contato@nztbr.com
cid mamografia rastreio
CID-10

Mamografia de rastreio

Rastreamento mamário

Resumo

Exame rápido de raio-X da mama para detectar câncer cedo.

Identificação

Código Principal
Z12.31
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Encounter for screening for malignant neoplasm of breast
Nome em Inglês
Mammography screening
Outros Nomes
Mamografia de rastreio • Triagem mamária • Rastreamento de mama • Exame de rotina da mama • Screening mammography
Siglas Comuns
MMG RM RBM

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XXI - Fatores que influenciam o estado de saúde
Categoria Principal
Rastreamento da neoplasia mamária
Subcategoria
Rastreamento preventivo
Tipo de Condição
fator_influencia
Natureza
outra
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Globalmente, câncer de mama é comum entre mulheres, especialmente acima dos 50 anos.
Prevalência no Brasil
Brasil tem alta prevalência; rastreamento varia por região e acesso.
Faixa Etária Principal
Mulheres entre 50 e 69 anos
Distribuição por Sexo
Predominantemente mulheres
Grupos de Risco
Idade >50 História familiar Mutação BRCA Menopausa tardia Obesidade
Tendência Temporal
Com envelhecimento populacional, incidência tende a aumentar; detecção precoce melhora.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fatores multifatoriais: genética, hormônios e estilo de vida.
Mecanismo Fisiopatológico
Transformação maligna de células mamárias com mutações e proliferação desorganizada.
Fatores de Risco
Idade avançada Menarca precoce Menopausa tardia Nuliparidade Uso prolongado de hormônios Sedentarismo
Fatores de Proteção
Amamentação Peso saudável Atividade física Dieta equilibrada
Componente Genético
Herança explica parte dos casos; BRCA1/BRCA2 aumentam risco.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Nódulo palpável ou mudança na mama.
Sintomas Frequentes
Nó mamário sólido
Alteração de formato
Alteração pele/pequena retração
Secreção mamilar sem sangue
Inchaço axilar
Sinais de Alerta
  • Nódulo novo ou aumento rápido
  • Assimetria marcada
  • Pele com enrugamento
  • Dor persistente no osso
  • Edema incomum
Evolução Natural
Sem tratamento, pode crescer e se disseminar; detecção precoce melhora recuperação.
Complicações Possíveis
Metástases ósseas Dano estrutural Linfedema Dor crônica Efeitos colaterais do tratamento

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Imagens sugestivas, biópsia confirma neoplasia.
Exames Laboratoriais
Hemograma Marcadores não específicos Função hepática Função renal Perfil hormonal
Exames de Imagem
Mamografia diagnóstica Ultrassom mamário RM de mama Biópsia guiada
Diagnóstico Diferencial
  • Fibroadenoma
  • Cisto mamário
  • Hiperplasia ductal
  • Infecção mamária
Tempo Médio para Diagnóstico
Semanas a meses, depende de investigação

Tratamento

Abordagem Geral
Equipe multidisciplinar com cirurgia, radioterapia e systemic therapy.
Modalidades de Tratamento
1 Cirurgia
2 Radioterapia
3 Quimioterapia
4 Terapia hormonal
5 Terapia alvo
Especialidades Envolvidas
Oncologia Cirurgia oncológica Radioterapia Genética Enfermagem oncológica
Tempo de Tratamento
Duração varia conforme estadiamento e resposta.
Acompanhamento
Consultas regulares para monitorar resposta e efeitos.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende do estadio no diagnóstico e da resposta ao tratamento.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Estágio I/II
  • Detecção precoce
  • Resposta clínica
  • Ausência de metástases
Fatores de Mau Prognóstico
  • Estágio III/IV
  • Alta agressividade
  • Metástases
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Impacta bem-estar físico e emocional; suporte adequado ajuda.

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso estável, atividade física, alimentação equilibrada, reduzir álcool.
Medidas Preventivas
Exercício regular
Controle de peso
Aleitamento
Uso racional de hormônios
Rastreamento adequado
Rastreamento
Mamografia periódica conforme idade e risco, conforme diretrizes locais.

Dados no Brasil

Internações anuais variam; dados oficiais disponíveis.
Internações/Ano
Óbitos por câncer de mama variam regionalmente.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Diferenças regionais; maior acesso implica maior detecção.

Perguntas Frequentes

1 Quem deve fazer mamografia de rastreio?
Mulheres a partir de 40-50 anos, conforme diretrizes regionais.
2 Dói fazer mamografia?
Pode causar desconforto breve; exame é rápido.
3 Como funciona a biópsia para confirmação?
Biópsia guiada por imagem confirma câncer.
4 Com que frequência fazer o rastreio?
Frequência depende de idade, risco e diretrizes locais.
5 Quais medidas ajudam na detecção precoce?
Rastreamento regular, estilo de vida saudável e avaliação médica.

Mitos e Verdades

Mito

mamografia dói muito.

Verdade

desconforto passageiro; exame é rápido.

Mito

raio-X é perigoso.

Verdade

dose baixa com proteção adequada.

Mito

apenas quem tem histórico precisa.

Verdade

rastreamento recomendado por idade, mesmo sem histórico.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure serviço de saúde local ou UBS; unidades públicas orientam.
Especialista Indicado
Mastologista ou oncologista
Quando Procurar Emergência
Sinais de emergência: nódulo novo, dor intensa, pele vermelha, febre alta.
Linhas de Apoio
Central de apoio ao câncer Linha de orientação oncológica Suporte ao paciente

CIDs Relacionados

Z12.31 C50.9 Z15.3 C79.82 Z85.3

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.