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cid r 52
CID-10

Dor inespecífica

Dor não especificada

Resumo

Dor inespecífica: desconforto sem causa definida, comum, tratável com avaliação cuidadosa e autocuidado.

Identificação

Código Principal
R52
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor inespecífica
Nome em Inglês
Pain, unspecified
Outros Nomes
Dor geral • Dor sem causas visíveis • dor não especificada • dor inespecífica crônica • dor regional não identificada
Siglas Comuns
R52 DOR DOR-NS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sinais e sintomas não classificados em outra parte
Categoria Principal
Sinais e sintomas
Subcategoria
Dor inespecífica
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
outra
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor inespecífica comum em várias condições; prevalência varia conforme população.
Faixa Etária Principal
Todas as idades, com pico em adultos
Distribuição por Sexo
Varia entre populações
Grupos de Risco
pacientes com doenças crônicas idosos indivíduos com dor crônica pessoas com estresse elevado trabalhadores com esforço repetitivo
Tendência Temporal
Tendência geralmente estável a longo prazo; depende de condições associadas.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial com contribuição de mecanismos nociceptivos, inflamatórios e psicossociais.
Mecanismo Fisiopatológico
Sensibilização central e periférica com alterações de neuralgia e resposta inflamatória local.
Fatores de Risco
fatores de estresse crônico sedentarismo dor prévia condições médicas associadas má qualidade do sono dor relacionada ao trabalho repetitivo
Fatores de Proteção
atividade física regular boa higiene do sono gestão de estresse manejo de condições subjacentes

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor inespecífica ou desconforto regional sem exame objetivo definitivo.
Sintomas Frequentes
dor localizada com intensidade variável
sensação de aperto
fadiga associada
distúrbios do sono
alterações de humor
sensibilidade ao toque
Sinais de Alerta
  • dor súbita intensa sem causa
  • febre alta com dor
  • fraqueza progressiva
  • perda repentina de peso
  • dificuldade neurológica aguda
Evolução Natural
Pode variar muito; sem tratamento, dor pode permanecer ou tornar-se crônica.
Complicações Possíveis
limitacao funcional distúrbios do sono depressoes uso inadequado de analgésicos isolamento social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame e exclusão de causas graves; exames direcionados conforme sinais.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR TSH Creatinina Vitamina D
Exames de Imagem
Radiografia direcionada RM ou TC conforme necessidade Ultrassom para áreas específicas Densitometria óssea se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Dor musculoesquelética
  • Dor neuropática
  • Fibromialgia
  • Dor visceral
  • Dor psicogênica
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; pode levar semanas a meses, especialmente sem sinais objetivos

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação multidisciplinar com foco no alívio da dor, funcionalidade e bem-estar.
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia e exercícios
2 Técnicas de relaxamento
3 Terapia cognitivo-comportamental
4 Educação do paciente
5 Abordagem multidisciplinar
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Reumatologista Neurologista Fisioterapeuta Psicólogo
Tempo de Tratamento
Duração variável, depende da causa subjacente e resposta
Acompanhamento
Consultas regulares com equipe de manejo da dor; ajuste conforme necessidade

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da causa; dor inespecífica pode não progredir se manejada adequadamente.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Identificação precoce
  • Boa adesão ao plano
  • Ausência de doença grave
  • Resposta inicial positiva
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor crônica persistente
  • Dor refratária
  • Múltiplas comorbidades
  • Má adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
Pode reduzir bem-estar; com manejo adequado pode melhorar significativamente.

Prevenção

Prevenção Primária
Não há prevenção única; manutenção de estilo de vida saudável pode reduzir risco de dor crônica.
Medidas Preventivas
Exercício regular
Postura correta
Sono de qualidade
Controle do estresse
Gestão de doenças

Dados no Brasil

Distribuição Regional
Distribuição varia por região e acesso a serviços.

Perguntas Frequentes

1 Dor inespecífica é sinal de algo grave?
Nem sempre; avaliação médica ajuda a afastar causas graves.
2 Como saber se a dor é séria?
Presença de sinais de alarme requer avaliação médica.
3 Dor pode durar meses?
Pode; manejo multidisciplinar reduz impacto.
4 Preciso de exames?
Exames podem ser necessários; decisões dependem da história.
5 Como prevenir recidivas?
Estilo de vida saudável, atividade física e sono ajudam.

Mitos e Verdades

Mito

dor crônica é apenas psicológica

Verdade

fatores biológicos e psicológicos agem juntos.

Mito

repouso cura dor

Verdade

movimento suave ajuda; repouso prolongado piora.

Mito

dor sem lesão não dói

Verdade

dor pode existir com pouca ou nenhuma lesão visível

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico geral ou reumatologista para avaliação inicial.
Especialista Indicado
clínico geral
Quando Procurar Emergência
Dor súbita intensa com febre, fraqueza, confusão ou dificuldade de fala exige atendimento imediato.
Linhas de Apoio
136 SUS SUS Central de Apoio Ligue 188

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.