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cid m531
CID-10

Cervicalgia

dor no pescoço

Resumo

Resumo simples: dor no pescoço por esforço, melhora com postura e exercícios.

Identificação

Código Principal
M53.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Cervicalgia
Nome em Inglês
Cervicalgia (neck pain)
Outros Nomes
Cervicalgia • Dor cervical • Dor no pescoço • Cervical dor
Siglas Comuns
M53.1 CID-10-M53 CID M53

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Dor musculoesquelética cervical
Subcategoria
Cervicalgia simples
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor cervical é comum globalmente, com variações por idade, sexo e estilo de vida.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta alta prevalência em adultos ativos, com variação regional.
Faixa Etária Principal
Adultos entre 25 e 60 anos.
Distribuição por Sexo
Predominância feminina.
Grupos de Risco
Trabalho de escritório Má postura prolongada Uso intenso de dispositivos Estresse ocupacional Sedentarismo
Tendência Temporal
Tende a permanecer estável com melhoria de ergonomia.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Dor cervical por esforço muscular e degeneração vertebral, associada a má postura.
Mecanismo Fisiopatológico
Irritação de tecidos cervicais por esforço e degeneração discal, com leve compressão neural e inflamação local.
Fatores de Risco
Trabalho de escritório Má postura prolongada Uso intenso de dispositivos Estresse ocupacional Sedentarismo Tabagismo
Fatores de Proteção
Ergonomia adequada Exercícios regulares de alongamento Fortalecimento cervical Higiene postural
Componente Genético
Contribuição genética discreta, ambiente influencia mais.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no pescoço que piora com movimentos e má postura.
Sintomas Frequentes
Rigidez matinal
Dor irradiada para ombro/ braço
Dificuldade de movimentar o pescoço
Dor após esforço repetitivo
Dormência ou formigamento nos membros superiores
Dor ao tocar pescoço
Sinais de Alerta
  • Dor súbita com febre
  • Fraqueza progressiva de membros
  • Perda de sensibilidade focal
  • Incontinência urinária ou fecal
  • Trauma significativo recente
Evolução Natural
Sem intervenção pode evoluir para dor crônica, rigidez e redução da mobilidade do pescoço.
Complicações Possíveis
Dor crônica persistente Limitação de movimentos Dor irradiada persistente Disfunção ocupacional

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica detalhada, história, exame físico, exclusão de causas graves e mobilização.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS TSH Fator reumatoide
Exames de Imagem
Radiografia cervical (AP/Lateral) RM cervical (quando radiculopatia suspeita) TC cervical em trauma ou degeneração complexa
Diagnóstico Diferencial
  • Osteoartrite cervical
  • Fibromialgia
  • Dor de ombro com radiculopatia
  • Síndrome facetária
  • Espondilose cervical
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia, geralmente semanas com avaliação clínica e exames.

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem integrada: educação postural, exercícios, fisioterapia e manejo conservador da dor.
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia p/ postura e mobilização
2 Exercícios de alongamento cervical
3 Terapia manual e mobilizações
4 Calor local e repouso ativo
5 Educação sobre autocuidado
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Fisioterapeuta Medicina da família Neurologista Reumatologista
Tempo de Tratamento
Duração típica de 6-12 semanas dependendo da resposta.
Acompanhamento
Acompanhamento regular nas primeiras semanas; ajuste conforme evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Prognóstico geralmente bom com tratamento adequado; melhora com fisioterapia.
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesão ao tratamento
  • postura correta
  • exercícios regulares
  • ausência de radiculopatia grave
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor crônica persistente
  • radiculopatia grave
  • má adesão ao tratamento
  • comorbidades relevantes
Qualidade de Vida
Afeta atividades diárias, sono e trabalho; tratamento eficaz melhora bastante a qualidade de vida.

Prevenção

Prevenção Primária
Posturas ergonômicas, pausas, exercícios e atividades físicas regulares.
Medidas Preventivas
Ajuste ergonômico do workspace
Pausas durante tarefas
Exercícios de pescoço
Fortalecimento do tronco
Manter peso saudável
Rastreamento
Não existe rastreamento específico; avaliação clínica diante de sintomas.

Dados no Brasil

Não específico para M53.1; internações são raras.
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada; raros óbitos.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em áreas urbanas com sedentarismo; distribuição varia.

Perguntas Frequentes

1 Posso trabalhar com cervicalgia?
Sim, com ajustes ergonômicos, pausas e exercícios; procure orientação se a dor piorar.
2 A dor cervical é sinal de algo grave?
Nem sempre; na maioria casos é muscular ou mecânica, avaliação necessária se piorar.
3 Quanto tempo leva para melhorar?
Varia; com fisioterapia e boa postura, semanas costumam trazer alívio.
4 Como prevenir recorrência?
Pratique postura, alongue-se e combine descanso ativo com exercício regular.
5 Uso de analgésicos sem orientação?
Não substitua orientação médica; use apenas conforme recomendação profissional.

Mitos e Verdades

Mito

Dor cervical é sempre grave

Verdade

maioria melhora com fisioterapia e boa postura

Mito

Repouso total cura rápido

Verdade

atividade moderada e exercícios ajudam; repouso prolongado atrasa recuperação

Mito

Hérnia sempre presente

Verdade

hérnia é rara; dor cervical pode ser muscular

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico da família ou ortopedista para avaliação inicial e encaminhamentos.
Especialista Indicado
Ortopedista ou Fisioterapeuta
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com fraqueza progressiva, dormência ou alterações urinárias exige atendimento imediato.
Linhas de Apoio
0800 111 222 Disque SUS Conselho Regional de Medicina

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.