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cid polineuropatia
CID-10

Polineuropatia

dor nos nervos, formigamento, fraqueza

Resumo

Polineuropatia é dano a muitos nervos, causando dormência, dor e fraqueza.

Identificação

Código Principal
G62
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Polineuropatia (neuropatia periférica) segundo CID-10, grupo de neuropatias.
Nome em Inglês
Polyneuropathy
Outros Nomes
polineuropatia • polineurite • neuropatia periférica difusa • neuropatia sensório-motora • polineuropatia diabética
Siglas Comuns
PNP G62 CID-10

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Neuropatias periféricas
Subcategoria
Polineuropatia
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam: polineuropatias são comuns, especialmente com diabetes.
Prevalência no Brasil
Prevalência no Brasil ligada a diabetes e álcool; dados variam por região.
Faixa Etária Principal
Adultos acima de 50 anos
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em homens, varia conforme etiologia
Grupos de Risco
Diabetes mellitus Deficiências vitamínicas Alcoholismo Imunossupressão Neoplasias
Tendência Temporal
Tendência estável; melhoria com controle de fatores de risco.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Conjunto de danos aos nervos periféricos por causas axonais ou mielínicas; múltiplas etiologias.
Mecanismo Fisiopatológico
Dano axonal ou mielinico com padrões difusos ou segmentares.
Fatores de Risco
Diabetes Deficiências vitamínicas Alcoolismo Autoimunidade Quimioterapia HIV
Fatores de Proteção
Controle glicêmico adequado Nutrição balanceada Não usar álcool excessivo Tratamento de causas subjacentes
Componente Genético
Pode haver forma hereditária; polineuropatias genéticas autossômicas dominantes ou recessivas.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dormência, formigamento ou dor em mãos e pés.
Sintomas Frequentes
Dor neuropática
Formigamento
Paresias
Fraqueza distal
Perda de reflexos
Desequilíbrio ao caminhar
Sinais de Alerta
  • Fraqueza súbita
  • Perda de sensibilidade profunda
  • Febre com dor súbita
  • Dificuldade respiratória
  • Declínio rápido da função
Evolução Natural
Sem tratamento, pode progredir lentamente; pode estabilizar com manejo adequado.
Complicações Possíveis
Dor crônica Deficits sensoriais permanentes Quedas recorrentes Dificuldade de marcha Disfunção autonômica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese, exame neurológico, estudos de condução nervosa e exames laboratoriais.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicose/HbA1c Vitamina B12 Função renal/hepática Sorologias infecciosas
Exames de Imagem
RM de nervos periféricos RM da cabeça quando indicado Ultrassom de nervos TC conforme necessidade
Diagnóstico Diferencial
  • Radiculopatia
  • Esclerose múltipla
  • Neuropatia diabética focal
  • Mononeuropatia múltipla
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a meses; depende de acesso a atendimento.

Tratamento

Abordagem Geral
Foco na causa, alívio da dor e melhoria da função.
Modalidades de Tratamento
1 Tratamento etiológico
2 Terapia da dor neuropática
3 Fisioterapia
4 Reabilitação
5 Correções nutricionais
Especialidades Envolvidas
Neurologia Endocrinologia Fisioterapia Nutrição Reumatologia
Tempo de Tratamento
Variável; meses a anos conforme etiologia e resposta.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses, com ajuste terapêutico.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia conforme etiologia; com tratamento adequado, pode ocorrer melhoria parcial.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Controle da causa
  • Dor bem controlada
  • Adesão ao tratamento
  • Reabilitação efetiva
Fatores de Mau Prognóstico
  • Progressão rápida
  • Dano autonômico grave
  • Diabetes mal controlado
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Influência significativa na autonomia, sono e bem-estar; manejo estabiliza impacto.

Prevenção

Prevenção Primária
Eliminar fatores de risco; controle de diabetes e nutrição adequada.
Medidas Preventivas
Controle glicêmico
Correção nutricional
Não consumir álcool excessivo
Tratamento de deficiências
Vacina conforme idade
Rastreamento
Avaliação neurológica periódica para detecção precoce de progressão.

Dados no Brasil

Números nacionais variam por etiologia; não há série fixa.
Internações/Ano
Óbitos são raros quando tratadas as causas subjacentes.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior em regiões com diabetes; variações conforme acesso e etiologia.

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas mais comuns de polineuropatia?
Diabetes, deficiências vitamínicas, álcool, infecções, autoimunidade.
2 Como é feito o diagnóstico?
História clínica, exame neurológico, EMG/NCS e exames de sangue.
3 Existe cura?
Tratamentos podem controlar causas; nem todas curam, mas há alívio de sintomas.
4 Como prevenir?
Controle de diabetes, nutrição adequada, evitar álcool e tratar deficiências.
5 Dicas práticas do dia a dia?
Exercícios, alimentação equilibrada, evitar lesões e seguir o plano médico.

Mitos e Verdades

Mito

polineuropatia é exclusiva de diabéticos.

Verdade

há várias causas; controle ajuda a reduzir sintomas.

Mito

remédios naturais curam a doença.

Verdade

dor neuropática pode exigir medicações específicas.

Mito

só idosos ficam com a condição.

Verdade

jovens também podem ser afetados conforme etiologia.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento médico básico e peça avaliação neurológica.
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com fraqueza súbita, dificuldade respiratória ou confusão.
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 SUS Teleatendimento 0800 000 0000 Apoio ao paciente

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.