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cid perda auditiva bilateral
CID-10

Perda Auditiva Bilateral

Perda de audição bilateral

Resumo

Ouvidos com perda em ambos os lados; diagnóstico, proteção e tratamento ajudam

Identificação

Código Principal
H91.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Perda Auditiva Bilateral, incluindo etiologias sensorioneurais, diagnóstico e manejo
Nome em Inglês
Bilateral Sensorineural Hearing Loss
Outros Nomes
Surdez bilateral • Hipoacusia bilateral • Perda auditiva bilateral sensorioneural • Surdez bilateral crônica • Audição reduzida bilateral
Siglas Comuns
HAB SAB HAB-BI

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do ouvido e da audição
Categoria Principal
Perda auditiva
Subcategoria
Sensorioneural bilateral
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: dezenas de milhões com perda auditiva bilateral.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta alta prevalência entre adultos e idosos; dados variam por método.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Predominantemente equilibrada entre sexos, dependendo da etiologia
Grupos de Risco
Idosos Exposição a ruído Uso de ototóxicos Traumas auditivos Predisposição genética
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento populacional e exposicao a ruido

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem sensório-neural principal, com causas adquiridas por idade ou ruído.
Mecanismo Fisiopatológico
Dano ao ouvido interno, células ciliadas ou nervo auditivo; degeneração progressiva
Fatores de Risco
Idade avançada Ruído ocupacional Uso de ototóxicos Traumas no ouvido Genética
Fatores de Proteção
Proteção auricular Exposição controlada a ruído Saúde cardiovascular Detecção precoce
Componente Genético
Contribuição genética em alguns casos, multigênica

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Perda gradual da audição, especialmente em altas frequências
Sintomas Frequentes
Redução de som em ambientes barulhentos
Zumbido (tinnitus)
Dificuldade em entender fala
Necessidade de repetir palavras
Ouvimento menos claro
Fala parece distorcida
Sinais de Alerta
  • Perda súbita de audição
  • Dor aguda no ouvido
  • Piora rápida de equilíbrio
  • Sangramento no ouvido
  • vertigem severa
Evolução Natural
Sem tratamento, evolução pode ser lenta; intervenção estabiliza ou melhora parte da audição
Complicações Possíveis
Isolamento social Depressão Dificuldade profissional Queda de qualidade de vida Fadiga comunicativa

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Audiometria tonal/vocal com comparação delimiares e tipagem; história clínica
Exames Laboratoriais
Hemograma Perfil lipídico Triglicerídeos VDRL TSH/anticorpos
Exames de Imagem
RM do ouvido interno RM Neurolab TC osso temporal
Diagnóstico Diferencial
  • Perda condutiva isolada
  • Doença de Ménière
  • Neuroma acústico
  • Otite média crônica
  • Traumatismo auditivo
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses em média para confirmação com exames

Tratamento

Abordagem Geral
Equipe multidisciplinar: proteção sonora, reabilitação e manejo etiológico
Modalidades de Tratamento
1 Dispositivos auditivos
2 Implante coclear
3 Terapia de comunicação
4 Tratamento etiológico
5 Reabilitação auditiva
Especialidades Envolvidas
Otorrino Fonoaudiologia Audiologia Família Reabilitação
Tempo de Tratamento
Varia; reabilitação pode exigir meses
Acompanhamento
Retornos semestrais com otorrino e fonoaudiologia

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia e adesão; qualidade de vida pode melhorar com terapia
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tratamento precoce
  • Boa adesão
  • Acesso a aparelhos
  • Reabilitação eficaz
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diagnóstico tardio
  • Gravidade elevada
  • Comorbidades
  • Baixa adesão
Qualidade de Vida
Melhor com reabilitação; comunicação facilitada e participação social

Prevenção

Prevenção Primária
Proteger ouvidos: reduzir ruído, evitar lesões auditivas
Medidas Preventivas
Protetores auriculares
Limitar exposição a ruídos
Tratamento rápido de infecções
Avaliação médica periódica
Educação em saúde auditiva
Rastreamento
Triagem auditiva em neonatos e monitoramento ocupacional

Dados no Brasil

Pacientes com perda auditiva pouco hospitalizados
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões sul e nordeste com maior registro

Perguntas Frequentes

1 Posso evitar perder audição com proteção?
Sim, proteção adequada reduz risco de lesões auditivas.
2 A surdez evolui mesmo com tratamento?
Pode estabilizar ou melhorar com reabilitação e ajustes.
3 Como diagnostico a perda de audição?
Avaliação com audiometria e exame clínico.
4 A dieta influencia na audição?
Boas escolhas ajudam saúde geral, sem efeito direto único.
5 Preciso usar aparelho o tempo todo?
O médico orienta; uso diário melhora comunicação.

Mitos e Verdades

Mito

ruído constante não danifica ouvido.

Verdade

exposição repetida pode causar danos graduais.

Mito

surdez vem apenas da idade.

Verdade

pode ocorrer em adultos jovens com fatores de risco.

Mito

aparelhos são invasivos.

Verdade

dispositivos são modernos, reversíveis e bem ajustados.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Unidade básica de saúde, otorrino ou centro auditivo
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista
Quando Procurar Emergência
Perda súbita de audição, vertigem aguda ou dor intensa requer atendimento
Linhas de Apoio
136 0800-999-136

CIDs Relacionados

H90.3 H92.0 H93.1 H95.0 H90.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.