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cid n201
CID-10

Nefrolitíase (nefrolíticos podem ocorrer)

cálculos renais; pedras nos rins

Resumo

Dor forte no rim pode indicar pedra; água ajuda a prevenir.

Identificação

Código Principal
N20.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Calculus renal (nefrolitíase) conforme CID-10, nomenclatura OMS.
Nome em Inglês
Kidney stone disease (nephrolithiasis)
Outros Nomes
nefrolitíase • nefrolito • cálculos renais • pedras nos rins • litíase renal
Siglas Comuns
NL NR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Doenças do sistema urinário
Categoria Principal
Doenças do aparelho urinário
Subcategoria
Litíase renal e urinária
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global de 5-12% em adultos; varia com dieta e hidratação.
Prevalência no Brasil
Brasil: incidência semelhante; variações regionais e de estudo.
Faixa Etária Principal
Adultos 20-50 anos, homens com maior risco.
Distribuição por Sexo
Predominantemente homens; relação H:M cerca de 2:1.
Grupos de Risco
desidratacao dieta alta em sal historia familiar obesidade oxalato elevado
Tendência Temporal
Incidência estável a levemente crescente em alguns países.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Depósitos de cristais de cálcio/oxalato no trato urinário.
Mecanismo Fisiopatológico
Cristais formam cálculos que podem obstruir o fluxo urinário.
Fatores de Risco
baixar ingesta de água alta salinidade história familiar obesidade oxalato elevado baixa mobilidade
Fatores de Proteção
hidratação adequada dieta equilibrada controle de cálcio na dieta atividade física
Componente Genético
Predisposição genética observada em alguns indivíduos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor intensa tipo cólica no flanco com irradiação abdominal.
Sintomas Frequentes
dor súbita
hemúria
nausea/vômitos
disúria
inquietação
Sinais de Alerta
  • dor súbita com febre
  • impossibilidade urinar
  • sangue abundante na urina
  • rigidez abdominal
  • confusão
Evolução Natural
Episódios de dor recorrentes; cálculos podem migrar e obstruir.
Complicações Possíveis
obstrução urinária infecção urinária grave insuficiência renal aguda hidronefrose recidiva

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor típica + exames de imagem confirmam o diagnóstico.
Exames Laboratoriais
Hb/creatinina urina com sedimento hematúria ions séricos calcio urinário
Exames de Imagem
ultrassom renal tomografia radiografia abdominal
Diagnóstico Diferencial
  • dor renal por infecção
  • dor muscular
  • apendicite
  • colecistite
  • colite
Tempo Médio para Diagnóstico
1-7 dias na prática clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Aliviar dor, manter hidratação, facilitar expulsão e prevenir infecção.
Modalidades de Tratamento
1 analgesia
2 hidratação IV
3 litotripsia
4 cirurgia se necessário
5 controle de infecção
Especialidades Envolvidas
urologista nefrologista clínico-geral nutrólogo
Tempo de Tratamento
Varia conforme gravidade; semanas em muitos casos.
Acompanhamento
Retorno em 4-6 semanas para avaliação renal e urinária.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com tratamento; recidivas comuns.
Fatores de Bom Prognóstico
  • hidratação adequada
  • detecção precoce
  • controle da infecção
  • tratamento oportuno
Fatores de Mau Prognóstico
  • diagnóstico tardio
  • infecção grave
  • obstrução prolongada
  • dano renal progression
Qualidade de Vida
Variante; manejo eficaz preserva bem-estar e atividades.

Prevenção

Prevenção Primária
Beber água, dieta equilibrada, reduzir sal e oxalatos, manter peso saudável.
Medidas Preventivas
hidratar-se ao longo do dia
reduzir sal
equilibrar cálcio na dieta
limitar oxalatos
atividade física
Rastreamento
Não há rastreamento específico; pessoas com risco devem monitorar urina e cálcio.

Dados no Brasil

Estimativas nacionais: centenas de milhares/ano.
Internações/Ano
Óbitos são incomuns; associados a infecção ou obstrução grave.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição regional varia; áreas com desidratação têm maior incidência.

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas mais comuns de cálculos renais?
Desidratação, dieta alta em oxalato, predisposição genética, obesidade influenciam.
2 Como é feito o diagnóstico?
Dor típica associada a imagem de confirmação por ultrassom/tomografia.
3 É possível curar?
Remoção do cálculo e controle de fatores reduzem recidivas; cura depende.
4 Quais são os sinais de alerta?
Dor intensa, febre, sangramento ou dificuldade para urinar exigem avaliação.
5 Como prevenir futuras pedras?
Hidratar-se, dieta equilibrada, moderação de sal/oxalatos, acompanhamento médico.

Mitos e Verdades

Mito

cálculos sempre requerem cirurgia.

Verdade

muitos casos não requerem cirurgia; manejo conservador é comum.

Mito

apenas homens adoecem.

Verdade

mulheres também são afetadas; risco depende de fatores.

Mito

cálculos aparecem apenas em idade avançada.

Verdade

pode ocorrer em adultos jovens; dieta e hidratação são chave.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento ao iniciar dor intensa ou sangramento.
Especialista Indicado
urologista
Quando Procurar Emergência
Dor piora rapidamente, febre alta ou incapacidade urinária.
Linhas de Apoio
136 SUS 192 SAMU

CIDs Relacionados

N20.0 N20.1 N20.2

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.