteoporose Uso prolongado de corticosteroides Baixa densidade óssea Idade avançada Histórico de fraturas
- Fatores de Proteção
- Proteção esportiva Densidade óssea adequada Calcio/Vitamina D Reabilitação precoce
- Componente Genético
- Genética influencia densidade óssea e reparo
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor súbita no antebraço com incapacidade de uso
- Sintomas Frequentes
-
EdemaEquimosesDor à palpaçãoLimitação de movimentosDeformidade visívelCrepitação
- Sinais de Alerta
-
- Dor intensa progressiva
- Perda de pulso distal
- Pouca perfusão
- Ferimento exposto
- Neurossinais comprometidos
- Evolução Natural
- Sem tratamento, pode evoluir com deformidade e dor crônica
- Complicações Possíveis
- Deformidade permanente Rigidez articular Artrite pós-traumática Necrose avascular rara Infecção de fratura exposta
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História de trauma + exame físico + raio-X confirmam fratura e alinhamento
- Exames Laboratoriais
- Hemograma PCR Vitamina D Calcio sérico Inflamação em caso de osteomielite
- Exames de Imagem
- Raio-X antebraço AP/Lateral Tomografia se desvio RM para tecidos moles se necessário Angio se suspeita vasculatura
- Diagnóstico Diferencial
-
- Entorse de punho
- Luxação de punho/o ombro
- Lesão de ligamento do punho
- Fratura de ulna proximal
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Habitualmente imediato com raio-X inicial
Tratamento
- Abordagem Geral
- Imobilização adequada, avaliação multidisciplinar e reabilitação precoce
- Modalidades de Tratamento
-
1 Imobilização com gesso ou órtese2 Redução fechada3 Cirurgia com fixação interna4 Terapia física5 Controle da dor
- Especialidades Envolvidas
- Ortopedia Radiologia Fisioterapia Anestesiologia Enfermagem
- Tempo de Tratamento
- Semelhante a 4 a 12 semanas, conforme desvio
- Acompanhamento
- Consultas periódicas para monitorar alinhamento e ROM
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Perspectiva positiva com tratamento adequado e reabilitação
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Alinhamento estável
- Baixa comorbidade
- Idade jovem
- Acesso a fisioterapia
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Desvio significativo
- Fratura exposta
- Osteoporose avançada
- Vascularização comprometida
- Qualidade de Vida
- Melhora com imobilização adequada, reabilitação e suporte
Prevenção
- Prevenção Primária
- Proteção adequada durante esportes; terreno seguro; técnica de quedas
- Medidas Preventivas
-
Proteção esportivaFortalecimento muscularDensidade ósseaCalçados adequadosAmbiente seguro
- Rastreamento
- Densitometria para osteoporose se houver risco
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
todas fraturas precisam cirurgia
muitas curam com imobilização e acompanhamento
dor aponta má cicatrização
dor pode ser inflamação transitória; avalie
atividades leves atrapalham cura
atividades guiadas ajudam recuperação
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure ortopedista ou pronto atendimento em caso de deformidade
- Especialista Indicado
- Ortopedista
- Quando Procurar Emergência
- Dor intensa, deformidade, ferimento exposto ou pulso distal ausente
- Linhas de Apoio
- Disque-SUS 136 SAMU 192 Centro de reabilitação regional
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.