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cid m51.9
CID-10

Doença do disco intervertebral, inespecífica

Dor lombar por disco não especificado

Resumo

Doença do disco na lombar; dor nas costas, tratamento varia de exercícios a cirurgia, conforme necessidade.

Identificação

Código Principal
M51.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Other intervertebral disc disorders, unspecified
Nome em Inglês
Other intervertebral disc disorders, unspecified
Outros Nomes
Disco intervertebral inespecífico • Desordem de disco intervertebral • Doença do disco sem subtipo • Degeneração discal inespecífica
Siglas Comuns
IDD DID DDD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético e tecido conectivo
Categoria Principal
Desordens da coluna vertebral
Subcategoria
Transtornos do disco intervertebral
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global variável; adultos com dor lombar associada a desordens do disco são comuns.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; patologia comum entre adultos em estudos de saúde.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade e idosos
Distribuição por Sexo
Predominância leve entre homens e mulheres, com variações por idade
Grupos de Risco
Tabagismo Obesidade Sedentarismo Levantamento de peso repetido Postura inadequada
Tendência Temporal
Aumento da detecção com uso mais amplo de RM e conscientização sobre dor crônica.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desordem do disco decorrente de degeneração estrutural com alterações do anel e núcleo
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração do disco leva à desidratação, diminuição de altura e possível protrusão
Fatores de Risco
Tabagismo Obesidade Sedentarismo Levantamento de peso repetido Postura inadequada História familiar
Fatores de Proteção
Exercícios regulares Boas posturas Fortalecimento de core Controle de fatores metabólicos
Componente Genético
Contribuição genética observada em subgrupos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor lombar gradual, piora com atividade e alivia com repouso
Sintomas Frequentes
Dor irradiada para nádegas
Rigidez matinal
Dor ao flexionar
Redução de mobilidade
Formigamento leve
Dor noturna em alguns casos
Sinais de Alerta
  • Dor súbita com febre
  • Perda de peso inexplicada
  • Fraqueza progressiva
  • Incontinência urinária
  • Deficit neurológico grave
Evolução Natural
Evolui com períodos de dor intensa e melhorias intercaladas, sem tratamento agressivo
Complicações Possíveis
Dor crônica persistente Redução da mobilidade Instabilidade regional Dor neuropática crônica Cirurgia posterior

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica guiada por imagem, exclusão de outras causas graves
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/ VHS Proteína C reativa Fator reumatoide função renal
Exames de Imagem
Radiografia Ressonância magnética Tomografia computadorizada Doppler se suspeita de outra etiologia
Diagnóstico Diferencial
  • Dor muscular inespecífica
  • Espondiloartrose
  • Espondilite
  • Fratura vertebral
  • Tumor vertebral
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses desde surgimento dos sintomas até confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, preservação da função e educação para autocuidado
Modalidades de Tratamento
1 Medicação analgésica
2 Fisioterapia
3 Infiltrações
4 Cirurgia quando indicada
5 Treinamento postural
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Neurologia Fisioterapia Reumatologia
Tempo de Tratamento
Duração variável; meses de manejo conservador comuns
Acompanhamento
Consultas regulares com fisioterapia, evolução clínica e reavaliação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva moderada; muitos melhoram com manejo conservador
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta positiva à fisioterapia
  • Manutenção de peso
  • Boa adesão ao tratamento
  • Ausência de radiculopatia profunda
Fatores de Mau Prognóstico
  • Radiculopatia persistente
  • Dor refratária
  • Instabilidade vertebral
  • Dor crônica sem melhora
Qualidade de Vida
Pode diminuir; melhoria com reabilitação e suporte adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável, atividade Regular e postura correta
Medidas Preventivas
Exercícios de core
Ergonomia no trabalho
Parar tabagismo
Alongamento diário
Hidratação e alimentação balanceada
Rastreamento
Não existem rastros populacionais; apenas avaliação clínica quando sinais

Dados no Brasil

Internações dependem de cirurgia ou complicações, variam por região
Internações/Ano
Obitos anuais são baixos quando isolados; associados a comorbidades
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior atuação em áreas com acesso a imagens e especialistas

Perguntas Frequentes

1 É grave ter M51.9?
Não necessariamente grave; manejo adequado melhora mobilidade
2 Posso evitar cirurgia?
Em maioria, sim com fisioterapia e tratamento conservador
3 Como sei se preciso de cirurgia?
Radiculopatia persistente ou déficit neurológico exigem avaliação
4 Qual o tempo de tratamento?
Depende; semanas a meses de fisioterapia e monitoramento
5 Posso voltar ao trabalho rápido?
Inicia-se com retorno gradual, sob orientação médica

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura tudo

Verdade

movimento controlado acelera recuperação

Mito

cirurgia é sempre necessária

Verdade

cirurgia indicada apenas quando conservador falha

Mito

disco nunca se regenera

Verdade

disco pode melhorar com treino e cuidados

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro, procure médico de família ou ortopedista
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisiatra
Quando Procurar Emergência
Sinais de déficit neurológico ou dor aguda intensa
Linhas de Apoio
0800-000-0000 0800-111-2222 DisqueSaude

CIDs Relacionados

M51.0 M51.9 M54.5 M43.9 M53.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.