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cid n39
CID-10

Doenças urinárias não especificadas

Distúrbios urinários não especificados

Resumo

Condição urinária sem classificação específica; higiene, hidratação e avaliação clínica ajudam.

Identificação

Código Principal
N39
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras doenças especificadas do trato urinário
Nome em Inglês
Other specified diseases of the urinary tract
Outros Nomes
Doenças urinárias não classificadas • Distúrbio urinário não especificado • Condições do trato urinário não especificadas • Doenças do trato urinário não classificadas • Transtornos urinários não especificados
Siglas Comuns
N39 ITU URO

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVI - Doenças do trato urinário
Categoria Principal
Doenças do trato urinário
Subcategoria
Tipo de Condição
doenca
Natureza
outra
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global incerta; comum em mulheres com ITU recorrente; dados variam por definição.
Prevalência no Brasil
Dados no Brasil são limitados; grupos de risco semelhantes aos globais.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em mulheres
Grupos de Risco
Mulheres Idosos Imunossupressos Cateterização urinária Diabéticos
Tendência Temporal
Tendência estável com variações regionais, sem pico único.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação ou irritação do trato urinário de origem não especificada.
Mecanismo Fisiopatológico
Irritação, inflamação ou obstrução geram sintomas urinários; colonização bacteriana pode ocorrer.
Fatores de Risco
Sexo feminino Idade avançada Diabetes mellitus Imunossupressão Higiene inadequada Obstrução urinária
Fatores de Proteção
Hidratação adequada Higiene correta Tratamento oportuno de infecções Controle de fatores de risco
Componente Genético
Papel genético minoritário; suscetibilidade ligada a defesa mucosa.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor ao urinar com sensação de urgência.
Sintomas Frequentes
Disúria
Polaciúria
Urina turva
Odor forte
Dor lombar leve
Sensação de bexiga cheia
Sinais de Alerta
  • Dor intensa nas costas
  • Febre alta
  • Calafrios
  • Desidratação grave
  • Confusão mental
Evolução Natural
Pode progredir sem tratamento para complicações; prevenção adequada reduz risco.
Complicações Possíveis
Pielonefrite Sepsis Recorrência Abscesso renal Insuficiência renal rara

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica com sintomas urinários; confirmação por exames de urina.
Exames Laboratoriais
Urina tipo 1 Urocultura Hemograma Creatinina Eletrolitos
Exames de Imagem
Ultrassom abdominal USG renal Tomografia conforme necessidade RM não comum
Diagnóstico Diferencial
  • Nefrolitíase
  • Prostatite
  • Traumatismo urinário
  • Infecção vaginal
  • Cistite intersticial
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas desde o início dos sintomas.

Tratamento

Abordagem Geral
Hidratação, alívio de desconforto, manejo das causas; antibióticos apenas com prescrição médica.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentoso
2 Hidratação IV/Oral
3 Manejo da dor
4 Tratamento de causa de obstrução
5 Acompanhamento
Especialidades Envolvidas
Clínica geral Urologia Ginecologia Infectologia Nefrologia
Tempo de Tratamento
Varia; casos simples duram dias, pielonefrite pode exigir semanas.
Acompanhamento
Retorno em 2-3 dias para reavaliação e sequência de exames.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com tratamento adequado; recorrência pode ocorrer.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Ausência de comorbidades
  • Boa função renal
Fatores de Mau Prognóstico
  • Recorrência frequente
  • Obstrução urinária
  • Diabetes
  • Imunossupressão
Qualidade de Vida
Impacto leve a moderado; pode afetar sono e atividades, melhora com tratamento.

Prevenção

Prevenção Primária
Hidratacao adequada, higiene, alimentação saudável, evitar irritantes, tratamento de infecções oportunas.
Medidas Preventivas
Hidratação adequada
Higiene íntima correta
Micção após relação
Tratar causas de obstrução
Evitar cateterizações desnecessárias
Rastreamento
Não há rastreamento específico; monitoramento de risco conforme caso.

Dados no Brasil

Varia conforme ano/região; estimativas nacionais não são fixas.
Internações/Ano
Baixa mortalidade; variações regionais.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em grandes centros com acesso a saúde.

Perguntas Frequentes

1 É possível curar N39 sem antibiótico?
Resposta: depende; alguns casos requerem antibiótico, outros não.
2 Como prevenir recorrência?
Alternativas: hidratação, higiene, micção após relação, acompanhamento médico.
3 Quando fazer exames de urina?
Laboratoriais ajudam a confirmar diagnóstico e orientar tratamento.
4 Existem efeitos colaterais de antibióticos?
Pode haver diarreia, alergias; informe médico para ajuste.
5 Qual a chance de complicações?
Com manejo adequado, risco de complicações é baixo; siga orientações.

Mitos e Verdades

Mito

beber pouca água impede infecção.

Verdade

hidratação facilita sintomas e recuperação.

Mito

antibióticos curam tudo.

Verdade

antibióticos apenas quando indicado, com duração adequada.

Mito

ITU afeta apenas mulheres.

Verdade

homens também podem ter ITU; prevenção é importante para todos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica ou pronto atendimento ao primeiro sintoma.
Especialista Indicado
Clínico geral ou urologista
Quando Procurar Emergência
Dor abdominal severa, febre alta, vômitos ou confusão exigem avaliação imediata.
Linhas de Apoio
0800-123-4567 Disque SUS 136 Central de apoio local

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.