Doenças de disco intervertebral, dor crônica
Dor de disco ou hérnia discal
Resumo
Disco intervertebral: desgaste, dor, diagnóstico por imagem, opções de tratamento e prevenção
Identificação
- Código Principal
- M51
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Outras doenças do disco intervertebral
- Nome em Inglês
- Other intervertebral disc disorders
- Outros Nomes
- Discopatia • Doença do disco • Hérnia não especificada • Protrusão discal • Degeneração discal
- Siglas Comuns
- IDD DID DIDev
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XIII - Doenças osteomusculares e do tecido conjuntivo
- Categoria Principal
- Doenças do disco intervertebral
- Subcategoria
- Discos degenerados, protrusões e hérnias
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- moderada
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência varia por subtype; adultos envelhecem, com carga de dor crônica.
- Prevalência no Brasil
- Dados nacionais são limitados; quadro regional difere conforme acesso.
- Faixa Etária Principal
- Adultos de 30 a 70+ anos
- Distribuição por Sexo
- Predominância variável entre sexos conforme subtype
- Grupos de Risco
- envelhecimento obesidade tabagismo sedentarismo trauma repetitivo
- Tendência Temporal
- Estável a levemente crescente com o envelhecimento populacional
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Desgaste discal com alterações no núcleo e anel, levando a protrusão
- Mecanismo Fisiopatológico
- Desgaste do núcleo, fissuras do anel, compressão nervosa e inflamação
- Fatores de Risco
- envelhecimento obesidade tabagismo sedentarismo trauma uso excessivo de peso
- Fatores de Proteção
- atividade física regular boa postura controle de peso evitar tabagismo
- Componente Genético
- Contribuição genética moderada em alguns subtipos; não determina sozinho
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor local ou irradiada no pescoço ou lombar com possível radiculopatia
- Sintomas Frequentes
-
dor axial persistenterigidez matinaldor ao movimentodor que piora com esforçoformigamentofraqueza leve
- Sinais de Alerta
-
- dor com febre
- fraqueza súbita de MMII
- incontinência urinária
- fadiga progressiva
- perda de controle intestinal
- Evolução Natural
- Pode progredir com dor crônica e limitação sem tratamento
- Complicações Possíveis
- ciatalgia persistente dor neuropática deficiência neurológica leve instabilidade compressão radicular
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História clínica compatível, exame neurológico, confirmação por imagem
- Exames Laboratoriais
- Hemograma PCR/VS Perfil metabólico glicose lipídeos
- Exames de Imagem
- Ressonância magnética Tomografia Radiografia simples Doppler se indicado
- Diagnóstico Diferencial
-
- mialgia inespecífica
- artrite facetária
- espondilolistese
- tumor vertebral
- processo inflamatório
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Varia; com imagem costuma confirmar em semanas a meses
Tratamento
- Abordagem Geral
- Alívio da dor, função preservada, reabilitação e educação terapêutica
- Modalidades de Tratamento
-
1 Fisioterapia2 Medicamentos analgésicos/anti-inflamatórios3 Infiltrações4 Cirurgia descompressiva5 Reabilitação
- Especialidades Envolvidas
- Ortopedista Neurocirurgião Fisioterapeuta Reumatologista Medicina física
- Tempo de Tratamento
- Casos variam de meses a anos conforme evolução
- Acompanhamento
- Retornos a cada 1-3 meses; ajuste conforme progresso
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Varía com subtipo; resposta boa à fisioterapia e adesão
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- boa adesão ao tratamento
- início precoce da reabilitação
- controle do peso
- sem tabagismo
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- dor crônica persistente
- multimorbidades
- tabagismo ativo
- exposição ocupacional intensa
- Qualidade de Vida
- Impacto moderado, foco na funcionalidade e bem-estar
Prevenção
- Prevenção Primária
- Manter peso adequado, atividade física e postura ergonômica
- Medidas Preventivas
-
exercícios de alongamentofortalecimento do coreergonomia no trabalhoevitar cargas repetitivasparar tabagismo
- Rastreamento
- Avaliação clínica periódica; não há rastreamento universal
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
discos nunca se regeneram.
Variações de recuperação são possíveis com reabilitação.
cirurgia é sempre necessária.
Muitos casos melhoram sem cirurgia com fisioterapia.
dor sempre indica gravidade alta.
Dor não necessariamente reflete gravidade; avaliação importa.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Primeiro passo na unidade básica; encaminhe-se ao especialista
- Especialista Indicado
- Ortopedista ou neurologista
- Quando Procurar Emergência
- Dor súbita com fraqueza, perda de controle, ou febre alta
- Linhas de Apoio
- 168 188 0800-123-456
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.