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cid r56
CID-10

Convulsões não especificadas

Convulsões inespecíficas

Resumo

Crises convulsivas não especificadas exigem avaliação neurológica para entender causas e orientar tratamento.

Identificação

Código Principal
R56
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Convulsões não especificadas, CID-10 código R56
Nome em Inglês
Unspecified convulsions
Outros Nomes
Crises convulsivas inespecíficas • Convulsões não categorizadas • Crises não especificadas • Eventos convulsivos inespecíficos • Crises neurocognitivas não definidas
Siglas Comuns
R56 R56.9 NSI

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sintomas, sinais e achados clínicos
Categoria Principal
Sintomas neurológicos
Subcategoria
Convulsões inespecíficas
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dados globais são heterogêneos; variação conforme etiologia associada.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; não há estimativa uniforme
Faixa Etária Principal
todas as idades, picos em neonatos e crianças
Distribuição por Sexo
varia conforme etiologia; sem predomínio claro
Grupos de Risco
crianças idosos pacientes com lesões cerebrais distúrbios metabólicos distúrbios do sono
Tendência Temporal
varia conforme etiologia; geralmente estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
origem multifatorial sem causa única definida
Mecanismo Fisiopatológico
descargas neuronais excessivas com falha de inibição neural
Fatores de Risco
lesão cerebral distúrbios metabólicos distúrbios do sono consumo de álcool uso de drogas história familiar
Fatores de Proteção
Hidratação adequada controle de febre evitar álcool em excesso gerenciamento de sono

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
crise convulsiva súbita com perda de consciência
Sintomas Frequentes
perda de consciência
movimentos musculares involuntários
respiração irregular
salivação abundante
postura rígida
recuperação confusa
Sinais de Alerta
  • crise >5 minutos
  • crise prolongada de repetição
  • parada respiratória
  • lesões cranianas na queda
  • confusão grave após crise
Evolução Natural
crises tendem a cessar com tratamento adequado; sem tratamento varia conforme etiologia
Complicações Possíveis
hipoxemia durante crise lesão por queda depleção de oxigênio cerebral disfunção cognitiva temporária apneia

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história de crises, EEG e exames conforme necessidade
Exames Laboratoriais
glicemia eletrólitos função renal função hepática toxicológico
Exames de Imagem
TC craniana RM craniana EEG (quando indicado) consulta de neuroimagem conforme necessidade
Diagnóstico Diferencial
  • desmaio
  • crise psicogênica
  • encefalite
  • encefalopatia metabólica
  • AVC
Tempo Médio para Diagnóstico
varia com acesso a testes; pode levar dias a semanas

Tratamento

Abordagem Geral
controle de crises, identificação de gatilhos e tratamento da causa subjacente
Modalidades de Tratamento
1 medicamentoso conforme etiologia
2 correção de distúrbios metabólicos
3 controle de febre
4 monitorização EEG
5 educação e suporte familiar
Especialidades Envolvidas
Neurologia Emergência Pediatria Psiquiatria
Tempo de Tratamento
depende da etiologia; semanas a meses
Acompanhamento
agendamento de retorno com neurologista a cada 3 meses ou conforme necessidade

Prognóstico

Prognóstico Geral
dependente de etiologia e controle; muitos casos melhoram com tratamento adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • resposta rápida ao tratamento
  • diagnóstico precoce
  • crises curtas
  • boa adesão ao acompanhamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • crises prolongadas
  • comorbidades graves
  • fator etiológico não controlado
  • hipóxia duradoura
Qualidade de Vida
impacto significativo quando crises não controladas; apoio familiar ajuda

Prevenção

Prevenção Primária
não há prevenção única; evitar gatilhos e tratar causas subjacentes
Medidas Preventivas
boa higiene de sono
controle de febre
evitar álcool
gestão de estresse
seguimento médico
Rastreamento
avaliar risco com EEG quando indicado

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais variam por estado
Internações/Ano
Mortalidade baixa quando monitorado; dados específicos variam
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais diagnóstico em capitais; subdiagnóstico em áreas remotas

Perguntas Frequentes

1 O que pode causar convulsões inespecíficas?
Causas são multifatoriais; nem sempre há gatilho claro.
2 Como é feito o diagnóstico?
Histórico, EEG e exames conforme necessidade.
3 Como tratar?
Controle de crises e tratamento da causa subjacente.
4 Como prevenir?
Evitar gatilhos, manter sono e seguir orientação médica.
5 Quando ir ao pronto atendimento?
Crise >5 minutos ou repetição, procure urgência.

Mitos e Verdades

Mito

crises são sempre epilepsia.

Verdade

nem toda crise é epilepsia; diagnóstico é essencial.

Mito

convulsões aparecem apenas na febre.

Verdade

podem ocorrer sem febre; avaliação neuro é indicada.

Mito

anticonvulsivantes curam tudo.

Verdade

tratamento controla crises; cessar precisa orientação médica.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico inicial; procure neurologista se crises persistirem
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Ligue 192 se crise durar >5 minutos ou houver respiração comprometida
Linhas de Apoio
188 0800-111-1444 0800-707-9933

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R56.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.