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cid ptose palpebral
CID-10

Ptose Palpebral

Pálpebra caída

Resumo

Queda da pálpebra que pode atrapalhar a visão; tratamento pode restaurar função e aparência

Identificação

Código Principal
H02.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Ptose da pálpebra superior
Nome em Inglês
Palpebral Ptosis
Outros Nomes
Ptose palpebral • Blefaroptose • Pálpebra caída • Queda palpebral • Ptose da pálpebra superior
Siglas Comuns
PPalpebral PtPalpebral PP

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VII - Doenças do olho e anexos
Categoria Principal
Doenças do olho e anexos
Subcategoria
Ptose da pálpebra superior
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; mais comum em idosos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; mais frequente em idade avançada.
Faixa Etária Principal
Idade avançada
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres igualmente afetados
Grupos de Risco
Idosos Neuro-musculares Trauma ocular Condições congênitas Doenças sistêmicas
Tendência Temporal
Envelhecimento populacional aumenta casos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial: idade, trauma, ou déficits do elevador da pálpebra
Mecanismo Fisiopatológico
Falha ou enfraquecimento do elevador da pálpebra e da aponeurose
Fatores de Risco
Idade avançada Doenças neuromusculares Trauma ocular Cirurgia facial prévia Genética
Fatores de Proteção
Tônus orbicular preservado Saúde ocular geral Proteção solar Tratamento de doenças sistêmicas
Componente Genético
Congênita pode ter herança em alguns casos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Queda da pálpebra superior com visão reduzida
Sintomas Frequentes
Redução do campo visual superior
Dificuldade em abrir totalmente os olhos
Fadiga ocular
Tensao da testa
Assimetria entre olhos
Visão borrada
Sinais de Alerta
  • Perda súbita de visão
  • Dor ocular intensa
  • Edema orbital
  • Fraqueza ocular grave
  • Alteração neurológica
Evolução Natural
Progride lentamente se não tratado; função pode piorar com idade
Complicações Possíveis
Redução visual permanente Assimetria marcada Secura ocular Irritação crônica Cicatriz estética

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame clínico da posição palpebral e função do elevador
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Autoimunidade quando suspeita Vitamina B12 Autoanticorpos neuromusculares
Exames de Imagem
Fotografia clínica RM orbitária Ultrassom orbital Tomografia em trauma
Diagnóstico Diferencial
  • Dermatochalase leve
  • Ptose neurogênica
  • Proptose com ptose secundaria
  • Paralisia facial
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia, de meses a anos dependendo da etiologia

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento visa abrir o campo visual e restaurar função palpebral
Modalidades de Tratamento
1 Observação
2 Cirurgia de ptose
3 Técnicas de suspensão da aponeurose
4 Correção estética
5 Reabilitação visual
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Cirurgia Plástica Neurologia Reabilitação Visual Geriatria
Tempo de Tratamento
Varia; cirurgia tem recuperação de semanas
Acompanhamento
Consultas regulares; ajuste de função visual

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento adequado e avaliação funcional
Fatores de Bom Prognóstico
  • Cirurgia bem-sucedida
  • Ptose leve
  • Sem comorbidades
  • Boa adesão ao follow-up
Fatores de Mau Prognóstico
  • Neurogênica grave
  • Trauma orbital complexo
  • Doenças neuromusculares
  • Idade avançada
Qualidade de Vida
Aprimora com tratamento funcional e estético

Prevenção

Prevenção Primária
Saúde ocular geral evita complicações
Medidas Preventivas
Proteção ocular
Controle de doenças sistêmicas
Acompanhamento oftalmológico regular
Proteção solar
Tratamento de traumas
Rastreamento
Avaliação anual da visão e posição palpebral

Dados no Brasil

Não estimado; varia regional
Internações/Ano
Baixos; não relacionado diretamente
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos onde há acesso a cirurgia ocular

Perguntas Frequentes

1 Ptose palpebral é apenas estética?
Não; pode reduzir campo de visão e exige avaliação clínica
2 Quais são opções de tratamento?
Observação ou cirurgia de elevação palpebral conforme caso
3 Ptose congênita pode melhorar sozinha?
Pode exigir cirurgia para evitar prejuízo visual
4 Tempo de recuperação?
Depende da cirurgia; semanas para recuperação inicial
5 É contagiosa?
Ptose não é infecciosa

Mitos e Verdades

Mito

Cirurgia sempre necessária

Verdade

Avaliação orienta se é indicado

Mito

Ptose congênita aparece só na infância

Verdade

Pode aparecer na infância ou mais tarde

Mito

Ptose piora só com idade

Verdade

Condições neuromusculares e trauma também influenciam

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure oftalmologista; avalia necessidade de cirurgia
Especialista Indicado
Oftalmologista especialista em órbita
Quando Procurar Emergência
Dor forte, queda súbita de visão, edema orbital
Linhas de Apoio
SUS 136 Central de atendimento 188 Informações regionais de hospital

CIDs Relacionados

H02.1 H02.2 H02.3 H01.9 H03.1

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.