Rebaixamento do Nível de Consciência
Nível de consciência baixo; sonolência grave
Resumo
Resumo: queda do nível de consciência varia de sono a coma; envolve diagnóstico, manejo e reabilitação.
Identificação
- Código Principal
- R40.0
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Somnolência e redução do nível de consciência conforme classificação CID-10
- Nome em Inglês
- Reduced level of consciousness
- Outros Nomes
- Redução do estado de alerta • Diminuição da vigília • Alteração do nível de consciência
- Siglas Comuns
- LOC NOC RNC
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XVIII - Doenças do sistema nervoso
- Categoria Principal
- Alterações do nível de consciência
- Subcategoria
- Somnolência, estupor e coma
- Tipo de Condição
- sindrome
- Natureza
- aguda
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência variável por causa; pico em trauma, intoxicação e doença neurológica.
- Prevalência no Brasil
- Varia regional; internações por queda de consciência não são estáveis por estado.
- Faixa Etária Principal
- Idosos e adultos de meia-idade
- Distribuição por Sexo
- Homens e mulheres com distribuição ampla na média
- Grupos de Risco
- Trauma craniano Intoxicações Doenças neurológicas Cirurgias neurológicas Idosos com comorbidades
- Tendência Temporal
- Varia conforme envelhecimento populacional; tendência de aumento em alguns contextos.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Origem multifatorial: trauma, intoxicação, AVC, infecções, distúrbios metabólicos.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Redução da atividade neural por lesão metabólica, intoxicação ou dano ao reticular ativador.
- Fatores de Risco
- Idade avançada Uso de sedativos Abuso de álcool Doenças neurológicas prévias Trauma
- Fatores de Proteção
- Rápida reidratação Monitorização neurológica Estabilização hemodinâmica Tratamento de etiologia
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Variação do nível de consciência, de sonolência a estupor ou coma.
- Sintomas Frequentes
-
ConfusãoLetargiaDesorientaçãoRedução de respostaResposta lenta ao estímuloRespiração irregular
- Sinais de Alerta
-
- Alteração súbita de vigília
- Pupilas assimétricas
- Fala descoordenada
- Dificuldade respiratória
- Choque se agravar
- Evolução Natural
- Sem tratamento, evolução pode piorar; com manejo adequado, reavaliação frequente é crucial.
- Complicações Possíveis
- Sequelas neurológicas Complicações respiratórias Infecção hospitalar Aspiração pulmonar Convulsões recorrentes
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Avaliação do nível de consciência, Glasgow e exame neurológico completo.
- Exames Laboratoriais
- Glicose Gasometria arterial Hemograma Eletrólitos Lactato
- Exames de Imagem
- TC de crânio RM cerebral Angio RM
- Diagnóstico Diferencial
-
- Trauma sem lesão visível
- AVC
- Intoxicação
- Hipoglicemia
- Infecção cerebral
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Rapidamente em emergências; confirmação depende da etiologia
Tratamento
- Abordagem Geral
- Estabilizar vias aéreas, respiração, circulação; identificar etiologia e dar suporte vital.
- Modalidades de Tratamento
-
1 Suporte ventilatório2 Correção de glicose/metabólitos3 Controle da pressão intracraniana4 Tratamento da etiologia5 Cuidados de UTI
- Especialidades Envolvidas
- Neurologia Anestesiologia Clínica Geral Intensivismo Toxicológica
- Tempo de Tratamento
- Duração varia com gravidade e causa; monitoramento crítico
- Acompanhamento
- Monitorização neurológica, suporte ventilatório, equilíbrio de líquidos e glicose
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Depende da etiologia e do tempo de intervenção; muitos melhoram com manejo adequado.
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Correção rápida da etiologia
- Resposta clínica boa
- Estabilidade respiratória
- Monitorização eficaz
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Lesão estrutural grave
- Isquemia prolongada
- Demora no atendimento
- Condição clínica instável
- Qualidade de Vida
- Impacto significativo; reabilitação adequada melhora autonomia e participação
Prevenção
- Prevenção Primária
- Prevenir causas comuns: trauma, intoxicação, AVC, por meio de segurança, controle de doenças e educação.
- Medidas Preventivas
-
Uso de capaceteRedução de álcoolGestão de doenças crônicasVacinação quando disponívelTratamento rápido de intoxicações
- Rastreamento
- Rastreamento de fatores de risco neurológicos em atendimento de emergência
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
pessoas em coma não escutam nada.
alguns respondem a estímulos; depende da lesão.
sono prolongado sempre indica coma.
sono intenso não implica coma; etiologia decide.
apenas idosos apresentam queda de consciência.
pacientes de todas as idades podem adoecer.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure atendimento de emergência ao aparecer queda súbita de consciência.
- Especialista Indicado
- Neurologista ou clínico geral.
- Quando Procurar Emergência
- Sinais de alarme: desmaio, respiração irregular, convulsões, confusão aguda.
- Linhas de Apoio
- SUS 136 SAMU 192 Linha de apoio local
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.