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cid neuropatia periférica
CID-10

Neuropatia periférica

Dor nos nervos periféricos

Resumo

Neuropatia periférica é dano nos nervos que causa dor e formigamento.

Identificação

Código Principal
G61.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Neuropatia periférica, não especificada
Nome em Inglês
Peripheral neuropathy
Outros Nomes
Neuropatia periférica • Polineuropatia • Neuropatia distal • Parestesia periférica • Nervos danificados
Siglas Comuns
NP PNP DPN

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Neuropatias e radiculopatias
Subcategoria
Neuropatia periférica não especificada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; neuropatia afeta dezenas a centenas de milhões, conforme etiologia.
Prevalência no Brasil
Varia com diabetes e envelhecimento; dados nacionais limitados, estimativas regionais.
Faixa Etária Principal
Adultos mais velhos, geralmente acima de 50 anos
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Diabetes tipo 2 Deficiência de B12 Álcool Quimioterapia HIV/infecções
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento populacional e diabetes; prevenção pode modificar.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Dano nervoso por metabolismo desregulado, inflamação ou compressão, com diabetes como principal gatilho.
Mecanismo Fisiopatológico
Danos axonais, mielina afetada, inflamação local e mudanças vasculares
Fatores de Risco
Diabetes tipo 2 Deficiência de B12 Álcool Obesidade Quimioterapia Tabagismo
Fatores de Proteção
Controle glicêmico Dieta balanceada Exercício Suporte social
Componente Genético
Hereditaridade causa neuropatias específicas; na maioria adquirida

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor neuropática persistente, queimação e formigamento nos pés ou mãos, pior à noite.
Sintomas Frequentes
Dor em queimação nos pés ou mãos
Formigamento
Sensação de choques elétricos
Perda de sensibilidade leve
Fraqueza distal suave
Problemas de equilíbrio
Sinais de Alerta
  • Fraqueza súbita grave
  • Perda de controle urinário
  • Dor intensa com febre
  • Alteração sensorial súbita
  • Confusão neurológica
Evolução Natural
Sem tratamento, pode progredir com dor crônica, queda de sensibilidade e limitações.
Complicações Possíveis
Úlceras nos pés por perda de sensibilidade Dor crônica refratária Queda de mobilidade Instabilidade autonômica Infecções cutâneas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, exame neurológico e exames de condução nervosa para confirmar neuropatia.
Exames Laboratoriais
Glicemia de jejum HbA1c Vitamina B12 TSH Hemograma completo
Exames de Imagem
RM de nervos periféricos RM lombar para radiculopatia Ultrassonografia de nervos
Diagnóstico Diferencial
  • Diabetes com neuropatia
  • Deficiência de B12
  • Radiculopatia
  • Neuropatia autonômica não relacionado
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de meses a anos conforme etiologia e acesso a serviços.

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo da dor, controle da causa subjacente e reabilitação.
Modalidades de Tratamento
1 Controle da etiologia
2 Terapias não farmacológicas da dor
3 Fisioterapia
4 Educação do paciente
5 Reabilitação sensorial
Especialidades Envolvidas
Neurologia Endocrinologia Fisiatria Reabilitação Clínica geral
Tempo de Tratamento
Duração depende da etiologia; geralmente longo prazo com revisões.
Acompanhamento
Consultas a cada 3-6 meses; avaliar dor, função e adesão.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva varia; boa adesão melhora dor e função.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Controle glicêmico
  • Dor bem controlada
  • Boa reabilitação
  • Poucas comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor resistente
  • Diabetes mal controlado
  • Fraqueza muscular
  • Complicações autonômicas
Qualidade de Vida
Pode haver boa qualidade de vida com manejo adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de risco como diabetes, alcoolismo moderado, alimentação nutritiva
Medidas Preventivas
Controle glicêmico
Suplementação de B12 se necessário
Evitar neurotóxicos
Exercício regular
Monitoramento médico
Rastreamento
Monitorar glicose, B12 e função nervosa quando fatores de risco presentes

Dados no Brasil

Milhares/ano no SUS
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta; mais por complicações
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga em grandes centros; menores em áreas remotas

Perguntas Frequentes

1 Dor neuropática pode piorar com o tempo?
Sim, sem tratamento pode progredir; tratamento ajuda a controlar dor e função.
2 Havera cura completa?
Poucos casos de cura total; foco é controle de sintomas e prevenção.
3 Diagnóstico precoce ajuda?
Sim, permite tratar a causa e reduzir danos ao nervo.
4 Prevenção eficaz?
Controle de risco como diabetes, alimentação e exercícios ajudam.
5 Qual a vida com neuropatia?
Pode haver boa qualidade de vida com manejo adequado.

Mitos e Verdades

Mito

neuropatia é apenas para idosos.

Verdade

pode afetar adultos jovens com fatores de risco.

Mito

dor sempre significa dano grave.

Verdade

dor pode ser dolorosa sem doença severa.

Mito

apenas remédios fortes ajudam.

Verdade

combinação de dor, etiologia e reabilitação funciona.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica geral ou neurologista; inicie avaliação
Especialista Indicado
Neurologista ou endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa repentina, fraqueza marcada, confusão ou fala ruim
Linhas de Apoio
Contato local de serviços de saúde Central de regulação regional Linha de apoio do serviço público

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.