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cid m60
CID-10

Miosite inflamatória

Miosite inflamatória (inflamação muscular)

Resumo

Miosite inflamatória causa fraqueza muscular proximal pela agressão autoimune.

Identificação

Código Principal
M60
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Miosite inflamatória, doença inflamatória muscular de origem autoimune, reconhecida pela OMS.
Nome em Inglês
Inflammatory Myositis
Outros Nomes
Miosite • Inflamação muscular • Polimiosite • Mioite inflamatória • Miopatia inflamatória
Siglas Comuns
PM DM MIO

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Doenças musculoesqueléticas inflamatórias
Subcategoria
Doenças inflamatórias musculares
Tipo de Condição
doenca
Natureza
autoimune
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Baixa prevalência global, maior em adultos de meia-idade.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; estudos locais sugerem raridade.
Faixa Etária Principal
Meia-idade, 40-60 anos
Distribuição por Sexo
Predominância feminina moderada
Grupos de Risco
Predisposição genética História familiar de autoimune Infecções virais prévias Estilo de vida Exposição a medicamentos
Tendência Temporal
Tendência estável; variações por subtipo e diagnóstico.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Resposta imune anormal que ataca fibras musculares com gatilhos genéticos e ambientais.
Mecanismo Fisiopatológico
Resposta imune dirigida a músculos, inflamação, necrose e fraqueza proximal.
Fatores de Risco
História familiar de autoimunidade Idade adulta Infecções virais anteriores Ambiente Sexo feminino Genética
Fatores de Proteção
Tratamento oportuno de autoimunidade Atividade física moderada Dieta equilibrada Vacinação adequada
Componente Genético
Contribuição genética observada em subgrupos; hereditariedade multifatorial.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fraqueza proximal de início lento, piora com esforço.
Sintomas Frequentes
Fraqueza de ombros e quadris
Dificuldade para subir escadas
Fadiga muscular
Dor leve
Rigidez breve matinal
Sinais de Alerta
  • Dificuldade para engolir súbita
  • Fraqueza respiratória aguda
  • Dor torácica
  • Fadiga extrema
  • Febre persistente
Evolução Natural
Progressão gradual sem tratamento; com tratamento, variações.
Complicações Possíveis
Fraqueza crônica Disfagia persistente Dispneia Queda de qualidade de vida Infecções

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
(clínica + enzimas + biópsia/EMG) confirmação
Exames Laboratoriais
CK elevada ALT/AST moderadas ANA positivos em alguns Anti-Jo-1 VHS elevadas
Exames de Imagem
RM muscular proximal EMG compatível Ultrassom muscular Tomografia se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Fibromialgia
  • Miopatia por estatinas
  • Distúrbios neuromusculares
  • Dermatomiosite
  • Polimiosite
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses na média até confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Imunomodulação e reabilitação para reduzir inflamação e manter força.
Modalidades de Tratamento
1 Imunoterapia (corticosteroides)
2 Imunossupressores
3 Fisioterapia
4 Reabilitação respiratória
5 Gerenciamento de complicações
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Reumatologia Neurologia Fisioterapia Fisiatria
Tempo de Tratamento
Meses a anos com ajuste conforme resposta
Acompanhamento
Consultas a cada 3-6 meses com monitoramento clínico

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; alguns estabilizam com tratamento, outros permanecem crônicos
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa resposta a corticóides
  • Início precoce do tratamento
  • Adesão ao manejo
  • Ausência de complicações graves
Fatores de Mau Prognóstico
  • Fraqueza progressiva
  • Comprometimento respiratório
  • Infecções recorrentes
  • Deterioração rápida
Qualidade de Vida
Pode reduzir devido a dor, mobilidade e cansaço

Prevenção

Prevenção Primária
Prevenção específica ainda não disponível; manter saúde geral
Medidas Preventivas
Vacinação adequada
Atividade física regular
Controle de infecções
Gestão de autoimunidade
Alimentação equilibrada
Rastreamento
Avaliação clínica anual para sintomas persistentes

Dados no Brasil

Estimativas esparsas; varia por região.
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta; complicações elevam risco.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Casos relatados em todas as regiões; maior concentração urbana.

Perguntas Frequentes

1 Essa condição pode ser contagiosa?
Não; é autoimune, não passa de pessoa para pessoa.
2 É fatal sem tratamento?
Risco menor com manejo adequado, mas varia.
3 Como confirmar diagnóstico?
Combinação de fraqueza, exames de sangue e biópsia.
4 Posso prevenir recorrência?
Manter tratamento e acompanhamento reduz recidivas.
5 O que eu faço no dia a dia?
Siga orientação médica, mantenha atividade leve e repouso quando necessário.

Mitos e Verdades

Mito

MITO: contagioso.

Verdade

VERDADE: não é contagioso; autoimune.

Mito

MITO: sempre fatal.

Verdade

VERDADE: com tratamento, não é inevitável.

Mito

MITO: envolve apenas idosos.

Verdade

VERDADE: afeta adultos de várias idades.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: buscar atendimento médico
Especialista Indicado
Reumatologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, engolir ou dor é sinal de urgência
Linhas de Apoio
188 central SUS 136 tel de apoio local 0800-123-4567

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.