contato@nztbr.com
cid n95
CID-10

Transtornos não inflamatórios do trato genital feminino

Transtornos genitais femininos não inflamatórios

Resumo

Conjunto de condições genitais femininos não inflamatórios, com manejo hormonal e reabilitação.

Identificação

Código Principal
N95
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outros transtornos não inflamatórios do trato genital feminino
Nome em Inglês
Noninflammatory disorders of the female genital tract
Outros Nomes
Transtornos genitais não inflamatórios • Doenças não inflamatórias do trato genital • Condições genitais não inflamatórias • Disfunções do trato genital feminino • Distúrbios não inflamatórios vaginais
Siglas Comuns
NFIF NF-GF N-FGIN

Classificação

Capítulo CID
Capítulo N - Doenças do trato genital feminino
Categoria Principal
Transtornos genitais não inflamatórios
Subcategoria
Desordens não inflamatórias do trato genital
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; prevalência específica depende de subtipos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; alguns relatos apontam baixa prevalência.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens até 50 anos
Distribuição por Sexo
Predominantemente mulheres; razao M:F ~1:0,9
Grupos de Risco
Mulheres em idade fértil Uso de hormônios exógenos História de cirurgia pélvica Distúrbios hormonais Baixo acesso à saúde
Tendência Temporal
Estável, com variações regionais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem hormonal ou estrutural do trato genital feminino
Mecanismo Fisiopatológico
Desordens hormonais e alterações teciduais afetam função genital
Fatores de Risco
Idade avançada Desequilíbrio hormonal Uso prolongado de hormônios História de cirurgia pélvica Tabagismo Estresse oxidativo
Fatores de Proteção
Gerenciamento hormonal adequado Acesso regular à saúde Educação em saúde genital Hábito de higiene adequado
Componente Genético
Possível predisposição genética em subtipos raros

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Desconforto pélvico ou sensação de peso sem infecção
Sintomas Frequentes
Dor pélvica leve
Desconforto vaginal
Dor durante relação sexual
Alteração de elasticidade vaginal
Sensação de pressão
Dor ao urinar ocasionalmente
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa
  • Febre alta
  • Aumento de inchaço abdominal
  • Sinais de choque
  • Sangramento abundante
Evolução Natural
Pode progredir sem tratamento; melhora com manejo hormonal e fisioterapia
Complicações Possíveis
Dor crônica Disfunção sexual Qualidade de vida afetada Infecção secundária rara Formações cicatriciais

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, exclusão de infecção, exames hormonais e imaging conforme necessidade
Exames Laboratoriais
Hemograma Perfil hormonal TSH Glicemia Testes de infecção se indicado
Exames de Imagem
Ultrassom pélvico RM pélvica se indicadas Histerossalpingografia Tomografia apenas quando necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Infecções vaginais
  • Endometriose
  • Leiomioma
  • Prolapso genital
  • Acometimento uretral
Tempo Médio para Diagnóstico
2 a 6 meses

Tratamento

Abordagem Geral
Gestão centrada em alívio de sintomas, ajuste hormonal e apoio psicossocial
Modalidades de Tratamento
1 Terapia hormonal
2 Fisioterapia pélvica
3 Cirurgia somente se indicado
4 Educação terapêutica
5 Mudanças de estilo de vida
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Endocrinologia Fisioterapia pélvica Psicologia Nutrição
Tempo de Tratamento
Varia por subtipo; semanas a meses
Acompanhamento
Consultas de acompanhamento a cada 3-6 meses

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variable; boa resposta com manejo multidisciplinar
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Resposta hormonal estável
  • Sem dor crônica
  • Acesso a reabilitação
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente
  • Infecções recorrentes
  • Complicações cirúrgicas
  • Baixa adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
Melhora com manejo adequado; impacto positivo no bem-estar

Prevenção

Prevenção Primária
Equilíbrio hormonal estável e hábitos saudáveis
Medidas Preventivas
Acompanhamento regular
Uso responsável de hormônios
Higiene genital adequada
Educação em saúde
Atividade física regular
Rastreamento
null

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Desigualdade regional; capitais com melhor acesso

Perguntas Frequentes

1 Quais são sinais de alerta?
Dor intensa, febre, sangramento incomum, tontura
2 Como funciona o diagnóstico?
Avaliação clínica com exames conforme necessidade
3 É possível tratamento sem cirurgia?
Sim, em muitos casos, com manejo hormonal e fisioterapia
4 Existe prevenção?
Há medidas de saúde genital e acompanhamento regular
5 Como conviver com a condição?
Acesso a suporte médico, apoio de familiares e estilo de vida saudável

Mitos e Verdades

Mito

antibióticos curam tudo

Verdade

não é infecção; antibióticos geralmente não ajudam

Mito

dor é normal na vida

Verdade

dor persistente merece avaliação médica

Mito

cirurgia é sempre necessária

Verdade

maioria melhora com manejo conservador

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ginecologista ou clínica de saúde da mulher para avaliação inicial
Especialista Indicado
Ginecologista
Quando Procurar Emergência
Dor aguda, febre, sangramento intenso devem acionar pronto-socorro
Linhas de Apoio
0800-123-4567 Ligue 136 SUS Telefone

CIDs Relacionados

N95.0 N95.1 N95.2 N95.8 N95.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.