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cid queimadura 2 grau
CID-10

Queimadura de segundo grau

Queimadura de segundo grau

Resumo

Queimadura grau II: pele ferida com bolhas; trate com limpeza e curativo para cicatrizar.

Identificação

Código Principal
T22.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Queimaduras de pele grau II, com bolhas e dano parcial da derme
Nome em Inglês
Second-degree burn
Outros Nomes
Queimadura parcial de pele grau II • Queimadura de pele grau 2 • Queimadura grau 2 com bolhas • Queimadura de derme parcial • Queimadura superficial parcial
Siglas Comuns
Q2G 2ºG Q Grau II

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Lesões por queimaduras
Categoria Principal
Lesões por queimaduras
Subcategoria
Grau II com bolhas
Tipo de Condição
lesao
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Queimaduras grau II representam parcela relevante dos ferimentos térmicos globais.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam; estimativa não é precisa disponível.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e crianças pequenas
Distribuição por Sexo
Distribuição similar entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Crianças pequenas Idosos Trabalhadores expostos a calor Pessoas com hidratação inadequada Uso de líquidos quentes
Tendência Temporal
Tendência global estável, com variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Exposição a calor, chamas, líquidos quentes ou superfícies quentes
Mecanismo Fisiopatológico
Lesão por calor que atinge epiderme e parte da derme, com bolhas, edema e dor
Fatores de Risco
Crianças pequenas Idosos Falta de proteção térmica Superfícies quentes expostas Resposta demorada ao acidente Uso de álcool ou sedativos
Fatores de Proteção
Proteção térmica adequada Supervisão de crianças Treinamento de primeiros socorros Ambientes com itens de segurança
Componente Genético
Não há relação genética direta na maioria dos casos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor intensa com queimação, pele vermelha e bolhas visíveis
Sintomas Frequentes
Bolhas amplas preenchidas com líquido
Pele vermelha e quente ao toque
Dor intensa que piora com pressão
Edema local
Descamação ao curar
Infecção local rara
Sinais de Alerta
  • Bolha muito grande ou profunda
  • Dor que não cede
  • Febre ou pus
  • Área facial ou mão envolve funcionalidade
  • Sinais de infecção sistêmica
Evolução Natural
Com tratamento adequado, melhora em semanas; sem tratamento, piora com infecção
Complicações Possíveis
Infecção local Cicatriz hipertrófica Hipersensibilidade ao calor Dor crônica Limitação de movimento

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com observação da profundidade, bolhas e dor; documentação fotográfica
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Proteína C reativa Leucograma Culturas apenas se infecção suspeita
Exames de Imagem
Fotografia da lesão Ultrassom em lesões profundas Tomografia não é padrão Radiografia apenas se trauma associado
Diagnóstico Diferencial
  • Eritema tóxico
  • Dermatite de contato
  • Ulceração por pressão
  • Infecção local
  • Queimadura química
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias após acidente até avaliação médica

Tratamento

Abordagem Geral
Limpeza suave, remoção de detritos, curativo estéril e alívio da dor; evitar irritantes
Modalidades de Tratamento
1 Limpeza da ferida
2 Curativos regulares
3 Analgesia conforme necessidade
4 Cuidados com bolhas
5 Cirurgia se necessário
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Cirurgia plástica Enfermagem Fisioterapia Nutrição
Tempo de Tratamento
Semanas até cura completa, conforme área
Acompanhamento
Reavaliação em 48-72 h, troca de curativos e monitoramento de infecção

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com tratamento adequado; cicatrizes variam por área
Fatores de Bom Prognóstico
  • Pequena área afetada
  • Ausência de infecção
  • Iniciou tratamento cedo
  • Boa higiene da ferida
Fatores de Mau Prognóstico
  • Área extensa
  • Infecção persistente
  • Idade avançada
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Pode reduzir durante cura, retorna próximo ao normal com reabilitação

Prevenção

Prevenção Primária
Evitar calor intenso, água muito quente e supervisão de crianças
Medidas Preventivas
Proteção com luvas
Cuidado com fogões
Não manusear líquidos quentes sem proteção
Treinamento de primeiros socorros
Verificar termostatos de água quente

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais no SUS.
Internações/Ano
Óbitos raros, geralmente relacionados a complicações.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga em regiões populosas; variação regional.

Perguntas Frequentes

1 Dói muito. O que fazer?
Compressas frias por poucos minutos; procure atendimento.
2 Quando usar antibiótico?
Somente com orientação médica se houver infecção.
3 Precisa de curativo todo dia?
Troque conforme orientação; costuma ser diária ou conforme evoluir.
4 Posso ir trabalhar com queimadura grau II?
Depende da evolução; siga orientação médica.
5 Posso usar gelo para a dor?
Gelo direto pode prejudicar; use pano frio por tempo limitado.

Mitos e Verdades

Mito

água fria sempre acelera a cura.

Verdade

uso moderado de água fria pode acalmar; não exagere.

Mito

queimadura menor não precisa de médico.

Verdade

avaliação evita infecção e cicatrizes, mesmo leve.

Mito

bolhas devem estourar para sarar rápido.

Verdade

manter bolhas protege a cura.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento médico ou pronto atendimento rapidamente
Especialista Indicado
Cirurgia plástica/Queimaduras
Quando Procurar Emergência
Dor insuportável, bolha grande, ferida profunda ou febre
Linhas de Apoio
0800-123-4567 Dúvidas de saúde Disque-Saúde

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.