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cid osteopenia
CID-10

Osteopenia

Baixa densidade óssea

Resumo

Osteopenia é densidade óssea abaixo do normal; prevenção evita fraturas.

Identificação

Código Principal
M85.8
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Osteopenia: redução da densidade mineral óssea, sem fraturas estabelecidas
Nome em Inglês
Osteopenia
Outros Nomes
osteopenia • densidade óssea baixa • redução de densidade óssea • perda óssea precoce • osteopenia óssea
Siglas Comuns
BMD DEXA DXA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema esquelético
Categoria Principal
Doenças metabólicas ósseas
Subcategoria
Densidade mineral óssea baixa
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global elevada entre idosos; variações por sexo e região.
Prevalência no Brasil
Brasil: dados limitados; prevalência aumenta com idade, especialmente em mulheres.
Faixa Etária Principal
Adultos mais velhos, especialmente mulheres
Distribuição por Sexo
Maior em mulheres pós-menopausa
Grupos de Risco
Mulheres na menopausa Idosos Baixa ingestão de cálcio Deficiência de vitamina D Sedentarismo Uso de corticoides
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento populacional e detecção mais rápida.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Perda de densidade óssea com envelhecimento; queda de estrogênio na menopausa aumenta o risco.
Mecanismo Fisiopatológico
Perda de massa óssea por desequilíbrio entre formação e reabsorção, resultando em densidade mineral óssea menor.
Fatores de Risco
Idade avançada Menopausa Baixa ingestão de cálcio Deficiência de vitamina D Sedentarismo Tabagismo
Fatores de Proteção
Atividade física regular Dieta rica em cálcio/vitamina D Exposição solar moderada Abstinência de tabaco
Componente Genético
Contribuição genética moderada; alguns polimorfismos influenciam remodelação óssea.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Muitas vezes assintomática; dor discreta pode surgir
Sintomas Frequentes
Dor lombar intermitente
Fraturas por fragilidade
Perda de altura
Postura encurvada
Dor nas costas
Sinais de Alerta
  • Fratura espontânea
  • Dor aguda sem trauma
  • Perda de altura súbita
  • Fraqueza súbita de membros
  • Dor que não melhora
Evolução Natural
Pode progredir para osteoporose se fatores persistirem; prevenção é essencial.
Complicações Possíveis
Fraturas por fragilidade Dor crônica Redução da mobilidade Queda de autonomia Limitação de atividades

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
DEXA com T-score entre -1,0 e -2,5; exclusão de outras causas.
Exames Laboratoriais
Calcio sérico Fósforo Vitamina D PTH Ferro/ferritina
Exames de Imagem
DEXA Radiografias ósseas RM apenas se fraturas suspeitas TC se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Osteoporose
  • Hipovitaminose D
  • Deficiência de cálcio
  • Doenças metabólicas ósseas
  • Raquitismo adulto
Tempo Médio para Diagnóstico
Semanas a meses após densitometria

Tratamento

Abordagem Geral
Modificação de fatores de risco, nutrição adequada, atividade física e monitoramento.
Modalidades de Tratamento
1 Suplementação de cálcio/vitamina D
2 Exercícios de resistência e equilíbrio
3 Reabilitação
4 Monitoramento
5 Tratamento de fraturas se ocorrerem
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Geriatria Ortopedia Reumatologia Nutrição
Tempo de Tratamento
Duração ajustada ao risco; acompanhamento anual
Acompanhamento
Consultas semestrais; densitometria a cada 1-2 anos; ajuste de dieta

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente estável com manejo adequado; pode progredir sem intervenção.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Atividade física regular
  • Correção de deficiências de Vit D
  • Dieta equilibrada
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Fraturas prévias
  • Uso crônico de corticoides
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Mantém-se estável com manejo adequado; autonomia preservada

Prevenção

Prevenção Primária
Dieta com cálcio e vitamina D; exercícios; estilo de vida saudável.
Medidas Preventivas
Dieta equilibrada
Exposição solar moderada
Treinos de equilíbrio
Evitar tabagismo
Limitar álcool
Rastreamento
DEXA para monitorar densidade; reavaliação conforme idade e risco

Dados no Brasil

Baixas internações diretas; fraturas aumentam hospitalizações.
Internações/Ano
Óbitos diretos são raros; fraturas elevam mortalidade indireta.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maiores densidades em grandes centros; zonas rurais sub-representadas.

Perguntas Frequentes

1 Dúvida comum: osteopenia pode evoluir?
Sim; depende de fatores de risco e estilo de vida.
2 Causa principal da osteopenia?
Envelhecimento com queda hormonal e fatores ambientais.
3 Como diagnosticar?
Densitometria com T-score entre -1,0 e -2,5.
4 Prevenção eficaz?
Cálcio, vitamina D e exercícios, com orientação médica.
5 Quais atividades ajudam diariamente?
Caminhadas, treino de resistência, equilíbrio e alimentação adequada.

Mitos e Verdades

Mito

osteopenia sempre progride para osteoporose.

Verdade

evolução depende de fatores; hábitos fazem diferença.

Mito

apenas mulheres ficam com densidade baixa.

Verdade

homens também podem ter osteopenia.

Mito

cálcio sozinho evita fraturas.

Verdade

cálcio com vitamina D e exercício funciona melhor.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procure médico de confiança ou serviço de saúde
Especialista Indicado
Endocrinologista ou geriatra
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, fratura ou incapacidade requer avaliação
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS Central Avaliar serviços locais

CIDs Relacionados

M85.8 M80 M81 M95.5 Z87.820

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.