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cid m53.1
CID-10

Cervicalgia

Dor no pescoço

Resumo

Dor no pescoço comum; envolve músculos e postura; diagnóstico com avaliação simples.

Identificação

Código Principal
M53.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Cervicalgia, dor cervical segundo OMS
Nome em Inglês
Cervicalgia (neck pain)
Outros Nomes
dor cervical • dor no pescoço • dor cervical • dor cervical aguda • dor na região cervical
Siglas Comuns
CD CervDyn Cervicalgia

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular e tecido conjuntivo
Categoria Principal
Doenças da região cervical
Subcategoria
Dor cervical inespecífica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: dor no pescoço afeta 10-20% da população anualmente.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta padrão similar, com variações por idade e ocupação.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade a idosos, comum acima de 35 anos
Distribuição por Sexo
Leve predomínio em mulheres
Grupos de Risco
trabalhadores com má postura uso prolongado de computador sedentarismo obesidade idade avançada
Tendência Temporal
Tendência estável, com picos entre 40-60 anos; manejo reduz impacto.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causa principal multifatorial: esforço repetitivo, má postura, tensões musculares, degeneração facetária e discal.
Mecanismo Fisiopatológico
Traumas repetidos geram microlesões; inflamação, dor e sensibilização neural surgem.
Fatores de Risco
idade avançada postura inadequada uso prolongado de computador sedentarismo obesidade estresse
Fatores de Proteção
ergonomia adequada exercícios de alongamento fortalecimento da musculatura cervical habitos saudáveis
Componente Genético
Contribuição genética moderada para predisposição a dor cervical; ainda em estudo.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no pescoço com rigidez que piora ao mover.
Sintomas Frequentes
dor regional no pescoço
rigidez matinal
dor que piora com movimento
dor que melhora com repouso
dor que irradia para ombros
dor de cabeça associada
Sinais de Alerta
  • dor súbita com trauma
  • fraqueza de membros
  • dificuldade de falar ou engolir
  • febre com rigidez de pescoço
  • parestesia progressiva
Evolução Natural
Sem tratamento, dor pode persistir meses; melhora com fisioterapia e exercícios.
Complicações Possíveis
limitação de movimento dor crônica dor irradiada que não melhora cefaleias tensionais alterações de sono

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese, exame físico, exclusão de alarmes; diagnóstico clínico.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Velocidade de hemossedimentação TSH Exames inflamatórios
Exames de Imagem
RM cervical TC cervical Radiografia de pescoço Ultrassom de tecidos moles
Diagnóstico Diferencial
  • mialgia cervical
  • radiculopatia cervical
  • dor de ombro com origem cervical
  • cefaleia tensional
  • dor musculoesquelética geral
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo médio até diagnóstico varia; típico em semanas com avaliação clínica.

Tratamento

Abordagem Geral
Plano conservador com alívio da dor, exercícios, postura e reabilitação; evita efeitos colaterais.
Modalidades de Tratamento
1 analgesia não opioide
2 fisioterapia
3 exercícios de alongamento
4 ergonomia
5 técnicas manuais
Especialidades Envolvidas
clínico ortopedista fisioterapeuta neurologista reumatologista
Tempo de Tratamento
Duração variável; melhora em semanas com adesão ao plano.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 4-6 semanas; ajuste de exercícios.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa perspectiva com manejo adequado; dor pode persistir sem tratamento.
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa_resposta_terapias
  • adesão
  • postura
  • atividade_fisica
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor_persistente
  • radiculopatia
  • limitação funcional
  • comorbidades
Qualidade de Vida
Impacto moderado na vida diária; melhora com exercícios e ergonomia.

Prevenção

Prevenção Primária
Postura correta, pausas, alongamento e atividade física regular.
Medidas Preventivas
pausas_frequentes
suporte_ergonômico
treino_deAlongamento
fortalecimento_cervical
atividade_fisica
Rastreamento
Avaliações periódicas para dor cervical sem sinais de alarme.

Dados no Brasil

Não disponível de forma precisa em base pública.
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada a cervicalgia.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior impacto no Sudeste e Sul, com variação ocupacional.

Perguntas Frequentes

1 Como entender cervicalgia?
Dor no pescoço comum por esforço ou irritação muscular; avalia-se com histórico e exame.
2 Quais sinais pedem avaliação?
Fraqueza, dormência, febre, trauma recente, piora súbita; procure atendimento.
3 Como é feito o diagnóstico?
Anamnese, teste de movimento, exames de imagem quando necessário.
4 Quais tratamentos ajudam?
Fisioterapia, alongamento, postura, analgésicos conforme indicação médica.
5 Quais hábitos reduzem o risco?
Postura correta, pausas para alongar e atividade física regular.

Mitos e Verdades

Mito

Descanso total cura rápido.

Verdade

Exercícios leves ajudam a aliviar dor com o tempo.

Mito

Dor cervical sempre indica doença grave.

Verdade

Na maioria, não há gravidade; manejo adequado reduz sintomas.

Mito

Cirurgia é comum.

Verdade

Cirurgia é rara; a maioria responde a tratamento conservador.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procure médico clínico ou ortopedista para avaliação.
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisioterapeuta
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza, fala ou engolir difícil; procure pronto atendimento.
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS 0800 Central MS

CIDs Relacionados

M53.0 M53.2 M54.2 M67.2 M99.3

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.