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cid m480
CID-10

Estenose do canal vertebral

Estenose espinhal

Resumo

Canal estreito na coluna que pode causar dor e dificuldade de andar

Identificação

Código Principal
M48.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Estenose do canal vertebral degenerativa
Nome em Inglês
Spinal canal stenosis
Outros Nomes
Estenose do canal vertebral • Estenose lombar • Estenose cervical • Estreitamento do canal vertebral • Canal espinhal estreito
Siglas Comuns
ECV SCAE

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Doenças da coluna vertebral
Subcategoria
Estenose do canal vertebral
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; adultos 65+ apresentam 5-8% de prevalência.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; tendência com envelhecimento
Faixa Etária Principal
65 anos ou mais
Distribuição por Sexo
Sexo feminino e masculino equilibrados
Grupos de Risco
Adultos idosos Obesidade Sedentarismo Trauma prévio Escoliose
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desgaste degenerativo com osteófitos, ligamentos espessados e discopatia
Mecanismo Fisiopatológico
Compressão nervosa por canal estreito, discopatia e osteófitos
Fatores de Risco
Envelhecimento Obesidade Tabagismo Sedentarismo Trauma lombar Postura inadequada
Fatores de Proteção
Atividade física regular Controle de peso Boa postura Fortalecimento muscular
Componente Genético
Predisposição genética moderada

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor nas costas com claudicação neurogênica ao caminhar
Sintomas Frequentes
Dor lombar persistente
Parestesias
Fraqueza leve
Dificuldade para andar longas distâncias
Dores irradiadas
Rigidez matinal
Sinais de Alerta
  • Perda de controle urinário
  • Fraqueza súbita de membros
  • Dor de forte intensidade com febre
  • Dor progressiva com piora
Evolução Natural
Pode progredir sem tratamento, com piora lenta
Complicações Possíveis
Claudicação grave Déficit neurológico Incapacidade de marcha Dor refratária Instabilidade

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História compatível + exame neurológico; confirmação por imagem
Exames Laboratoriais
Hemograma Bioquímica Função renal Lipídios Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
RM espinhal TC espinhal Radiografia da coluna Mielografia se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Hérnia de disco
  • Espondilose cervical
  • Radiculopatia
  • Clausticação arterial
  • Fibromialgia
Tempo Médio para Diagnóstico
2-6 meses em média

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor com reabilitação, manejo de fatores de risco e educação
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia
2 Analgesia multimodal
3 Infiltrações espinhais
4 Cirurgia de descompressão
5 Exercícios terapêuticos
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Neurocirurgião Fisioterapeuta Especialista em dor Reumatologista
Tempo de Tratamento
Varia entre meses e anos
Acompanhamento
Consultas a cada 3-6 meses, avaliações funcionais

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia; melhora com tratamento adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Atividade física regular
  • Controle de peso
  • Boa adesão
  • Cirurgia bem indicada
Fatores de Mau Prognóstico
  • Obesidade severa
  • Hipertensão mal controlada
  • Idade avançada
  • Multimorbidade
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Peso saudável, atividade física, boa postura
Medidas Preventivas
Fortalecimento
Postura
Controle de peso
Não fumar
Evitar trauma
Rastreamento
Não indicado como generalidade

Dados no Brasil

não disponível
Internações/Ano
não estimado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em regiões com envelhecimento

Perguntas Frequentes

1 É possível evitar piora com exercícios?
Exercícios ajudam, aliados a manejo da dor e peso
2 Quando optar por cirurgia?
Indicações conservadoras falham ou há déficit neurológico
3 Daquele diagnóstico demora?
Pode levar meses; imagens ajudam a confirmar
4 É contagiosa?
Não é infecciosa; não transmite entre pessoas
5 Mudanças de estilo ajudam?
Sim, postura, atividade física e peso adequado ajudam

Mitos e Verdades

Mito

Dieta cura estenose

Verdade

Peso saudável e movimento aliviam sintomas

Mito

Qualquer dor indica estenose

Verdade

Dor varia com compressão e outras causas

Mito

Cirurgia resolve tudo

Verdade

Resultados dependem do quadro e riscos

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista ou neurocirurgião com dor persistente
Especialista Indicado
Ortopedista ou neurocirurgião
Quando Procurar Emergência
Fraqueza súbita, dor intensa com incontinência
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 CVV 188

CIDs Relacionados

M48.0 M47.81 M41.9 G99.2 M24.6

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.