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cid r07 4
CID-10

Dor torácica inespecífica

Dor no peito inespecífica

Resumo

Dor torácica inespecífica; avaliação com ECG e exames é essencial.

Identificação

Código Principal
R07.4
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor torácica inespecífica, etiologia não definida (OMS)
Nome em Inglês
Unspecified chest pain
Outros Nomes
Dor torácica inespecífica • Dor no peito não especificada • Dor torácica não definida • Dor no peito inespecífica
Siglas Comuns
DT DTor DorTor

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sintomas clínicos
Categoria Principal
Sintomas e sinais
Subcategoria
Dor torácica inespecífica
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
variavel
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor torácica é sintoma comum em adultos; prevalência varia conforme etiologia.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; comum em atendimentos de urgência
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade a idosos
Distribuição por Sexo
Proporção relativamente equilibrada
Grupos de Risco
Doenças cardiovasculares Tabagismo HAS Diabetes Obesidade
Tendência Temporal
Tendência estável; variações sazonais não consistentes

Etiologia e Causas

Causa Principal
Multifatorial; envolve cardíacas, pulmonares, musculoesqueléticas e gastrointestinais
Mecanismo Fisiopatológico
Irritação de nervos intercostais, inflamação, isquemia ou compressão de estruturas torácicas.
Fatores de Risco
Tabagismo HAS Dislipidemia Diabetes Sedentarismo Obesidade
Fatores de Proteção
Cessação tabagismo Controle de PA Exercício regular Vacinação adequada
Componente Genético
Contribuição genética rara na dor torácica inespecífica

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no peito central, pode irradiar para ombros, pescoço ou mandíbula.
Sintomas Frequentes
Aperto no peito
Pontadas no tórax
Fadiga rápida
Náusea leve
Tontura
Palpitações
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa
  • Irradiação para pescoço ou mandíbula
  • Dificuldade respiratória
  • Sudorese intensa
  • Hipotensão ou desmaio
Evolução Natural
Sem manejo, dor pode persistir com variações; etiologia define desfecho.
Complicações Possíveis
Infarto em etiologia cardíaca Pneumotórax Síndrome de ansiedade grave Insuficiência respiratória Complicações de doenças gastroesofágicas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, ECG, troponina, e exclusão de causas graves.
Exames Laboratoriais
Troponina Hemograma PCR Eletrólitos Função renal
Exames de Imagem
ECG Radiografia de tórax Ecocardiograma TC de tórax
Diagnóstico Diferencial
  • Angina estável
  • Infarto agudo do MI
  • Embolia pulmonar
  • Dissecção de aorta
  • Pleurite
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias, conforme disponibilidade de exames

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação rápida, monitorização, alívio da dor e manejo da etiologia suspeita.
Modalidades de Tratamento
1 Analgesia conforme necessidade
2 Oxigenoterapia se houver hypoxemia
3 Tratamento da etiologia cardíaca conforme diagnóstico
4 Fisioterapia respiratória
5 Reposo relativo e reavaliação
Especialidades Envolvidas
Clínico Cardiologia Pulmonologia Emergência Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Duração depende da etiologia; monitoramento até estabilização.
Acompanhamento
Reavaliação clínica diária, ajuste de plano e encaminhamentos.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da etiologia; dor inespecífica costuma ser favorável.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso rápido a avaliação
  • Identificação de etiologia não cardíaca
  • Resposta positiva ao manejo inicial
  • Estabilidade hemodinâmica
Fatores de Mau Prognóstico
  • Deterioração súbita
  • Suspeita de infarto
  • Hipoxemia persistente
  • Hipotensão
Qualidade de Vida
Pode reduzir temporariamente, com melhora esperada quando etiologia tratada.

Prevenção

Prevenção Primária
Gerenciar fatores de risco, dieta saudável, atividade física e cessação do tabaco.
Medidas Preventivas
Controle de PA
Dieta balanceada
Parar tabagismo
Vacinação adequada
Exercícios regulares
Rastreamento
Exames preventivos conforme idade e risco clínico.

Dados no Brasil

Estimativas variam; alta demanda de urgência.
Internações/Ano
Mortalidade depende de etiologia cardíaca subjacente.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior concentração em regiões com maior acesso.

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas comuns da dor torácica inespecífica?
Muscular, gastroesofágica, ansiedade; causas cardíacas só com avaliação.
2 É possível diagnosticar apenas pela dor?
Não; exige exame físico e testes para etiologia.
3 Como é feito o diagnóstico definitivo?
História clínica, exame físico, ECG, marcadores e imagens conforme necessidade.
4 Existem tratamentos caseiros?
Não substitui avaliação; dor não cardíaca pode melhorar com descanso.
5 Quando voltar ao consultório?
Volte se dor piorar, irradiar ou surgir falta de ar.

Mitos e Verdades

Mito

dor torácica sempre indica infarto.

Verdade

várias causas não cardíacas explicam a dor.

Mito

repouso prolongado cura tudo.

Verdade

diagnóstico correto é essencial para tratamento adequado.

Mito

jovens não têm dor torácica.

Verdade

dor torácica pode ocorrer em qualquer idade; avaliação é importante.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento de urgência se dor muito forte ou falta de ar.
Especialista Indicado
Cardiologista ou clínico geral
Quando Procurar Emergência
Dor súbita intensa, desmaio, ou dificuldade respiratória requer urgência.
Linhas de Apoio
SUS 136 Samu 192 Linha de orientação médica local

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.