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cid m77.3
CID-10

Outras entesopatias de tendões, não especificadas

Dores de tendão inespecíficas

Resumo

M77.3 envolve dor de tendão inespecífica; melhora com fisioterapia e ajuste de treino.

Identificação

Código Principal
M77.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras entesopatias de tendões, não especificadas
Nome em Inglês
Other specified tendon enthesopathies
Outros Nomes
Entepatia de tendão não especificada • Tendinopatia inespecífica • Entesopatia de tendão
Siglas Comuns
ENT-T M77.3 Tend-eno

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Transtornos de tendões
Subcategoria
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam por tipo de tendão; dados limitados.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; não há estimativas consistentes para M77.3.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia idade
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em homens
Grupos de Risco
Atletas de alto impacto Biomecânica alterada Idade adulta Uso excessivo Obesidade
Tendência Temporal
Tendência estável a ligeiro aumento pela maior detecção

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desgaste repetido e microtraumas tendíneos com contribuição genética
Mecanismo Fisiopatológico
Sobrecarga repetida lesiona a entese, provocando dor e degeneração tecidual ao longo do tempo
Fatores de Risco
Atividade física intensa Mau ajuste de biomecânica Biomecânica alterada Idade avançada Obesidade Uso de corticóides
Fatores de Proteção
Alongamento adequado Treino progressivo Calçados adequados Fortalecimento muscular
Componente Genético
Influência genética moderada na predisposição a entesopatias de tendões

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor localizada na junção tendínea, agravada pelo uso
Sintomas Frequentes
Dor ao esforço
Rigidez matinal breve
Toque doloroso
Espessamento local
Dor ao alongamento
Limitação de movimento moderada
Sinais de Alerta
  • Dor intensa com edema súbito
  • Fraqueza acentuada
  • Deformidade evidente
  • Dor persistente em repouso
  • Febre com sinais locais
Evolução Natural
Sem manejo, dor persiste e função se reduz lentamente
Complicações Possíveis
Dor crônica Ruptura parcial Limitação funcional Alteração da marcha Desuso muscular

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica + exame físico; confirmação por imagem se indicado
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Marcadores inflamatórios baixos Vitamina D
Exames de Imagem
Ultrassom RM Radiografia orientativa Doppler se inflamação
Diagnóstico Diferencial
  • Tendinite aguda
  • Ruptura parcial do tendão
  • Bursite
  • Artrite
  • Dor neuropática
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso a imagem; semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, restauração de função e correção de biomecânica
Modalidades de Tratamento
1 Conservador: repouso relativo e gelo
2 Fisioterapia orientada
3 Fortalecimento progressivo
4 Infiltrações quando indicado
5 Cirurgia apenas em falhas graves
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Fisiatria Podiatria Reumatologia
Tempo de Tratamento
Duração depende da gravidade; costuma meses
Acompanhamento
Consultas periódicas para reavaliação de dor e função

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com manejo adequado; pode exigir tempo para retorno completo
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao fisioterápico
  • Melhora com ajuste de treino
  • Sem lesão associada grave
  • Diagnóstico recente
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente
  • Gravidade de desequilíbrio biomecânico
  • Ausência de reabilitação
  • Ruptura parcial não tratada
Qualidade de Vida
Impacto moderado na rotina, melhora com tratamento adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Treino gradual, biomecânica correta, calçados adequados
Medidas Preventivas
Aquecimento completo
Uso de calçados adequados
Fortalecimento muscular
Correção de postura
Descanso entre treinos

Dados no Brasil

Distribuição Regional
Concentração em grandes centros; acesso gera maior registro

Perguntas Frequentes

1 Como diferenciar dor de tendão de lesão aguda?
Dor de uso crônico com melhora com fisioterapia; lesão aguda é súbita.
2 Posso retornar ao esporte sem cirurgia?
Sim, com reabilitação adequada e treino gradual; evite retomar rápido.
3 Quais exames ajudam no diagnóstico?
Exame clínico e, se necessário, ultrassom ou RM.
4 Quais sinais são emergenciais?
Dor aguda com edema intenso, fraqueza aguda, deformidade ou febre.
5 Há medidas caseiras úteis?
Descanso relativo, gelo, alongamento suave e orientação profissional.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura rápido

Verdade

progressão gradual com fisioterapia eficaz.

Mito

cirurgia é a primeira opção

Verdade

cirurgia é última opção após falha conservadora.

Mito

diagnóstico depende só de raio-X

Verdade

clínica + imagem como ultrassom/RM orienta diagnóstico.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista ou fisioterapeuta ao sentir dor tendínea.
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com edema e incapacidade de colocar peso, vá ao pronto-socorro.
Linhas de Apoio
Disque SUS 136 Linha de apoio ao paciente da sua região

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.