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cid pielonefrite
CID-10

Pielonefrite aguda

Pielonefrite aguda

Resumo

Infecção renal com dor, febre e dor ao urinar; tratamento com antibióticos e hidratação.

Identificação

Código Principal
N10
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Pielonefrite aguda, conforme CID-10, OMS
Nome em Inglês
Acute Pyelonephritis
Outros Nomes
Pielonefrite • Infecção renal aguda • Pyelonephritis acuta • Pielonefrite aguda do rim • PI aguda
Siglas Comuns
PNF PIE PNEF

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIV - Doenças do aparelho urinário
Categoria Principal
Doenças infecciosas urinárias
Subcategoria
Pielonefrite aguda
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Mais frequente em mulheres adultas; variações regionais.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; comum em adultos e mulheres.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e mulheres em idade fértil
Distribuição por Sexo
Predominância feminina
Grupos de Risco
Mulheres em idade fértil Gestantes Diabéticos Portadores de cateter vesical Anomalias urinárias
Tendência Temporal
Ocorrência estável com variações regionais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Bacteriana ascendência pelas vias urinárias; E. coli domina
Mecanismo Fisiopatológico
Ascensão bacteriana até os rins, inflamação renal
Fatores de Risco
Sexo feminino Gravidez Idade avançada Cateter urinário Anomalias urinárias Imunossupressão
Fatores de Proteção
Hidratação adequada Higiene genital correta Tratar UTIs precocemente Vacinação conforme recomendação
Componente Genético
Influência genética é limitada; predisposição por anomalias.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no flanco com febre e mal-estar
Sintomas Frequentes
Dor lombar
Febre com calafrios
Disúria
Urgência urinária
Náusea ou vômito
Mal-estar geral
Sinais de Alerta
  • Dor que piora
  • Sinais de sepse
  • Diurese reduzida
  • Desidratação grave
  • Alteração mental
Evolução Natural
Pode evoluir para sepse sem tratamento; bom prognóstico com manejo.
Complicações Possíveis
Sepse Abscesso renal Insuficiência renal transitória Nefrolitíase associada Dano renal

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Quadro clínico sugestivo mais evidência laboratorial
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/CRP Creatinina Urina tipo 1 com urocultura Cultura de urina
Exames de Imagem
USG renal TC sem contraste RM em casos selecionados Doppler renal
Diagnóstico Diferencial
  • Cistite
  • Uretrite
  • Prostatite
  • Infecção vaginal
  • Doença renal poliquística
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente horas a dias

Tratamento

Abordagem Geral
Antibióticos apropriados e suporte clínico, ajuste conforme cultura
Modalidades de Tratamento
1 Antibióticos conforme gravidade
2 Hidratação
3 Monitoramento
4 Cirurgia em obstrução
5 Tratamento de complicações
Especialidades Envolvidas
Clínica Urologia Nefrologia Infectologia Ginecologia
Tempo de Tratamento
Duração típica 7-14 dias
Acompanhamento
Acompanhamento clínico e repetição de culturas

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento adequado; recuperação completa na maioria
Fatores de Bom Prognóstico
  • Início precoce
  • Sem comorbidades
  • Função renal preservada
  • Resposta rápida
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Gravidez de alto risco
  • Sepsis
  • Obstrução não resolvida
Qualidade de Vida
Impacto moderado, geralmente retorna à normalidade

Prevenção

Prevenção Primária
Hidratação adequada, higiene urinária, tratar infecções precocemente
Medidas Preventivas
Beber água regularmente
Urinar após relação
Higiene íntima
Tratar UTIs rapidamente
Evitar cateterização desnecessária
Rastreamento
Exames preventivos para indivíduos com risco ou recorrência

Dados no Brasil

Número varia por região; tendência de estabilidade
Internações/Ano
Óbitos baixos com tratamento adequado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste com maior registro; outras regiões variam

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais da pielonefrite?
Dor no flanco, febre, dor ao urinar e mal-estar.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, urina, culturas e exames de imagem.
3 Pode tratar sem hospitalização?
Sim, muitos casos são ambulatoriais; gravidade guia internação.
4 Existe prevenção para recidivas?
Beber água, urinar após relação; tratar UTIs precocemente.
5 Quando buscar atendimento imediato?
Febre alta, dor severa, confusão ou pouca diurese demandam atendimento.

Mitos e Verdades

Mito

apenas mulheres adoecem.

Verdade

homens também podem ter pielonefrite.

Mito

antibióticos sempre resolvem rápido.

Verdade

resposta depende de gravidade e fatores de risco.

Mito

cirurgia é obrigatória.

Verdade

cirurgia é rara, apenas com obstrução.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica ou UPA se febre alta ou dor forte
Especialista Indicado
Clínico Geral ou Urologista
Quando Procurar Emergência
Sinais de sepse: febre alta, confusão, pele fria
Linhas de Apoio
136 - Disque Saúde SUS 0800 111 011 Central de atendimento local

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.