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cid s51
CID-11

Lesão de antebraço

Machucaduras no antebraço

Resumo

Resumo: trauma no antebraço exige avaliação clínica e muitas vezes imagem; tratamento varia com lesão.

Identificação

Código Principal
S51
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Injury of forearm
Nome em Inglês
Forearm Injury
Outros Nomes
Lesão de antebraço • Trauma de antebraço • Ferimento de antebraço • Machucão de antebraço • Ferimento de antebraço
Siglas Comuns
S51 S51.0 S51.1

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Traumatismos, envenenamentos e outras causas externas
Categoria Principal
Traumatismos de membros superiores
Subcategoria
Ferimento/Fratura/Entorse do antebraço
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais não centralizam cifra única; prevalência varia conforme atividade e acidentes.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais mostram variações regionais com frequência maior em atividades de risco.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e meia idade
Distribuição por Sexo
Predominância masculina moderada
Grupos de Risco
Quedas Atividade esportiva de contato Mobilidade reduzida Trânsito Trabalho
Tendência Temporal
Aumentos regionais ligados ao urbanismo e lazer; tendência variada.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma externo resultando em lesões do antebraço por queda, golpe ou esmagamento
Mecanismo Fisiopatológico
Lesão por compressão, corte, perfuração ou torção rompe pele, músculos, nervos e vasos
Fatores de Risco
Quedas Esportes de contato Mobilidade reduzida Condução/ trânsito Ambiente de trabalho
Fatores de Proteção
Uso de EPIs Normas de segurança Primeiros socorros adequados Treinamento em quedas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda no antebraço com limitação de movimento
Sintomas Frequentes
dor local
inchaço
hematoma
dor ao toque
limitação de movimento
sensibilidade na pele
Sinais de Alerta
  • dor intensa persistente
  • edema grave
  • perda de pulso distal
  • deformidade evidente
  • parestesias progressivas
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste e pode haver rigidez
Complicações Possíveis
Infecção de ferida Lesão nervosa Lesão vascular Dor crônica Rigidez

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma com exame sensível; confirmação por imagem.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicose Coagulograma PCR Creatinina
Exames de Imagem
Raio-X de antebraço TC/RM se indicado Ultrassom Doppler Angio-TC se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Fratura distal
  • Luxação de punho
  • Entorse de punho
  • Infecção de ferida
  • Tendinopatia
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com gravidade; imagem acelera confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem foca dor, imobilização adequada e avaliação de lesões associadas.
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização
2 Cirurgia quando necessário
3 Fisioterapia
4 Cuidados com feridas
5 Controle da dor
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Radiologia Fisioterapia Enfermagem Anestesiologia
Tempo de Tratamento
Varia conforme lesão; 2-6 semanas de imobilização comum
Acompanhamento
Acompanhamento com reavaliação clínica e imagens no tempo adequado

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente boa com manejo adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Dor bem controlada
  • Imobilização eficaz
  • Reabilitação precoce
  • Ausência de complicações graves
Fatores de Mau Prognóstico
  • Infecção
  • Necrose de tecido
  • Lesão vascular
  • Fraturas complexas
Qualidade de Vida
Variável; reabilitação adequada melhora o retorno às atividades

Prevenção

Prevenção Primária
Uso de EPIs, treino de quedas e segurança no trânsito
Medidas Preventivas
Proteção de antebraço
Calçados adequados
Superfícies seguras
Técnicas de queda
Primeiros socorros adequados
Rastreamento
Não existe rastreamento específico; avaliação após trauma

Dados no Brasil

Depende da gravidade; média anual organizada por serviços.
Internações/Ano
Mortalidade baixa em traumas simples; maior em feridas graves.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em áreas urbanas; acesso varia por região.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam necessidade de pronto-socorro?
Dor forte, deformidade, pulso distal ausente, dormência ou ferimento profundo.
2 Posso tratar em casa ferimentos leves?
Tratamento básico com limpeza, curativo e analgesia; piora precisa avaliação.
3 Quando cirurgia é indicada?
Fraturas com deslocamento, feridas profundas ou dano nervoso costumam exigir avaliação cirúrgica.
4 Como prevenir sequelas?
Imobilização adequada e reabilitação precoce reduzem riscos de limitações.
5 Qual o tempo de recuperação típico?
Depende da lesão; fraturas simples alguns semanas; feridas graves mais tempo.

Mitos e Verdades

Mito

todas as fraturas exigem cirurgia.

Verdade

muitas curam com imobilização correta.

Mito

dor no antebraço sempre é grave.

Verdade

pode ter bom prognóstico com manejo adequado.

Mito

repouso total acelera cura.

Verdade

mobilização gradual favorece recuperação.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento rápido em trauma grave, deformidade ou dor intensa
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Deformidade, pulso distal ausente, dor que não cessa
Linhas de Apoio
SUS: 136 SAMU: 192 Central de Regulação

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.