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cid m43.1
CID-10

Deformidade da Coluna

corcunda

Resumo

Dor dorsal com deformidade; tratamento com fisioterapia e acompanhamento

Identificação

Código Principal
M43.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras deformidades dorsais da coluna (M43.1)
Nome em Inglês
Kyphosis of the spine
Outros Nomes
cifose • hipercifose • deformidade dorsal • curvatura dorsal anormal • dorso curvado
Siglas Comuns
M43.1

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças da Coluna Vertebral
Categoria Principal
Deformidades dorsais
Subcategoria
Kyphosis (M43.1)
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Baixa, depende de população estudada e uso de imagem
Prevalência no Brasil
Dados limitados no Brasil; variações regionais
Faixa Etária Principal
adultos jovens a adultos
Distribuição por Sexo
variável; alguns dados com mais mulheres
Grupos de Risco
Sedentarismo Obesidade Postura inadequada Trauma vertebral Doenças genéticas
Tendência Temporal
Diagnósticos precoces aumentam relatos; tendência estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desbalanço estrutural da coluna com base multifatorial
Mecanismo Fisiopatológico
Desalinhamento de vertebras com alterações de curvatura e estresse facetário
Fatores de Risco
Sedentarismo Obesidade Fraqueza muscular dorsal Trauma vertebral Doenças genéticas Idade avançada
Fatores de Proteção
Boa postura Exercícios de fortalecimento Atividade física regular Nutrição adequada
Componente Genético
Contribuição genética moderada em alguns casos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor dorsal com deformidade visível e rigidez
Sintomas Frequentes
Dor localizada
Rigidez matinal
Postura curvada
Fadiga dorsal
Limitação de movimentos
Dor ao esforço
Sinais de Alerta
  • Dor súbita com febre
  • Perda de sensibilidade
  • Fraqueza progressiva
  • Incapacidade de caminhar
  • Instabilidade da coluna
Evolução Natural
Sem tratamento, piora gradual; com reabilitação, estabilidade
Complicações Possíveis
Compressão neural Dor crônica Redução da mobilidade Alterações respiratórias em casos graves Instabilidade

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica aliada a imagem; confirmação radiológica
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Cálcio Vitamina D
Exames de Imagem
Radiografia coluna RM TC Densitometria
Diagnóstico Diferencial
  • Escoliose
  • Espondilite
  • Tumor vertebral
  • Infecção de coluna
  • Fratura vertebral
Tempo Médio para Diagnóstico
6 a 12 meses na média

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo multidisciplinar com foco em dor, função e qualidade de vida
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia
2 Manejo da dor
3 Correção postural
4 Cirurgia, quando indicada
5 Reabilitação
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Radiologia Anestesiologia
Tempo de Tratamento
Variável; meses a anos conforme gravidade
Acompanhamento
Consultas regulares com reavaliação e fisioterapia

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com gravidade; muitos casos estáveis com tratamento
Fatores de Bom Prognóstico
  • Início precoce
  • Gravidade leve
  • Boa adesão ao tratamento
  • Ausência de comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • Gravidade moderada a grave
  • Dor persistente
  • Instabilidade vertebral
  • Complicações respiratórias
Qualidade de Vida
Impacto moderado; melhora com apoio multidisciplinar

Prevenção

Prevenção Primária
Postura adequada, atividade física constante, evitar lesões
Medidas Preventivas
Exercícios de fortalecimento
Postura ergonômica
Evitar peso excessivo
Nutrição balanceada
Hidratação e alongamento
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Poucas internações por deformidades dorsais graves
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Relatos mais frequentes onde há diagnóstico por imagem

Perguntas Frequentes

1 Como M43.1 afeta a vida diária?
Dor, postura e mobilidade; melhora com exercícios
2 É hereditária?
Pode haver componente genética em alguns casos
3 O diagnóstico depende de imagem?
Imagens confirmam deformidade; avaliação clínica ajuda
4 Qual é o tratamento?
Multidisciplinar: fisioterapia, manejo da dor e cirurgia se necessário
5 Precisa de cirurgia sempre?
Não; muitos casos respondem bem à fisioterapia

Mitos e Verdades

Mito

mito: cifose é só estética

Verdade

verdade: pode haver dor e alterações respiratórias

Mito

mito: cirurgia é a única saída

Verdade

verdade: fisioterapia pode ser eficaz

Mito

mito: cifose afeta apenas idosos

Verdade

verdade: pode aparecer em jovens

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Unidade de saúde local, ortopedista ou fisiatra
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com déficit neurológico ou respiração comprometida
Linhas de Apoio
Tel 136 Centro de apoio 0000 Disque Saúde

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.