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cid r073
CID-10

Hiperglicemia não especificada

Hiperglicemia não especificada

Resumo

Glicose alta no sangue; manejo envolve hidratação, dieta e monitoramento

Identificação

Código Principal
R73.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hiperglicemia, não especificada
Nome em Inglês
Hyperglycemia, unspecified
Outros Nomes
glicemia alta • hiperglicemia inespecífica • hiperglicemia não especificada • açúcar elevado no sangue • hiperglicemia aguda
Siglas Comuns
HG HIPERGL

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças Endócrinas, Nutricionais e Metabólicas
Categoria Principal
Doenças endócrinas e metabólicas
Subcategoria
Hiperglicemia não especificada
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global incerta; comum em diabetes.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; presente com diabetes.
Faixa Etária Principal
Adultos 40-60 anos
Distribuição por Sexo
Variável; sem predomínio consistente
Grupos de Risco
Diabetes mellitus Obesidade Gestação Idosos Acesso limitado a cuidado
Tendência Temporal
Estabilidade com picos em descompensação

Etiologia e Causas

Causa Principal
Deficiência de uso de glicose pela ausência de insulina ou resistência
Mecanismo Fisiopatológico
Insulina insuficiente ou resistência impede entrada de glicose nas células
Fatores de Risco
Diabetes mellitus Obesidade Idade avançada Gestação Histórico familiar Sedentarismo
Fatores de Proteção
Dieta equilibrada Atividade física Monitorização regular Adesão ao plano
Componente Genético
Predisposição genética moderada para disfunção glicêmica

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Sede intensa com urina frequente
Sintomas Frequentes
Fadiga
Visão turva
Pele seca
Perda de peso não intencional
Dor de cabeça
Fraqueza geral
Sinais de Alerta
  • Desidratação grave
  • Respiração rápida
  • Sonolência ou confusão
  • Dor no peito
  • Queda de peso abrupta
Evolução Natural
Sem tratamento, desidratação e descompensação metabólica podem ocorrer
Complicações Possíveis
Desidratação grave Cetoacidose diabética Síndrome hiperosmolal Dano renal Problemas vasculares

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Glicose plasmática elevada; confirmar com exames repetidos
Exames Laboratoriais
Glicose em jejum Glicose aleatória HbA1c Cetônios Creatinina
Exames de Imagem
Não exigida rotineiramente Imagem apenas se indicado clínico
Diagnóstico Diferencial
  • Diabetes mellitus tipo 1
  • Diabetes tipo 2
  • Diabetes gestacional
  • Estresse/infecção grave
  • Síndrome metabólica
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de semanas a meses conforme monitoramento

Tratamento

Abordagem Geral
Normatizar glicose via hidratação, nutrição balanceada, monitorização contínua
Modalidades de Tratamento
1 Educação em estilo de vida
2 Monitorização de glicose
3 Correção de eletrólitos
4 Manejo de causas subjacentes
5 Acompanhamento
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Endocrinologia Nutrição Enfermagem Diabetologia
Tempo de Tratamento
Varia com gravidade e etiologia
Acompanhamento
Consultas regulares para ajuste e monitoramento glicêmico

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com manejo adequado e tratamento da etiologia
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao plano
  • Glicose próxima ao normal
  • Suporte familiar
  • Acesso a cuidados
Fatores de Mau Prognóstico
  • Comorbidades não controladas
  • Desidratação grave
  • Sinais de alerta tardios
  • Acesso inadequado a cuidado
Qualidade de Vida
Pode reduzir temporariamente, melhora com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Alimentação equilibrada e atividade física constante
Medidas Preventivas
Dieta rica em fibras
Redução de açúcares simples
Atividade física regular
Monitorização de glicose
Gestão do estresse
Rastreamento
Glicose e HbA1c conforme risco e orientações médicas

Dados no Brasil

Milhares de internações por complicações
Internações/Ano
Mortalidade anual associada a descompensações
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mayor peso em grandes centros com diabetes

Perguntas Frequentes

1 Que é hiperglicemia?
Glicose alta no sangue devido a insulina insuficiente ou resistência
2 Quais sinais de alerta?
Sede intensa, urina excessiva, tontura, confusão, desidratação
3 Como confirmar diagnóstico?
Glicose de jejum, HbA1c e sinais clínicos
4 É possível prevenir hiperglicemia?
Sim: alimentação equilibrada, atividade física, monitorização
5 Como agir no dia a dia?
Medir glicose, manter hidratação, seguir orientação médica

Mitos e Verdades

Mito

apenas diabéticos ficam hiperglicêmicos

Verdade

estresse, infecção e remédios podem elevar glicose

Mito

dietas sem carboidratos curam

Verdade

equilíbrio nutricional é essencial

Mito

hiperglicemia some sozinha

Verdade

controle é essencial para evitar complicações

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico geral ou endocrinologista; urgência em crise
Especialista Indicado
Endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto-socorro se desidratação severa, respiração rápida, confusão
Linhas de Apoio
Linha de Apoio Diabetes Brasil SUS Telefone 136

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.