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cid m79
CID-10

Outras doenças dos tecidos moles

Doenças dos tecidos moles não especificadas

Resumo

Conceitos-chave de M79, com dados epidemiológicos e implicações para o público.

Identificação

Código Principal
M79
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras doenças dos tecidos moles, não classificadas em outro lugar
Nome em Inglês
Other soft tissue disorders, not elsewhere classified
Outros Nomes
M79 • Outras Doencas Tecidos Moles • Doencas tecidos moles nao especificadas • Lesoes tecido mole nao especificadas
Siglas Comuns
M79 DTM

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Doenças dos tecidos moles
Subcategoria
Não especificada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global baixa e variada entre tecidos moles; dados restritos.
Prevalência no Brasil
Brasil registra pequena contribuição na estatística global; sub-registros limitados.
Faixa Etária Principal
adultos 20-60 anos
Distribuição por Sexo
proporção equilibrada, levemente mais frequente em mulheres
Grupos de Risco
atletas de contato idosos com degeneração trabalhadores repetitivos obesidade sedentarismo
Tendência Temporal
tendência estável com possível leve aumento em determinadas regiões

Etiologia e Causas

Causa Principal
origem multifatorial envolvendo lesão de tecidos moles, inflamação leve e predisposição genética
Mecanismo Fisiopatológico
lesões microrrepturas, inflamação e atraso na reparação tecidual levando dor crônica
Fatores de Risco
idade_avançada trauma_repetitivo obesidade atividade_fisica_inadequada diabetes fatores_geneticos
Fatores de Proteção
exercício_regular controle_peso alongamento ergonomia
Componente Genético
contribuição genética moderada para alguns subtipos, ainda pouco determinante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dor persistente na região afetada com limitação de movimento
Sintomas Frequentes
dor localizada
dor ao toque
inchaço leve
rigidez matinal
limitação de movimento
sensibilidade ao esforço
Sinais de Alerta
  • dor súbita intensa
  • edema progressivo
  • fraqueza importante
  • febre associada
  • sinais de infecção
Evolução Natural
dor pode persistir sem tratamento, com possibilidade de crônica
Complicações Possíveis
limitacao_funcional_permanente fibrose dor_cronica dano_neuromuscular artropatia_secundaria

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
baseia-se em dor persistente e exame físico; apoiado por imagens quando necessário
Exames Laboratoriais
hemograma PCR VHS normalmente normais perfil_metabolico
Exames de Imagem
ultrassom RM RMN radiografia
Diagnóstico Diferencial
  • fibromialgia
  • dor miofacial
  • tenossinovite
  • artrite degenerativa
  • dor neuropática
Tempo Médio para Diagnóstico
varia de semanas a meses conforme acesso a imagem

Tratamento

Abordagem Geral
foco na dor, função muscular e reabilitação; educacao terapêutica e exercícios de resistência
Modalidades de Tratamento
1 fisioterapia
2 exercicios de fortalec
3 analgesia não farmacológica
4 educação terapeuta
5 cirurgia somente em casos graves
Especialidades Envolvidas
ortopedista fisioterapeuta reumatologista terapeuta ocupacional psicólogo
Tempo de Tratamento
varia de semanas a meses
Acompanhamento
retornos mensais iniciais, depois a cada 3-6 meses

Prognóstico

Prognóstico Geral
variável, mas boa em muitos casos com fisioterapia adequada
Fatores de Bom Prognóstico
  • intervenção precoce
  • reabilitação eficaz
  • dor bem controlada
  • apoio social
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor crônica resistente
  • comorbidades
  • acesso limitado
  • alta dor persistente
Qualidade de Vida
impacto moderado na vida diária, melhoria com tratamento

Prevenção

Prevenção Primária
manter boa postura, aquecer antes de atividades e evitar traumas repetitivos
Medidas Preventivas
aquecimento
fortalecimento muscular
controle de peso
ergonomia
descanso adequado
Rastreamento
avaliação clínica para sinais de progressão em grupos de risco

Dados no Brasil

Distribuição Regional
maior parte em sudeste; variação regional consistente

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais de alerta?
Dor persistente, edema progressivo, febre, fraqueza, piora súbita
2 Existe cura?
Tratamento pode aliviar dor e melhorar função; condição pode ser crônica
3 Como é o diagnóstico?
Avaliação clínica com exames de imagem quando necessário
4 Preciso de cirurgia?
Cirurgia é rara; indicada para casos refratários ou lesões específicas
5 Como prevenir?
Alongamento, fortalecimento, boa postura e retorno gradual à atividade

Mitos e Verdades

Mito

Nem tudo é grave

Verdade

Muitos casos melhoram com fisioterapia

Mito

A doença é exclusiva de atletas

Verdade

População geral está em risco

Mito

Não há diagnóstico confiável

Verdade

Avaliação clínica e imagem ajudam a confirmar

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
unidades de saúde locais e serviços de pronto atendimento
Especialista Indicado
ortopedista
Quando Procurar Emergência
dor súbita com edema grave, fraqueza progressiva, ou febre alta deve procurar atendimento
Linhas de Apoio
Disque-Saúde 136 Central de Serviços do SUS

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.