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cid nodulos cervicais
CID-11

Linfonodomegalia cervical

Gânglios inchados do pescoço

Resumo

Nódulos no pescoço têm várias causas; diagnóstico te ajuda a entender a situação.

Identificação

Código Principal
R59.0
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Lymphadenopathy (linfonodomegalia)
Nome em Inglês
Cervical Lymphadenopathy
Outros Nomes
linfadenopatia cervical • adenopatia cervical • linfadenite cervical • gânglios cervicais inflamados • nodos linfáticos cervicais
Siglas Comuns
LN cervical LNC Linfadenopatia

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças do sistema linfático
Categoria Principal
Doenças do sistema linfático
Subcategoria
Linfadenopatia cervical
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Casos variam por etiologia; linfonodomegalia é comum em infecções e doenças inflamatórias.
Prevalência no Brasil
Dados locais variam; sinais são frequentes em infecções respiratórias e tuberculose.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; pico em adultos jovens e crianças
Distribuição por Sexo
Sem predomínio sexo-hard; varia com causa subjacente
Grupos de Risco
Infecções agudas Imunossupressão Neoplasias Doenças autoimunes Transplantes
Tendência Temporal
Varia com surtos infecciosos e tumores; tendência geralmente estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
Resposta linfática a patógenos, inflamação ou neoplasias
Mecanismo Fisiopatológico
Linfoócitos se multiplicam e formam nódulos em resposta a antigenos
Fatores de Risco
Resfriados frequentes Imunossupressão Diabetes Infecção crônica Transplante Exposição a patógenos
Fatores de Proteção
Vacinação atualizada Higiene adequada Tratamento de infecções Acompanhamento médico
Componente Genético
Contribuição genética em síndromes específicas; geralmente não determinante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Nódulos no pescoço palpáveis, móveis ou firmes
Sintomas Frequentes
Nódulos persistentes >2 semanas
Febre baixa
Suor noturno
Fadiga
Perda de peso leve
Dor local
Sinais de Alerta
  • Nódulo fixo
  • Crescimento rápido
  • Febre alta persistente
  • Dor intensa
  • Biópsia suspeita
Evolução Natural
Alguns casos regredem com tratamento; outros persistem
Complicações Possíveis
Abscesso Disseminação Compressão de vias aéreas Transformação maligna rara Dano estético

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame e testes direcionados; biópsia quando necessário
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/VS HIV TB-PPD/IGRA EBV/CMV se indicado
Exames de Imagem
Ultrassom de pescoço Tomografia de pescoço RM de pescoço PET-CT se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Infecção viral
  • Infecção bacteriana
  • Neoplasia linfática
  • Tuberculose cervical
  • Sarcoidose
Tempo Médio para Diagnóstico
Detecção comum em semanas; depende de apresentação

Tratamento

Abordagem Geral
Tratar etiologia subjacente; alívio de dor e monitoramento
Modalidades de Tratamento
1 Antimicrobianos conforme etiologia
2 Cirurgia para diagnóstico
3 Observação cuidadosa
4 Quimioterapia/Imunoterapia se neoplasia
5 Tratamento de doença autoimune
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Infectologista Oncologista Cirurgião Pediatria
Tempo de Tratamento
Varia de semanas a meses conforme causa
Acompanhamento
Consultas regulares para evolução e efeitos do tratamento

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia; infecções costumam boa resposta
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta rápida ao tratamento
  • Nódulos móveis
  • Ausência de febre
  • Exames estáveis
Fatores de Mau Prognóstico
  • Fixação profunda
  • Nódulos grandes
  • Biópsia inconclusiva
  • Indícios de neoplasia
Qualidade de Vida
Impacto moderado a leve; melhora com tratamento adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene, vacinação adequada e manejo de infecções
Medidas Preventivas
Vacinação atualizada
Tratamento oportuno de infeções
Controle de doenças crônicas
Acompanhamento médico
Redução de exposição a patógenos
Rastreamento
Acompanhamento periódico quando etiologia crônica ou neoplásica é suspeita

Dados no Brasil

Internações associadas variam conforme etiologia
Internações/Ano
Óbitos dependem da causa subjacente
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com maior registro dependem de doenças locais

Perguntas Frequentes

1 Nódulos cervicais são sempre graves?
Nenhum sinal indica gravidade; muitos são benignos.
2 Quando suspeitar de neoplasia?
Nódulos fixos, grandes, ou com perda de peso requer avaliação.
3 Preciso de cirurgia sempre?
Apenas quando necessário; biópsia muitas vezes esclarece.
4 Existem exames simples para começar?
História, exame físico, ultrassom e hemograma ajudam.
5 Como posso prevenir complicações?
Acompanhamento médico e tratamento precoce das causas

Mitos e Verdades

Mito

nodos cervicais são sempre cancerosos

Verdade

grande parte é infeccioso ou inflamatório

Mito

camadas de pele protegem sempre

Verdade

proteção depende de etiologia e acesso ao cuidado

Mito

antibióticos curam tudo

Verdade

apenas se houver infecção bacteriana específica

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico ou pronto atendimento ao notar nódulos persistentes
Especialista Indicado
Clínico geral ou Infectologista
Quando Procurar Emergência
Sinais graves/urgentes: febre alta, dor intensa, dificuldade respirar ou engolir
Linhas de Apoio
0800 SUS suporte Central de orientação médica

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.