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cid n
CID-10

Nódulos linfáticos inflamados

Linfonodomegalia

Resumo

Resumo: aumento de gânglios tem várias causas; procure avaliação médica e exames se durar.

Identificação

Código Principal
cid n
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Linfadenopatia, inflamação dos linfonodos com etiologias variadas
Nome em Inglês
Lymphadenopathy
Outros Nomes
linfadenopatia • inchaço de gânglios • aumento dos gânglios • nódulos linfáticos inflamados • adenopatia
Siglas Comuns
LAD LND LN

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Doenças do sistema linfático
Categoria Principal
Sistema linfático
Subcategoria
Linfadenopatia
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam por etiologia; linfadenopatia comum por infecções e neoplasias.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta variações regionais; infecções e autoimunidade são causas frequentes.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a idosos
Distribuição por Sexo
Sexo variável conforme etiologia
Grupos de Risco
Imunodeficiências Infecções crônicas Transplantes Autoimunidade
Tendência Temporal
Varia com surtos de infecção e neoplasias

Etiologia e Causas

Causa Principal
Resposta imune complexa em infecções, inflamação ou neoplasias.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação regional com proliferação de linfonodos e resposta imune
Fatores de Risco
Imunossupressão Infecções recorrentes HIV/AIDS Transplantes Uso de quimioterápicos
Fatores de Proteção
Vacinação adequada Acesso a saúde Higiene rigorosa
Componente Genético
Influência genética em formas familiais de linfadenopatia

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Inchaço dos gânglios, geralmente assintomático
Sintomas Frequentes
Gânglios aumentados
Dor leve ao toque
Febre de intensidade baixa
Suor noturno raro
Perda de peso leve
Fadiga
Sinais de Alerta
  • Nódulo que não regredir
  • FEBRE alta persistente
  • Perda de peso rápida
  • Dor intensa local
  • Sinais de infecção sistêmica
Evolução Natural
Sem tratamento, pode progredir ou regredir conforme causa
Complicações Possíveis
Abscesso linfonodal Fibrose crônica Comprometimento imunológico Disseminação de infecção

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, exames de imagem e biópsia para etiologia.
Exames Laboratoriais
Hemograma completo PCR/VHS Teste HIV Serologias infecciosas Bioquímica geral
Exames de Imagem
Ultrassom de linfonodo Tomografia RM PET-CT
Diagnóstico Diferencial
  • Linfoma
  • TB ganglionar
  • Sarcoidose
  • Infecção bacteriana
  • Neoplasias metastáticas
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de dias a meses, conforme suspeita e acesso a biópsia

Tratamento

Abordagem Geral
Mudar com etiologia; manejo da causa subjacente, alívio sintomático e monitoramento.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentoso
2 Cirúrgico
3 Quimioterapia
4 Antibióticos
5 Observação
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Infectologista Hematologista Oncologista
Tempo de Tratamento
Varia; pode durar semanas a meses
Acompanhamento
Frequência variável; acompanhamento próximo recomendado

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da causa; infecções costumam melhorar com tratamento
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resolução com tratamento
  • Detecção precoce
  • Ausência de metástase
  • Baixa agressividade
Fatores de Mau Prognóstico
  • Resposta tardia
  • Complicações graves
  • Tratamento interrompido
  • Doença avançada
Qualidade de Vida
Pode variar; controle e suporte melhoram bem-estar

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene, vacinação e manejo de infecções agudas.
Medidas Preventivas
Vacinação atualizada
Tratamento rápido de infecções
Controle de doenças autoimunes
Redução de risco ocupacional
Boas práticas de higiene
Rastreamento
Não há rastreio único; depende de risco, com avaliação médica.

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais associadas a infecções graves.
Internações/Ano
Mortalidade anual varia pela etiologia.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em áreas com maior exposição a infecções; variações regionais

Perguntas Frequentes

1 O que causa linfadenopatia?
Pode haver infecção, inflamação, autoimunidade ou câncer; avaliação médica necessária.
2 Quando preciso de biópsia?
Se há nódulos persistentes, crescimento rápido ou suspeita de câncer.
3 Qual o papel dos exames de imagem?
Orientam tamanho, localização e evolução do gânglio; guiam biópsia.
4 Existem formas leves de tratamento?
Casos simples passam com manejo da causa; antibióticos apenas se infecção.
5 Como prevenir complicações?
Acompanhamento médico, vacinação atualizada e controle de infecções.

Mitos e Verdades

Mito

Gânglios inflamados são sempre câncer.

Verdade

Causas infecciosas e inflamatórias são comuns.

Mito

Toda linfadenopatia requer cirurgia.

Verdade

Muitos casos melhoram com tratamento adequado sem cirurgia.

Mito

Apenas idosos ficam com linfadenopatia.

Verdade

Adultos de todas as idades podem ser afetados; etiologia varia.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: posto de saúde local para avaliação.
Especialista Indicado
Clínico geral ou infectologista, conforme caso.
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, febre alta, sinais de infecção sistêmica.
Linhas de Apoio
Disque Saude 136 Central de doenças infecciosas SUS Telefone 136

CIDs Relacionados

cid n N14x N60 N62 R59

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.