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cid rinite alergica
CID-10

Rinite alérgica

Nariz entupido por alergia

Resumo

Rinite alérgica é reação do nariz a alérgenos; espirros, coceira e nariz entupido.

Identificação

Código Principal
J30.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Rinite alérgica, inflamação nasal mediada por IgE a alérgenos ambientais
Nome em Inglês
Allergic rhinitis
Outros Nomes
Rinite alérgica sazonal • Rinite alérgica perene • Rinorrea alérgica • Alergia nasal
Siglas Comuns
RA Rin. alérgica AR nasal

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças alérgicas
Subcategoria
Rinite alérgica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência mundial moderada; afeta cerca de 10-20% da população.
Prevalência no Brasil
Brasil: alta prevalência, variações regionais observadas.
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
História familiar de atopia Exposição a alérgenos Exposição ocupacional Tabagismo passivo Condições climáticas locais
Tendência Temporal
Tendência estável, com variações locais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem alérgica mediada por IgE a alérgenos ambientais
Mecanismo Fisiopatológico
IgE medeia resposta com mastócitos; mediadores causam edema nasal e hiperreatividade
Fatores de Risco
História familiar de atopia Exposição a alérgenos Exposição ocupacional Tabagismo passivo Condições climáticas locais
Fatores de Proteção
Purificadores de ar Higiene ambiental Ventilação adequada Controle de alérgenos
Componente Genético
Hereditariedade relevante; atopia familiar aumenta risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira nasal intensa com espirros e nariz entupido
Sintomas Frequentes
Espirros repetidos
Coceira nasal e ocular
Secreção nasal clara
Congestão nasal
Lacrimejamento
Conjuntivite associada
Sinais de Alerta
  • Dificuldade respiratória grave
  • Lábios azulados
  • Desconforto intenso com inalação
  • Sinais de sinusite aguda
  • Febre alta com dor facial
Evolução Natural
Sem tratamento, sintomas persistem e têm exacerbações sazonais.
Complicações Possíveis
Conjuntivite crônica Sinusite crônica Otite média recorrente Exacerbação de asma Distúrbios do sono

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História compatível, testes de alergia positivos (IgE/Prick) e resposta a tratamento
Exames Laboratoriais
IgE total elevado IgE específica positiva Hemograma normal Avaliação clínica Sem alterações específicas
Exames de Imagem
Radiografia de seios paranasais apenas se sinusite suspeita Tomografia de seios paranasais quando necessário RM não rotineira para rinite
Diagnóstico Diferencial
  • Rinite não alérgica
  • Rinite vasomotora
  • Sinusite aguda
  • Infecção viral respiratória
  • Polipose nasal
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico típico em semanas com avaliação clínica e testes de alergia

Tratamento

Abordagem Geral
Controle de sintomas com anti-histamínicos, corticosteroides intranasais, evitar alérgenos, educação e monitoramento.
Modalidades de Tratamento
1 Anti-histamínicos
2 Corticosteroides intranasais
3 Descongestionantes de curto prazo
4 Imunoterapia alergênica
5 Educação ambiental
Especialidades Envolvidas
Alergia/Imunologia Otorrinolaringologia Clínica geral Pediatria Enfermagem
Tempo de Tratamento
Duração variável; controle diário com adesão ao tratamento
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses; ajuste de alérgenos e imunoterapia

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente boa com manejo eficaz; crises podem ocorrer.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Controle de alérgenos
  • Asma bem controlada
  • Poucas exacerbações
Fatores de Mau Prognóstico
  • Gravidade alta de sintomas
  • Exposição contínua a alérgenos
  • Má adesão ao tratamento
  • Sinusite recorrente
Qualidade de Vida
Impacto moderado na qualidade de vida durante picos de sintomas

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a alérgenos e poluentes; não fumar; manter ambiente limpo
Medidas Preventivas
Uso de capas antiácaros
Limpeza regular
Filtro de ar HEPA
Lavagem de roupas de cama semanal
Evitar fumaça de tabaco
Rastreamento
Acompanhamento periódico com avaliação de alergias e eficácia do tratamento

Dados no Brasil

Número anual de internações relacionado a rinite é baixo.
Internações/Ano
Óbitos por rinite alérgica são raros.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em áreas urbanas com poluição; variações regionais.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os gatilhos comuns da rinite alérgica?
Gatilhos incluem pólen, ácaros, pelos de animais e fungos no ambiente.
2 É possível curar?
Não há cura definitiva; controle crônico com tratamento eficaz.
3 Como diagnosticar?
História clínica + testes de alergia ajudam a confirmar.
4 Imunoterapia funciona?
Pode reduzir sintomas e a necessidade de medicamentos com o tempo.
5 Cuidados diários?
Evitar gatilhos, usar sprays nasais conforme orientação, higiene nasal

Mitos e Verdades

Mito

rinite vem de frio; verdade: alérgenos desencadeiam resposta imune.

Verdade

alergia nasal envolve resposta imune a alérgenos.

Mito

antibióticos curam rinite; verdade: antibióticos não tratam alergia.

Verdade

Antibióticos não resolvem alergia; anti-histamínicos e sprays ajudam.

Mito

rinite é rara; verdade: afeta parcela significativa da população.

Verdade

rinite alérgica é comum em várias faixas etárias.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de confiança para avaliação inicial
Especialista Indicado
Alergologista ou otorrinolaringologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se dificuldade respiratória ou inchaço
Linhas de Apoio
SUS 136 Telefone Unidades de Saúde Apoio social local

CIDs Relacionados

J30.0 J30.1 J30.9 J45 Z88.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.