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cid s 525
CID-10

Fratura distal do rádio

Fratura do rádio distal

Resumo

Fratura distal do rádio = quebre perto do punho; geralmente melhora com gesso e treino.

Identificação

Código Principal
S52.5
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura distal do rádio, com ou sem desvio, envolvendo a extremidade distal do antebraço
Nome em Inglês
Distal Radius Fracture
Outros Nomes
Fratura distal do rádio • Fratura da extremidade distal do rádio • Fratura distal do raio • Fratura rádio distal
Siglas Comuns
DRF RF distal Fr. rádio distal

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Lesões do sistema musculoesquelético e tegumentar
Categoria Principal
Fraturas do antebraço
Subcategoria
Fratura distal do rádio
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Fraturas distais do rádio afetam adultos e idosos, com maior peso na osteoporose.
Prevalência no Brasil
Maior frequência entre idosos; queda em casa é causa comum.
Faixa Etária Principal
Idade avançada, mulheres predominam
Distribuição por Sexo
Maior incidência em mulheres acima de 60
Grupos de Risco
Osteoporose Queda em idosos Uso de corticoides Fraqueza muscular Ambiente doméstico inseguro
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento populacional; prevenção é chave

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma mecânico por queda ou impacto
Mecanismo Fisiopatológico
Força excedente a resistência óssea causa fratura ao raio distal
Fatores de Risco
Idade avançada Osteoporose Uso de corticoides Queda em casa Baixa atividade física Sexo feminino
Fatores de Proteção
Exercícios de impacto moderado Densidade óssea estável Suplementação de cálcio/vit D Ambiente seguro
Componente Genético
Contribuição genética afeta densidade mineral óssea

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda no punho após trauma
Sintomas Frequentes
Dor
Inchaço
Deformidade visível
Sensibilidade ao toque
Dificuldade de movimento
Hematoma
Sinais de Alerta
  • Dor intensa com deformidade
  • Pulsos fracos
  • Dedos com pouco sangramento
  • Sinais de isquemia
  • Dormência persistente
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste, desalinhamento pode aumentar
Complicações Possíveis
Rigidez do punho Pseudoartrose Artrite precoce Alinhamento inadequado Dor crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma + exame + radiografias confirmam a fratura
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR se suspeita de lesão associada Vitamina D se osteoporose Calcio sérico opcional
Exames de Imagem
Radiografia punho/antebraço AP e lateral Radiografia adicionais conforme necessidade Tomografia se dúvidas de desvio
Diagnóstico Diferencial
  • Luxação de punho
  • Fratura de outro osso do antebraço
  • Lesões de ligamentos do punho
  • Fraturas por estresse
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a poucos dias, conforme acesso a imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilização adequada, alívio da dor e reabilitação funcional
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com gesso/tala
2 Redução fechada se estável
3 Cirurgia com fixação
4 Fisioterapia
5 Cuidados de feridas
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Anestesiologia Reabilitação
Tempo de Tratamento
Aproximadamente 4-12 semanas, conforme gravidade
Acompanhamento
Consultas regulares com radiologia e fisioterapia

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa recuperação com tratamento adequado e reabilitação
Fatores de Bom Prognóstico
  • Imobilização estável
  • Adesão à fisioterapia
  • Ausência de desvio severo
  • Osteoporose bem gerida
Fatores de Mau Prognóstico
  • Desvio significativo
  • Idade muito avançada com osteoporose
  • Atraso no diagnóstico
  • Desfecho cirúrgico complicado
Qualidade de Vida
Melhora com reabilitação; mobilidade e dor influenciam atividades

Prevenção

Prevenção Primária
Manter densidade óssea e evitar quedas em casa
Medidas Preventivas
Exercícios de equilíbrio
Cálcio/vitamina D
Ambiente doméstico seguro
Proteção ao praticar esportes
Hidratação adequada
Rastreamento
Avaliação de densidade óssea quando indicado

Dados no Brasil

Média anual depende de hospital; valor regional
Internações/Ano
Óbito relacionado é improvável em fratura isolada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste e Sul registram maior incidência em idosos

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais de fratura distal do rádio?
Dor intensa, inchaço, deformidade e dificuldade de movimento.
2 Precisa cirurgia sempre?
Não; depende do desalinhamento, estabilidade e idade.
3 Como é feito o diagnóstico?
Radiografias confirmam a fratura.
4 Como funciona a recuperação?
Imobilização seguida de fisioterapia e reabilitação.
5 Posso prevenir fraturas?
Exercícios de equilíbrio, densidade óssea e ambiente seguro.

Mitos e Verdades

Mito

queda simples sempre gera fratura distal.

Verdade

nem toda queda implica fratura; avaliação é necessária.

Mito

cirurgia é a regra para todas as fraturas.

Verdade

muitos casos tratam-se com imobilização.

Mito

crianças não sofrem fraturas distais.

Verdade

crianças também podem apresentar fratura distal do rádio.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista; procure atendimento de pronto se deformidade
Especialista Indicado
Ortopedista especialista em trauma
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, deformidade, dormência, pulso fraco, alterações de circulação
Linhas de Apoio
Linha de apoio local Centro de trauma regional Rede de cuidados comunitários

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S52.5

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.