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cid n11
CID-11

Nefrite tubulointersticial crônica

Nefrite tubulointersticial crônica

Resumo

Nefrite tubulointersticial crônica: inflamação lenta no rim que reduz função.

Identificação

Código Principal
N11
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Nefrite tubulointersticial crônica
Nome em Inglês
Chronic tubulointerstitial nephritis
Outros Nomes
Nefrite tubulointersticial crônica • Nefrite intersticial crônica • Nefrite crônica intersticial
Siglas Comuns
NTIC NTIC-C NTEC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do Rim e Vias Urinárias
Categoria Principal
Doenças renais
Subcategoria
Nefrite tubulointersticial crônica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
varia

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global baixa; varia com etiologia e diagnóstico.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; doença pouco comum no Brasil.
Faixa Etária Principal
Adultos, geralmente acima de 40 anos
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Uso prolongado de analgésicos Doenças autoimunes Infecções renais crônicas Exposição a nefrotoxinas Diálise prévia
Tendência Temporal
Estável, com diagnóstico mais precoce

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação intersticial tubular crônica com dano nefrônico progressivo
Mecanismo Fisiopatológico
Dano inflamatório progressivo com fibrose intersticial, reduzindo função renal
Fatores de Risco
Uso prolongado de analgésicos Hipertensão não controlada Diabetes mellitus História familiar de doença renal Tabagismo
Fatores de Proteção
Hidratação adequada Controle de PA Tratamento adequado de diabetes Evitar nefrotoxinas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Declínio gradual da função renal com edema leve
Sintomas Frequentes
Fadiga
Edema periférico
Proteinúria leve
Hipertensão
Redução da diurese
Anemia leve
Sinais de Alerta
  • Diminuição da urina
  • Edema acentuado
  • Hipertensão resistente
  • Dor renal com febre
  • Hemúria ocasional
Evolução Natural
Prog natural lenta;Progressão pode ocorrer sem tratamento
Complicações Possíveis
Insuficiência renal crônica Hipertensão resistente Anemia Osteodistrofia renal Distúrbios eletrolíticos

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, exames de sangue, urina e confirmação por biópsia quando necessária
Exames Laboratoriais
Creatinina elevada Proteinúria leve Hemoglobina baixa Eletrólitos alterados PCR/leucócitos normais ou leves
Exames de Imagem
USG renal RM ou TC conforme necessidade Avaliação estrutural do parênquima
Diagnóstico Diferencial
  • Nefrite glomerular aguda
  • Doença renal policística avançada
  • Nefropatia diabética
  • Nefrite intersticial aguda
  • Hidronefrose crônica
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses a anos desde início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Preservar função renal, evitar nefrotoxinas, controlar PA, tratar comorbidades
Modalidades de Tratamento
1 Acompanhamento clínico
2 Suspensão de nefrotoxinas
3 Tratamento de comorbidades
4 Diálise quando necessário
5 Ajuste de medicações
Especialidades Envolvidas
Nefrologia Clinica Geral Medicina Interna Radiologia Patologia
Tempo de Tratamento
Duração depende da evolução; pode ser crônica
Acompanhamento
Consultas regulares, monitoramento de função renal e pressão

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com etiologia; alguns mantêm função por anos
Fatores de Bom Prognóstico
  • Função renal estável
  • Proteinúria controlada
  • PA controlada
  • Adesão ao tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dano renal já avançado
  • Proteinúria alta
  • PA mal controlada
  • Diabetes mal gerenciado
Qualidade de Vida
Varia; impacto gradual na energia e atividades diárias

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de doenças renais, hidratação adequada, evitar nefrotoxinas
Medidas Preventivas
Controle da PA
Dose adequada de analgésicos
Tratamento de infecções renais
Hidratação adequada
Abstinência de nefrotoxinas
Rastreamento
Não há rastreamento universal; monitoramento de função renal em pacientes de risco

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência onde há vigilância renal ativa

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais iniciais da doença?
Pode não haver sintomas; edema leve, função renal reduzida.
2 Biópsia é sempre necessária?
Nem sempre; indica-se quando esclarecer etiologia ou confirmar.
3 Existem curas?
Hidratação e controle de fatores ajudam; doença crônica.
4 Como prevenir?
PA estável, diabetes bem controlado, evitar nefrotoxinas.
5 Qual o prognóstico?
Varia; alguns mantêm função por anos, outros progridem.

Mitos e Verdades

Mito

diuréticos curam a doença

Verdade

Diuréticos ajudam no manejo de fluidos, não curam.

Mito

toda dor lombar é N11

Verdade

Dor lombar tem várias causas; avaliação é essencial.

Mito

alimentação não afeta

Verdade

Sódio alto piora PA; alimentação reduz progressão.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure nefrologista ou unidade básica para encaminhamento
Especialista Indicado
Nefrologista
Quando Procurar Emergência
Diminuição súbita da diurese, dor intensa ou edema agudo
Linhas de Apoio
0800-000-0000 SUS central Disque saúde 136

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.