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cid pnm bacteriana
CID-10

Pneumonia bacteriana aguda

Pneumonia bacteriana comum

Resumo

Pneumonia bacteriana é infecção dos pulmões por bactérias; tosse com febre e falta de ar aparecem.

Identificação

Código Principal
J15
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Pneumonia bacteriana, etiologia bacteriana não especificada
Nome em Inglês
Bacterial Pneumonia
Outros Nomes
pneumonia por bactéria • inflamação pulmonar bacteriana • pneumonia bacteriana aguda • inflamação do pulmão por bactérias • pneumonia bacteriana não especificada
Siglas Comuns
PNM-B PneumBac PnaB

Classificação

Capítulo CID
Capítulo 10 - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doença respiratória infecciosa
Subcategoria
Pneumonia bacteriana, etiologia não especificada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: pneumonia bacteriana afeta dezenas de milhões por ano.
Prevalência no Brasil
Brasil: alta morbidade, variações regionais na vigilância.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos predominam
Distribuição por Sexo
Distribuição aproximadamente igual entre sexos.
Grupos de Risco
Idosos Imunossupressão Doenças respiratórias crônicas Tabagismo Comorbidades
Tendência Temporal
Tendência estável com avanços diagnósticos e vacinação.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causa principal: infecção bacteriana pulmonar por Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, outras bactérias.
Mecanismo Fisiopatológico
Colonização bacteriana provoca inflamação alveolar, edema e exsudato, prejudicando oxigenação.
Fatores de Risco
Idade avançada Tabagismo ativo Doenças respiratórias crônicas Imunossupressão Hospitais ou internação recente Exposição a ambientes fechados
Fatores de Proteção
Vacinação pneumocócica completa Higiene das vias aéreas Boa nutrição e vacinação contra gripe Vacinação contra influenza
Componente Genético
Variações genéticas podem influenciar resposta imune; não há gene único determinante.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Tosse com expectoração, febre e mal-estar são comuns.
Sintomas Frequentes
Febre alta ou moderada
Tosse produtiva
Dor torácica pleurítica
Dispneia
Fadiga
Sudorese noturna
Sinais de Alerta
  • Saturação de O2 baixa (<92%)
  • Taquipneia
  • Confusão mental
  • Dor torácica súbita
  • Hipotensão
Evolução Natural
Pode progredir sem tratamento para piora respiratória e complicações.
Complicações Possíveis
Insuficiência respiratória Sepse Derrame pleural purulento Abscesso pulmonar Fadiga crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Critérios clínicos e radiológicos: febre, tosse, condensação na radiografia e exclusão de outras causas.
Exames Laboratoriais
Hemograma com leucocitose PCR/VHS elevados Gasometria se gravidade Hemoculturas em casos graves Exame de escarro com Gram
Exames de Imagem
Radiografia de tórax com consolidação Tomografia de tórax quando necessário Ultrassom de tórax em derrames RM não comum
Diagnóstico Diferencial
  • Infecção viral
  • Bronquite aguda
  • Edema pulmonar
  • TB pulmonar
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente 1–3 dias até confirmação com imagem.

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento envolve antibióticos adequados, suporte respiratório e monitorização.
Modalidades de Tratamento
1 Antibióticos apropriados
2 Suporte de oxigênio
3 Hidratação
4 Reabilitação respiratória
5 Vacinação de seguimento
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Pneumologista Infectologista Enfermeiro Nutricionista
Tempo de Tratamento
Duração típica de 5 a 7 dias em casos sem complicação.
Acompanhamento
Revisitas em 48–72 h para ajuste de antibiótico e monitorização.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com gravidade; boa com tratamento adequado, especialmente com cuidado de comorbidades.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Gravidade leve
  • Iniciação precoce de antibiótico
  • Boa oxigenação
  • Vacinação atualizada
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Imunossupressão
  • Doenças crônicas graves
  • Sepse
Qualidade de Vida
Recuperação pode levar semanas; higiene e saúde ajudam a retornar às atividades.

Prevenção

Prevenção Primária
Vacinação, higiene respiratória, evitar tabagismo e manejo adequado de comorbidades.
Medidas Preventivas
Vacinação regular
Higiene das mãos
Máscara em gripe
Tratamento de comorbidades
Aleitamento adequado
Rastreamento
Não há rastreamento populacional específico; diagnóstico rápido importa.

Dados no Brasil

Varia por ano; dezenas a centenas de milhares no Brasil.
Internações/Ano
Mortalidade varia; geralmente menor com tratamento adequado.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em regiões com menor acesso à saúde.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas iniciais da pneumonia bacteriana?
Tosse com expectoração, febre e mal-estar são comuns.
2 Quais exames confirmam o diagnóstico?
Raio-X de tórax, exames de sangue e culturas podem confirmar.
3 É possível tratar em casa?
Casos leves podem receber antibiótico oral e cuidado domiciliar.
4 Como evitar novas crises?
Vacinação, higiene, adesão ao tratamento e prevenção de exposição.
5 Quais são as complicações potenciais?
Derrame, falência respiratória ou sepse; observação é-chave.

Mitos e Verdades

Mito

antibióticos curam resfriado comum.

Verdade

antibióticos não agem contra vírus; pneumonia bacteriana requer antibiótico adequado.

Mito

apenas idosos adoecem.

Verdade

jovens também podem ter pneumonia bacteriana.

Mito

vacinas não ajudam.

Verdade

vacina pneumocócica reduz risco de pneumonia grave.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento ao perceber febre alta ou tosse forte com falta de ar.
Especialista Indicado
Clínico geral ou pneumologista.
Quando Procurar Emergência
Dificuldade intensa de respirar, confusão, saturação baixa ou dor torácica severa.
Linhas de Apoio
136 - Disque SUS Central de atendimento saúde Contato local de referência

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.