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cid r522
CID-10

Dor inespecífica de origem não identificada

Dor sem localização definida

Resumo

Dor inespecífica: dor sem foco anatômico, comum e tratável com foco funcional.

Identificação

Código Principal
R522
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor inespecífica, dor de origem não identificada pela CID
Nome em Inglês
Unspecified pain
Outros Nomes
Dor inespecífica • Dor sem causa definida • Dor não localizada • Dor difusa • Dor sem etiologia
Siglas Comuns
DNE DOR-NS DNE_01

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Síndromes e sintomas não específicos
Categoria Principal
Dor e sintomas somáticos
Subcategoria
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor inespecífica é comum globalmente, sem dados precisos por população
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variações regionais
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres igualmente afetados
Grupos de Risco
Idosos Pessoas com dor crônica Indivíduos com comorbidades Sono inadequado Inatividade física
Tendência Temporal
Padrão estável com variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial; sem causa única
Mecanismo Fisiopatológico
Nocicepção alterada, sensibilização central, inflamação discreta e fatores psicológicos elevam a dor
Fatores de Risco
Estresse crônico Sedentarismo Insônia Condições crônicas Uso prolongado de analgésicos
Fatores de Proteção
Atividade física regular Higiene do sono Gestão do estresse Rede de apoio

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor persistente sem localização definida
Sintomas Frequentes
Dor difusa constante
Rigidez leve pela manhã
Fadiga
Sensibilidade ao toque
Desconforto ao movimento
Mal-estar geral
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa com fraqueza
  • Perda de peso inexplicada
  • Fraqueza focal repentina
  • Alteração sensorial súbita
  • Febre persistente
Evolução Natural
Pode persistir por meses a anos sem tratamento específico
Complicações Possíveis
Redução da mobilidade Distúrbios do sono Ansiedade associada Uso inadequado de analgésicos Isolamento social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exclusão de causas graves; história clínica e exames básicos
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/VES EAS Função renal Vitamina D se indicado
Exames de Imagem
Radiografia RM ou TC quando indicado Ultrassom Nenhum achado específico
Diagnóstico Diferencial
  • Fibromialgia
  • Dor neuropática
  • Artrite inflamatória
  • Dor somática inespecífica
  • Distúrbios do humor
Tempo Médio para Diagnóstico
6-12 meses em média

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar com foco em função e alívio da dor
Modalidades de Tratamento
1 Terapias físicas
2 Terapia ocupacional
3 TCC
4 Exercícios leves
5 Educação sobre autocuidado
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Neurologia Fisiatria Fisioterapia Psicologia
Tempo de Tratamento
Duração individual, avaliação trimestral
Acompanhamento
Consultas regulares, ajuste de plano e monitoramento

Prognóstico

Prognóstico Geral
Pode variar; com manejo adequado melhora funcional
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso a tratamento
  • Apoio familiar
  • Funcionamento adequado
  • Adesão ao plano
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor refratária
  • Comorbidades graves
  • Isolamento social
  • Uso indiscriminado de analgésicos
Qualidade de Vida
Impacto variável; melhora com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Estilo de vida ativo, sono adequado, manejo do estresse
Medidas Preventivas
Exercícios regulares
Higiene do sono
Nutrição equilibrada
Gestão de estresse
Avaliação médica precoce
Rastreamento
Avaliação periódica para prevenção de complicações

Dados no Brasil

Dados de internações são limitados, variam por região
Internações/Ano
Óbitos atribuíveis são raros, quando presentes indicam condições associadas
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência reportada em áreas com acesso desigual à saúde

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas da dor inespecífica?
Causas multifatoriais; sono, estresse e hábitos influenciam.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, exclusão de causas graves e exames básicos.
3 É possível tratar sem hospitalização?
Sim, manejo multidisciplinar costuma ocorrer no ambulatório.
4 Qual o papel do exercício?
Exercícios leves ajudam, melhoram função e reduzem dor.
5 Posso evitar recaídas?
Sim, seguindo plano, atividade gradual e monitoramento.

Mitos e Verdades

Mito

dor indica sempre ferimento grave

Verdade

pode haver dor sem dano visível

Mito

remédios fortes curam rapidamente

Verdade

alívio vem com manejo integrado

Mito

repouso extremo cura

Verdade

repouso excessivo pode piorar

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento médico inicial para avaliação e encaminhamentos
Especialista Indicado
Clínico geral ou médico de família
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza ou piora rápida exige atendimento
Linhas de Apoio
0800-123-4567 SUS 136 Linha de apoio local

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.