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cid r 07
CID-11

Dor torácica: evolução histórica do entendimento

Dor no peito

Resumo

Dor no peito tem várias causas; nem sempre é grave; avalie rapidamente se necessário.

Identificação

Código Principal
cid r 07
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Dor torácica (dor no peito) – nomenclatura OMS
Nome em Inglês
Chest pain
Outros Nomes
Dor no peito • Dor torácica aguda • Dor torácica inespecífica • Dor torácica • Chest pain
Siglas Comuns
DT Dtor CP Torácica

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sinais, sintomas e achados clínicos
Categoria Principal
Sinais e sintomas torácicos
Subcategoria
Dor torácica inespecífica
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor torácica é um sintoma comum globalmente; etiologias variam amplamente.
Prevalência no Brasil
Varia por região e idade; dados nacionais não são únicos.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade a idosos
Distribuição por Sexo
Distribuição parecida entre homens e mulheres, conforme etiologia
Grupos de Risco
adultos com doenças cardíacas fumantes hipertensos diabéticos idosos
Tendência Temporal
Tendência geral estável; picos sazonais ocorrem em contextos específicos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem primária: múltiplas etiologias cardíacas, pulmonares, GI, musculoesqueléticas.
Mecanismo Fisiopatológico
Mecanismos incluem isquemia, inflamação, erosões, compressões mecânicas e reflexos nervosos.
Fatores de Risco
tabagismo hipertensão dislipidemia diabetes sedentarismo obesidade
Fatores de Proteção
atividade física regular controle de fatores cardíacos vacinação adequada gestão do estresse
Componente Genético
null

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no peito ou desconforto central, às vezes irradiando para ombros, mandíbula ou braço.
Sintomas Frequentes
Dor torácica típica
Falta de ar
Náusea
Suor frio
Tontura
Dor irradiada
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa
  • Dificuldade respiratória
  • Perda de consciência
  • Palidez marcada
  • Sudorese
Evolução Natural
Sem tratamento, pode progredir com piora e risco de complicações
Complicações Possíveis
Infarto Insuficiência cardíaca Pneumonia grave Arritmias Síndrome de ansiedade crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese, exame físico, ECG, marcadores e exames por etiologia.
Exames Laboratoriais
Hemograma Troponina hs CK-MB PCR Glicose
Exames de Imagem
Radiografia de tórax Ecocardiograma Tomografia computadorizada RM cardíaca
Diagnóstico Diferencial
  • Infarto miocárdio
  • Angina instável
  • Pneumonia
  • Pleurisia
  • Gastrite
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia pela etiologia; geralmente horas a dias

Tratamento

Abordagem Geral
Estabilizar dor, monitorar sinais vitais, tratar etiologia com diretrizes, educação e planejamento.
Modalidades de Tratamento
1 Alívio da dor com analgésicos
2 Tratamento etiológico direcionado
3 Intervenção clínica quando necessário
4 Cirurgia quando indicada
5 Reabilitação cardíaca
Especialidades Envolvidas
Cardiologia Pneumologia Gastroenterologia Emergência Fisiatria
Tempo de Tratamento
Varia conforme etiologia e gravidade
Acompanhamento
Retornos semanais iniciais, ajuste de tratamento e fatores de risco

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da etiologia; dor não cardíaca geralmente tem evolução favorável.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Controle de fatores de risco
  • Reabilitação adequada
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Comorbidades
  • Dor torácica cardíaca grave
  • Instabilidade clínica
Qualidade de Vida
Pode variar de leve a moderada; impactos no bem-estar e atividades diárias

Prevenção

Prevenção Primária
Adotar hábitos saudáveis; não fumar; alimentação equilibrada; atividade física regular.
Medidas Preventivas
Parar de fumar
Controle de alimentação
Exercícios regulares
Gestão do estresse
Vacinação conforme indicação
Rastreamento
Não há rastreamento único; exames direcionados conforme risco

Dados no Brasil

Números variam por região e etiologia.
Internações/Ano
Óbitos por causas cardíacas aparecem nos boletins; variações anuais.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais frequente em grandes centros; variações por acesso.

Perguntas Frequentes

1 Por que dor no peito nem sempre é ataque cardíaco?
Pode ter causas musculoesqueléticas, pulmonares, gastrointestinais ou ansiedade; avaliação médica é essencial.
2 Como diferenciar dor cardíaca de dor não cardíaca?
História, ECG e marcadores ajudam; sinais de alarme exigem avaliação imediata.
3 Preciso de exames se a dor for leve?
Cada caso é único; médico decide necessidade de exames com base no risco.
4 É possível reduzir recorrência com mudanças no estilo de vida?
Sim; parar de fumar, alimentação equilibrada, atividade física e manejo do estresse ajudam.
5 Quais sintomas pedem atendimento imediato?
Dor súbita intensa, dificuldade para respirar, desmaio, suor frio, piora rápida.

Mitos e Verdades

Mito

dor no peito sempre é ataque cardíaco.

Verdade

existem múltiplas causas; avaliação é indispensável.

Mito

repouso total cura tudo.

Verdade

tratamento depende da etiologia; repouso isolado não resolve.

Mito

apenas idosos têm dor torácica.

Verdade

crianças e jovens também podem apresentar dor torácica por várias causas.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento de emergência se dor no peito for súbita ou intensa.
Especialista Indicado
Cardiologista ou clínico geral.
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com dificuldade para respirar ou desmaios exige atendimento imediato.
Linhas de Apoio
136 SUS 192 SAMU 188 CVV

CIDs Relacionados

R07 R07.0 R07.9 I20 I21

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.