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cid s300
CID-10

Lesão de pescoço não especificada

Ferimento no pescoço não especificado

Resumo

Resumo: trauma de pescoço não especificado com evolução variável

Identificação

Código Principal
S300
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Lesão não especificada da região cervical
Nome em Inglês
Neck injury, unspecified
Outros Nomes
Trauma cervical não especificado • Lesão cervical inespecificada • Ferimento pescoço indeterminado • Lesão regional do pescoço
Siglas Comuns
S300 ICD-10 S30 Trauma cervical

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Traumatismos da região cervical
Categoria Principal
Trauma cervical
Subcategoria
Lesão não especificada
Tipo de Condição
lesao
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam traumas cervicais em traumas menores a moderados
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; Brasil observa variações por acidente de trânsito
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e adolescentes ativos
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Acidentes de trânsito Quedas em casa Esportes de contato Trabalho industrial Violência física
Tendência Temporal
Tendência estável com avanços em prevenção

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma mecânico ao pescoço, decorrente de acidente ou agressão
Mecanismo Fisiopatológico
Trauma pode comprimir, cortar ou hiperestender pescoço, danificando tecidos cervicais
Fatores de Risco
Acidentes de trânsito Quedas Prática esportiva de contato Ambiente de trabalho inseguro Uso de álcool
Fatores de Proteção
Proteção adequada Educação em segurança Treinamento de manejo de trauma Segurança no trânsito

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no pescoço com limitacao de movimento
Sintomas Frequentes
Dor localizada
Rigidez cervical
Dor que irradia ao ombro
Dificuldade de rotação
Hematoma local
Inchaço leve
Sinais de Alerta
  • Dor extrema com deformidade
  • Dificuldade respiratória
  • Perda de sensibilidade nos braços
  • Fraqueza súbita
  • Instabilidade de pescoço
Evolução Natural
Sem tratamento pode evoluir com dor crônica e restrição
Complicações Possíveis
Infecção local Compressao neural Lesão vascular Dispneia por edema Dor persistente

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica mais imagens conforme necessidade
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Eletrólitos Função renal Gasometria
Exames de Imagem
Radiografia cervical TC pescoço RM cervical Ultrassom de tecidos moles
Diagnóstico Diferencial
  • Contusão leve da região cervical
  • Entorse cervical
  • Fratura de clavícula
  • Hernia de disco cervical
  • TCE com trauma cervical
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com gravidade e disponibilidade de imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação inicial, controle de dor, imobilização e encaminhamentos
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização
2 Fisioterapia inicial
3 Cirurgia quando indicada
4 Reabilitação sequencial
5 Cuidados com vias aéreas
Especialidades Envolvidas
Clinico geral Ortopedia Traumatologia Fisioterapia Emergência
Tempo de Tratamento
Varia com gravidade; semanas a meses
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 2-6 semanas, reavaliação de mobilidade

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com manejo adequado; alguns ficam com dor persistente
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta adequada ao tratamento
  • Baixa comorbidade
  • Boa mobilidade prévia
  • Acesso rápido a serviços
Fatores de Mau Prognóstico
  • Trauma grave
  • Lesões associadas
  • Idade avançada
  • Dependência de suporte
Qualidade de Vida
Impacto moderado na vida diária, com reabilitação possível

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção adequada, uso de cinto e proteção cervical em esportes
Medidas Preventivas
Proteção esportiva
Trânsito seguro
Treinamento de primeiros socorros
Reforço de Ergonomia no trabalho
Campanhas de segurança
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Internações por traumas cervicais variam; dados nacionais limitados
Internações/Ano
Mortalidade baixa com atendimento rápido
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em áreas com alta trafegabilidade e urbanização

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam gravidade após trauma no pescoço?
Dificuldade respiratória, fala prejudicada, fraqueza, dormência ou deformidade requerem avaliação
2 É possível voltar ao esporte logo após lesão cervical?
Retorno depende de avaliação, imobilização adequada e reabilitação
3 Como é feito o diagnóstico?
Ao exame clínico seguem-se imagens como radiografia, TC ou RM conforme necessidade
4 Quais são as opções de tratamento?
Plano envolve imobilização, manejo da dor e reabilitação; cirurgia apenas se indicada
5 Há formas de prevenção?
Proteção, treino seguro, redução de riscos e educação contínua reduzem ocorrências

Mitos e Verdades

Mito

pescoço pode ser movido sem avaliação após trauma

Verdade

Varia; avaliação médica e proteção adequada são recomendadas

Mito

todos traumas cervicais são graves

Verdade

Muitos são leves; gravidade determina-se na avaliação

Mito

exames sempre mostram lesão

Verdade

Lesões podem ficar ocultas; monitoramento é essencial

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento após trauma de pescoço
Especialista Indicado
Ortopedista ou Traumatologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, piora da dor, deformidade
Linhas de Apoio
Disque 100 SUS 136 Central de trauma local

CIDs Relacionados

S301 S302 S303 S304 S305

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.