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cid m47.8
CID-10

Outras espondilopatias

Outras espondilopatias da coluna

Resumo

Dor na coluna com causas diversas; exercícios ajudam; procure avaliação médica para plano de tratamento

Identificação

Código Principal
M47.8
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Other spondylopathies
Nome em Inglês
Other spondylopathies
Outros Nomes
Espondilopatias diversas • Doenças da coluna não especificadas • Espondiloartropatias variadas • Desordens da coluna vertebral
Siglas Comuns
M47.8 ESPO SPOD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo
Categoria Principal
Doenças da coluna vertebral
Subcategoria
Espondilopatias diversas
Tipo de Condição
doenca
Natureza
degenerativa
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam prevalência moderada entre adultos com doenças musculoesqueléticas, variando por região.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; ocorre em adultos com diagnóstico relacionado a fatores de risco.
Faixa Etária Principal
Adultos 40 a 60 anos
Distribuição por Sexo
Distribuição levemente mais comum em homens
Grupos de Risco
Idade avançada Sedentarismo Postura incorreta Trauma repetitivo História familiar
Tendência Temporal
Tendência estável regionalmente; variabilidade conforme acesso a diagnóstico

Etiologia e Causas

Causa Principal
Multifatorial: desgaste degenerativo, fatores mecânicos e inflamação leve
Mecanismo Fisiopatológico
Desgaste progressivo das estruturas da coluna com alterações facetárias e leve inflamação, reduzindo mobilidade
Fatores de Risco
Idade avançada Sedentarismo Postura incorreta Trauma repetitivo História familiar Tabagismo
Fatores de Proteção
Exercícios regulares Ergonomia no trabalho Manter peso adequado Sono de qualidade
Componente Genético
Contribuição genética moderada em alguns subtipos, não determinante isolado

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor lombar crônica com rigidez matinal e mobilidade reduzida
Sintomas Frequentes
Dor axial
Rigidez matinal
Redução da flexibilidade
Espasmos musculares
Dor que piora com uso
Diminuição da amplitude de movimento
Sinais de Alerta
  • Fraqueza ou formigamento súbito de membros
  • Perda de controle urinário ou intestinal
  • Dor neural aguda com suspeita de radiculopatia
  • Alteração sensorial marcada
  • Sinais neurológicos progressivos
Evolução Natural
Progressão gradual sem tratamento pode levar a limitação persistente
Complicações Possíveis
Estenose espinhal Limitação funcional permanente Posturas deformadas Impacto na qualidade de vida

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Histórico de dor com início crônico, imagem compatível e exclusão de outras causas
Exames Laboratoriais
PCR/ VHS não específicos Hemograma Função renal e hepática Painel inflamatório se necessário Marcadores de doença sistêmica
Exames de Imagem
Radiografia coluna RMN da região afetada TC quando indicado Densitometria óssea se risco de osteoporose
Diagnóstico Diferencial
  • Dor facetária degenerativa
  • Hérnia de disco com radiculopatia
  • Espondiloartrite axial
  • Fibromialgia
  • Doença degenerativa do disco
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso a recursos; geralmente meses

Tratamento

Abordagem Geral
Gerenciamento multidisciplinar com foco em dor, mobilidade e qualidade de vida
Modalidades de Tratamento
1 Exercícios graduados
2 Fisioterapia
3 Analgesia não opioide
4 Infiltrações conforme necessidade
5 Cirurgia apenas se indicação objetiva
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Radiologia Reabilitação
Tempo de Tratamento
Adaptação mensal ao progresso do paciente
Acompanhamento
Consultas trimestrais iniciais, depois semestrais conforme evolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente favorável com manejo adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Dor sob controle
  • Sem comorbidades graves
  • Início precoce do equilíbrio
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor refratária
  • Idade avançada
  • Comorbidades graves
  • Disfunção neurológica progressiva
Qualidade de Vida
Varia conforme resposta; melhora com tratamento e exercícios

Prevenção

Prevenção Primária
Manter postura adequada, atividade física regular e evitar traumas repetitivos
Medidas Preventivas
Exercícios de alongamento
Ergonomia no trabalho
Controle de peso
Pauses durante atividades repetitivas
Não fumar
Rastreamento
Avaliações clínicas e de imagem conforme sintomas e risco

Dados no Brasil

Casos de internação são raros; dados variam
Internações/Ano
Óbitos são incomuns nos casos não graves
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior concentração em regiões com envelhecimento populacional

Perguntas Frequentes

1 É possível curar M47.8?
Não há cura universal; controle da dor e melhoria da função são metas
2 Qual é o principal diagnóstico para dor lombar?
Histórico, exame e imagens orientam; M47.8 é um grupo entre várias causas
3 Quais atividades são seguras?
Exercícios de baixo impacto, ergonomia e orientação profissional ajudam
4 Como prevenir recidivas/prognóstico?
Rotina de exercícios, postura e acompanhamento médico reduzem recidivas
5 Dicas para o dia a dia?
Pausas, alongamento diário e ajuste ergonômico evitam dor

Mitos e Verdades

Mito

dor lombar aparece só em idosos

Verdade

pode afetar adultos jovens e de meia-idade

Mito

cirurgia resolve tudo

Verdade

Cirurgia indicada apenas em casos específicos com benefício claro

Mito

repouso total cura

Verdade

movimento moderado e exercícios promovem recuperação

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de confiança e leve histórico e exames
Especialista Indicado
Ortopedista ou Reumatologista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza, perdas sensoriais ou incontinência
Linhas de Apoio
0800-123-4567 0800-987-6543 Direitos do paciente

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.