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cid osteoartrose
CID-10

Osteoartrite degenerativa

Artrose comum

Resumo

OA é doença articular degenerativa com dor e limitação.

Identificação

Código Principal
M19
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Osteoartrite degenerativa das articulações, nomenclatura OMS
Nome em Inglês
Osteoarthritis
Outros Nomes
osteoartrite • osteoartrose • artrose degenerativa • dor articular crônica
Siglas Comuns
OA OSTEOARTROSE

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do aparelho locomotor
Categoria Principal
Doenças musculoesqueléticas degenerativas
Subcategoria
Osteoartrite/osteoartrose
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global variável, estimativas de OA entre 7-20% de adultos
Prevalência no Brasil
Varia com idade; estimativas de 7-15% em adultos
Faixa Etária Principal
Adultos maiores de 60 anos
Distribuição por Sexo
Mais frequente em mulheres
Grupos de Risco
idosos mulheres na menopausa sobrepeso lesões articulare prévias atividade física repetitiva
Tendência Temporal
Progressão lenta com envelhecimento

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desgaste articular degenerativo com fatores mecânicos, inflamatórios e genéticos
Mecanismo Fisiopatológico
perda progressiva de cartilagem com remodelação óssea subcondral e osteófitos
Fatores de Risco
idade avançada sexo feminino obesidade trauma articular alinhamento inadequado atividade repetitiva
Fatores de Proteção
controle de peso exercícios regulares calçados adequados treino de força
Componente Genético
Susceptibilidade genética moderada à OA

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor articular que piora com uso e melhora com repouso
Sintomas Frequentes
dor e rigidez matinal curta
crepitação
limitação de movimento
inchaço leve
dor após atividade
fraqueza muscular
Sinais de Alerta
  • dor súbita com febre
  • inchaço extremo
  • deformidades súbitas
  • diminuição da força
  • febre baixa
Evolução Natural
progressão lenta sem tratamento, com queda gradual da função
Complicações Possíveis
limitação funcional dor crônica persistente deformidade leve uso de analgésicos crônicos dependência de apoio

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor crônica + alterações radiográficas (osteófitos) e exclusão de inflamatórias
Exames Laboratoriais
hemograma PCR/CRP fator reumatoide ANA urina
Exames de Imagem
Radiografia simples da articulação RM quando indicado Ultrassom para sinovite leve TC se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Artrite reumatoide
  • Gota/artropatias uráticas
  • Artrite séptica
  • Lúpus articular
  • Doenças inflamatórias degenerativas
Tempo Médio para Diagnóstico
6-24 meses desde início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Gestão multidisciplinar: educação, exercícios, peso, manejo da dor não farmacológico
Modalidades de Tratamento
1 educação e exercícios
2 fisioterapia
3 medicação analgésica/anti-inflamatória
4 infiltrações intra-articulares
5 cirurgia em casos graves
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Reumatologista Fisiatria Fisioterapia Nutrição
Tempo de Tratamento
Duração varia com gravidade e resposta
Acompanhamento
retornos a cada 3-6 meses, monitorar dor, função, peso

Prognóstico

Prognóstico Geral
Crônica, com boa qualidade de vida possível com tratamento
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesão
  • peso estável
  • exercício regular
  • bom alinhamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • obesidade grave
  • dor incapacitante
  • comorbidades
  • baixa adesão
Qualidade de Vida
Impacto moderado a significativo na mobilidade

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável, evitar lesões, manter atividade física
Medidas Preventivas
educação ergonômica
controle de peso
treino de força
calçados adequados
alongamento diário
Rastreamento
Avaliações periódicas para dor, função e mobilidade

Dados no Brasil

Nº de internações osteoartrose por ano
Internações/Ano
Óbitos atribuíveis OA são baixos
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste com maior impacto, variação regional

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais aparecem no início da OA?
Dor ao usar, rigidez breve, crepitação e perda gradual de movimento.
2 Como confirmar o diagnóstico?
Avaliação clínica mais radiografias; exames para excluir inflamação.
3 É possível curar OA?
Não cura definitiva; foco em dor moderada e função com tratamento.
4 Como prevenir OA?
Peso estável, atividade física e evitar lesões repetidas.
5 Dicas práticas do dia a dia?
Fortaleça torno e joelho, boa postura, pausas em atividades repetitivas.

Mitos e Verdades

Mito

OA é apenas desgaste da idade.

Verdade

genética, inflamação leve e mecânica contribuem.

Mito

repouso total cura OA.

Verdade

movimento moderado ajuda; imobilização prolongada piora.

Mito

cirurgias curam OA rapidamente.

Verdade

cirurgia alivia, requer reabilitação extensa.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou ortopedista para avaliação
Especialista Indicado
Ortopedista ou reumatologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com febre, inchaço rápido ou febre alta
Linhas de Apoio
0800 SUS Central de apoio local SUS

CIDs Relacionados

M19.90 M17.0 M16.0 M15.9 M25.5

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.