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cid r20
CID-10

Distúrbios da sensibilidade

Sensibilidade alterada

Resumo

CID R20 reúne distúrbios da sensibilidade; sinais, causas e tratamento, com evolução histórica.

Identificação

Código Principal
R20
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Distúrbios da sensibilidade
Nome em Inglês
Disturbances of sensation
Outros Nomes
Alterações da sensibilidade • Distúrbios sensoriais • Percepção alterada • Desordem sensorial • Distúrbio de sensação
Siglas Comuns
DS DSS R20

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sinais, sintomas e achados clínicos inespecíficos
Categoria Principal
Distúrbios sensoriais
Subcategoria
Distúrbios da percepção sensorial
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam conforme etiologia; muitas parestesias relatadas em neuropatias.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; neuropatias associadas a crônicas são comuns.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres afetados de forma semelhante
Grupos de Risco
Diabetes Vasculopatias Deficiências vitamínicas Doenças autoimunes Trauma nervoso
Tendência Temporal
Evolui lentamente; tendência estável com variações por etiologia

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem primária: alterações neurológicas ou lesões que afetam nervos sensoriais.
Mecanismo Fisiopatológico
Dano nervoso reduz condução sensorial, gerando parestesias e dormência.
Fatores de Risco
Diabetes Tabagismo Álcool excessivo Deficiência nutricional Idade avançada Trauma repetitivo
Fatores de Proteção
Controle glicêmico Nutrição balanceada Atividade física Proteção de membros
Componente Genético
Pode ocorrer em síndromes hereditárias com herança autossômica ou ligada a genes específicos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Percepção alterada de toque, calor ou peso com dormência.
Sintomas Frequentes
Parestesia
Hipoestesia
Dor neuropática
Formigamento
Queimação
Alodinia
Sinais de Alerta
  • Fraqueza súbita
  • Perda de equilíbrio progressiva
  • Diminuição da coordenação
  • Dor intensa de início súbito
  • Alteração de fala ou visão
Evolução Natural
Sem tratamento, pode progredir lentamente, com piora sensorial e dor.
Complicações Possíveis
Redução de sensibilidade aumenta risco de feridas Infecções cutâneas Úlceras em membros Dor crônica Redução da função

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Histórico detalhado, exame neurológico, exames e exclusão de causas tratáveis.
Exames Laboratoriais
Glicemia B12 Perfil lipídico TSH Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
RMN de nervos RNM encefálica se indicado Ultrassom de nervos periféricos
Diagnóstico Diferencial
  • Neuropatia diabética
  • Esclerose múltipla
  • Deficiência de B12
  • Doença de Guillain-Barré
  • Alodinia central
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia pela etiologia; média pode ser de meses a anos

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo da dor, tratamento da causa e proteção de extremidades.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamento analgesico
2 Antidepressivos/anticonvulsivantes
3 Fisioterapia
4 Terapias de dor
5 Tratamento da causa
Especialidades Envolvidas
Neurologia Endocrinologia Reabilitação Podiatria Fisiatria
Tempo de Tratamento
Duração varia conforme etiologia e resposta ao tratamento
Acompanhamento
Consultas regulares e reavaliação do plano terapêutico

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia; pode ser estável ou progressivo
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Controle de causas subjacentes
  • Adesão ao tratamento
  • Ausência de dor refratária
Fatores de Mau Prognóstico
  • Progressão rápida
  • Dor crônica grave
  • Complicações infecciosas
  • Disfunção funcional permanente
Qualidade de Vida
Impacto na mobilidade, sono e bem-estar; suporte social ajuda muito.

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de doenças como diabetes; alimentação saudável; evitar toxinas.
Medidas Preventivas
Controle glicêmico
Vitamina B12 adequada
Exercícios físicos
Proteção de membros
Boas noites de sono
Rastreamento
Avaliando sensibilidade em pacientes de alto risco periodicamente.

Dados no Brasil

Internações ocorrem em complicações; números dependem da etiologia.
Internações/Ano
Mortalidade associada geralmente indireta à etiologia subjacente.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga em áreas urbanas com acesso a serviços.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas comuns?
Alterações de sensibilidade, dormência e formigamento.
2 É possível curar?
Algumas etiologias melhoram; outras são crônicas; tratamento adequado ajuda.
3 Como é feito o diagnóstico?
História clínica, exame neurológico, exames laboratoriais e de condução nervosa.
4 O que posso fazer para prevenir?
Controle de doenças, alimentação, exercícios e proteção de membros.
5 Posso conviver com essa condição?
Sim, com manejo adequado é possível manter boa qualidade de vida.

Mitos e Verdades

Mito

dor é sempre sinal de problema.

Verdade

dormência e alterações sensoriais também importam.

Mito

afeta apenas idosos.

Verdade

pode ocorrer em adultos jovens conforme etiologia.

Mito

remédios caseiros curam.

Verdade

requer orientação médica e tratamentos comprovados.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Proximo posto de saúde ou hospital; não ignore sinais.
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Fraqueza súbita, paralisia, dor intensa ou confusão.
Linhas de Apoio
136 (DisqueSUS) 0800-000-0000 Central de saúde local

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.