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cid pé diabetico
CID-10

Pé diabético com ulceração

pé diabético

Resumo

Pé diabético é ferida no pé de quem tem diabetes; cuidados simples ajudam.

Identificação

Código Principal
E11.52
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Diabetes mellitus tipo 2 com síndrome do pé diabético (nomenclatura OMS)
Nome em Inglês
Diabetic foot syndrome in type 2 diabetes
Outros Nomes
pé diabético • úlcera do pé diabético • síndrome do pé diabético • diabetes com pé ulcerado • pé neuropático diabético
Siglas Comuns
PDM PÉD PDiab

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas
Categoria Principal
Diabetes com complicações
Subcategoria
Síndrome do pé diabético
Tipo de Condição
sindrome
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Alta prevalência entre diabéticos; variações regionais.
Prevalência no Brasil
Elevada entre diabéticos brasileiros, com disparidades regionais.
Faixa Etária Principal
Adultos, sobretudo acima de 60 anos
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre sexos
Grupos de Risco
Diabetes tipo 2 Neuropatia periférica Isquemia periférica Hábito de fumar Feridas prévias
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento e obesidade

Etiologia e Causas

Causa Principal
Diabetes tipo 2 com neuropatia periférica e isquemia, predispondo lesões no pé
Mecanismo Fisiopatológico
Neuropatia, isquemia e infecção promovem feridas crônicas no pé
Fatores de Risco
Diabetes mal controlado Neuropatia Isquemia Idade avançada Tabagismo Higiene inadequada
Fatores de Proteção
Controle glicêmico Higiene dos pés Calçados adequados Rotina de exercícios
Componente Genético
Influência genética moderada na susceptibilidade

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dormência, formigamento ou dor leve no pé
Sintomas Frequentes
Úlceras plantares
Perda de sensibilidade
Edema local
Dor ao toque
Infecção frequente
Mau odor ou secreção
Sinais de Alerta
  • Febre alta
  • Dor desproporcional
  • Vermelhidão com calor
  • Secreção purulenta
  • Aumento de edema
Evolução Natural
Feridas sem tratamento tendem a piorar com infecção e isquemia
Complicações Possíveis
Gangrena Amputação Infecção sistêmica Osteomielite Celulite extensa

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de diabetes com lesão no pé e ferida, exame de sensibilidade e circulação
Exames Laboratoriais
HbA1c Glicemia de jejum PCR VHS Proteína C reativa
Exames de Imagem
Radiografia de pé Doppler vascular RM de pé Ultrassom de tecidos
Diagnóstico Diferencial
  • Úlcera venosa
  • Infecção cutânea não diabética
  • Osteomielite não diabética
  • Doença arterial periférica não diabética
  • Psoríase com ulceração
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico típico dentro de semanas com avaliação clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Controle glicêmico, higiene dos pés, desbridamento e curativos adequados
Modalidades de Tratamento
1 Cuidados com ferida
2 Antibioticoterapia conforme cultura
3 Desbridamento
4 Tratamento da isquemia
5 Controle glicêmico
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Podiatria Cirurgia vascular Infeciologia Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Duração varia de semanas a meses, conforme gravidade
Acompanhamento
Retornos regulares, avaliação de pele, glicemia e circulação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com gravidade, cuidado e controle glicêmico
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa perfusão
  • Controle glicêmico estável
  • Feridas limpas com tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Infecção sistêmica
  • Gangrena
  • Neuropatia extensa
  • Internação necessária
Qualidade de Vida
Pode melhorar com cuidado contínuo e suporte.

Prevenção

Prevenção Primária
Controle glicêmico, higiene diária dos pés e calçados adequados
Medidas Preventivas
Inspeção diária
Corte de unhas adequado
Calçados confortáveis
Tratamento rápido de feridas
Vacinação em dia
Rastreamento
Exames de pé regulares com avaliação de sensibilidade e circulação

Dados no Brasil

Varia regionalmente; milhares de internações anuais
Internações/Ano
Mortalidade associada às complicações varia por região
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Desigual entre regiões; demanda maior no Sudeste/Nordeste

Perguntas Frequentes

1 Como o pé diabético se desenvolve?
Diabetes danifica nervos e vasos, feridas aparecem com mais facilidade.
2 Sinais de atendimento imediato?
Febre, dor forte, vermelhidão crescente, pus, sensação de calor. procure ajuda.
3 Como prevenir pés diabéticos?
Higiene, inspeção diária, calçados adequados, glicemia estável, feridas tratadas.
4 Qual é o tratamento típico?
Cuidados locais, antibióticos se infecção, controle glicêmico, tratamento de isquemia.
5 Pode haver cura completa?
Alguns casos curam com tratamento, outros necessitam manejo crônico e acompanhamento.

Mitos e Verdades

Mito

pé diabético leva sempre à amputação

Verdade

com cuidado, não precisa amputar; melhoria é possível.

Mito

feridas curam sozinhas

Verdade

exige limpeza, proteção e avaliação clínica.

Mito

tudo bem ignorar feridas no pé

Verdade

buscar avaliação evita complicações graves.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: unidade básica de saúde ou médico de confiança
Especialista Indicado
Endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Procure P.S. se febre, dor intensa, vermelhidão crescente ou secreção
Linhas de Apoio
0800-000-0000 DisqueSaúde 136 SUS Central de Atendimento

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.