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cid r070
CID-10

Dor de garganta

Dor de garganta

Resumo

Dor de garganta costuma ser leve; pode melhorar com hidratação e repouso.

Identificação

Código Principal
R07.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Pain in throat
Nome em Inglês
Pain in throat
Outros Nomes
dor de garganta • dor faríngea • dor na garganta • faringalgia
Siglas Comuns
R07.0 R07

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sintomas, sinais e achados clínicos
Categoria Principal
Sintomas
Subcategoria
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
variavel
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global moderada; dor na garganta comum em infecções virais, sobretudo no frio.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; padrão semelhante ao global com picos sazonais.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; maior em crianças e adolescentes.
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre sexos.
Grupos de Risco
Exposição a pessoas doentes Fumo ou ambiente poluído Imunossupressão leve Pouca hidratação
Tendência Temporal
Surtos virais sazonais, tendência estável entre anos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causas virais comuns; inflamação da garganta por infecção leve.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação da mucosa faríngea pela infecção ou irritante, gerando dor e sensibilidade.
Fatores de Risco
Exposição a pessoas doentes Fumo ou fumaça ambiente Sistema imune comprometido Uso excessivo da voz Variações sazonais
Fatores de Proteção
Higiene adequada Hidratação constante Evitar irritantes Vacinação contra gripe quando disponível
Componente Genético
Influência genética limitada, com possível predisposição a infecções das vias aéreas.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor ou irritação na garganta, pior ao engolir.
Sintomas Frequentes
Dor ao engolir
Raspe na garganta
Rouquidão leve
Tosse seca moderada
Sensação de garganta inchada
Febre baixa (ocasional)
Sinais de Alerta
  • Dificuldade para engolir
  • Febre alta persistente
  • Dificuldade para respirar
  • Inchaço no pescoço
  • Manchas ou erupção na garganta
Evolução Natural
Dor tende a melhorar em 3-7 dias; antivirais não são usados para vírus comuns.
Complicações Possíveis
Infecção de ouvido Sinusite Abscesso peritonsilar (raríssimo) Desidratação em crianças

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica e exame; teste rápido para estreptococo se indicada.
Exames Laboratoriais
Hemograma discreto Teste rápido de estreptococo PCR se suspeita viral Proteína C reativa não específica Cultura de garganta se necessário
Exames de Imagem
Nenhum em quadros simples Raio-X apenas se complicações suspeitas TC/RM para diagnóstico diferencial
Diagnóstico Diferencial
  • Gripe ou resfriado
  • Mononucleose
  • Alergite
  • Refluxo gastroesofágico
Tempo Médio para Diagnóstico
Normalmente 1-3 dias após avaliação inicial.

Tratamento

Abordagem Geral
Conforto, hidratação e repouso; tratamento varia conforme causa.
Modalidades de Tratamento
1 Descanso e hidratação
2 Analgesia/anti-inflamatórios
3 Antibióticos apenas com prova bacteriana
4 Cuidados com a voz
5 Gargarejos mornos
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Otorrinolaringologia Pediatria Enfermagem Farmacologia
Tempo de Tratamento
Viral: 3-7 dias; bacteriano: 5-10 dias com antibiótico.
Acompanhamento
Retorno em 2-3 dias ou conforme evolução; procure atendimento se piorar.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa na maioria dos casos, especialmente virais.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Dor leve
  • Início precoce do descanso
  • Hidratação adequada
  • Ausência de comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • Infecção bacteriana não tratada
  • Imunossupressão
  • Dor intensa com disfagia
  • Complicações raras
Qualidade de Vida
Impacto leve na comunicação e sono; recuperação costuma ser rápida.

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene das vias respiratórias, hidratação e redução de irritantes no ambiente.
Medidas Preventivas
Higienizar as mãos
Cobrir boca ao tossir
Não compartilhar utensílios
Ventilar ambientes
Vacinar contra gripe quando disponível
Rastreamento
Rastreamento específico não é necessário para casos simples.

Dados no Brasil

Poucas internações por quadros simples; principais causas respiratórias.
Internações/Ano
Óbitos diretos são incomuns em quadros não complicados.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição semelhante entre regiões, com variações sazonais.

Perguntas Frequentes

1 Dor de garganta aparece toda vez que fico resfriado?
Quase sempre sim: nariz entupido irrita a garganta; nem toda dor é bacterial.
2 Quando a dor é sinal de infecção grave?
Sinais de alerta: febre alta, disfagia, respiração difícil; procure atendimento.
3 Preciso antibiótico?
Antibiótico só com infecção bacteriana comprovada; uso inadequado pode causar problemas.
4 Como aliviar em casa?
Hidratação, repouso, analgésico conforme orientação; gargarejos mornos ajudam.
5 Quando voltar ao trabalho?
Sem febre e com fala/engolir normal; caso contrário siga orientação médica.

Mitos e Verdades

Mito

gargarejo frio cura tudo.

Verdade

água morna com sal pode aliviar; antibiótico não evita vírus.

Mito

dor de garganta é sempre grave.

Verdade

pode ser irritação por alergia, refluxo ou vírus; avaliação ajuda.

Mito

água com açúcar cura.

Verdade

hidratação importa, mas não substitui orientação médica.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procure atendimento se houver piora, febre alta ou dificuldade para engolir.
Especialista Indicado
Clínico geral ou otorrinolaringologista.
Quando Procurar Emergência
Procure emergência se respirar com dificuldade, dor torácica ou fala alterada.
Linhas de Apoio
136 0800 701 1999 Anotação de contatos locais de saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.