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cid m43
CID-10

Deformidades dorsais diversas

Deformidade dorsal da coluna

Resumo

Conjunto de deformidades da coluna dorsal com enfoque histórico.

Identificação

Código Principal
M43
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras dorsopatias deformantes
Nome em Inglês
Other Deforming Dorsopathies
Outros Nomes
Dorsopatia deformante • Dorsal deformidade • Dorsopatia não especificada • Condição espinodorsal • Deformação dorsal
Siglas Comuns
Dorsopatia ODs Dorsal Def.

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético e do tecido conjuntivo
Categoria Principal
Doenças do sistema musculoesquelético
Subcategoria
Deformidades dorsais
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; deformidades dorsais afetam adultos com variações regionais.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variações regionais.
Faixa Etária Principal
Adultos 30-60 anos
Distribuição por Sexo
Mais frequente em mulheres
Grupos de Risco
Desordens da coluna Idade avançada Postura inadequada Traumas repetidos Degeneração óssea
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento populacional e melhor detecção

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial com predisposição genética, fatores posturais e desgaste degenerativo.
Mecanismo Fisiopatológico
Deterioração de estruturas da coluna com remodelagem óssea, devido a estresse mecânico e inflamação crônica.
Fatores de Risco
Idade avançada Postura inadequada Lesões repetitivas Uso crônico de corticosteroides Densidade óssea baixa Predisposição genética
Fatores de Proteção
Exercício regular Postura ergonômica Nutrição adequada Controle de fatores metabólicos
Componente Genético
Contribui pela predisposição em algumas famílias; variação poligênica.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor crônica dorsal com deformidade visível
Sintomas Frequentes
Dor nas costas
Rigidez matinal
Redução da mobilidade
Deformidade visível
Dor que irradia
Dificuldade para atividades
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa
  • Fraqueza progressiva
  • Perda de continência
  • Febre com dor
  • Assimetria marcada
Evolução Natural
Desenvolve-se progressivamente sem tratamento, com piora de dor e função.
Complicações Possíveis
Espasmos crônicos Limitação funcional Comprometimento respiratório se cifose grave Dor refratária Alterações posturais persistentes

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame físico e imagem confirmam deformidade.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/Velocidade Calcio e fosfato Vitamina D Metabolismo ósseo
Exames de Imagem
Raio-X coluna RM coluna Tomografia Densitometria óssea
Diagnóstico Diferencial
  • Escoliose idiopática
  • Degeneração discal
  • Fraturas vertebrais
  • Artrite reumatoide
  • Espondilose
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; costuma levar meses até confirmação.

Tratamento

Abordagem Geral
Plano multidisciplinar com reabilitação, manejo da dor e correção deformante quando indicada.
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia
2 Analgesia
3 Cirurgia
4 Correção postural
5 Terapia ocupacional
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Radiologia Reumatologia
Tempo de Tratamento
Depende da gravidade; pode durar meses.
Acompanhamento
Consultas regulares, ajustes de tratamento e monitoramento.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Panorama depende do grau de deformidade e da resposta ao tratamento.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Correção eficaz pela cirurgia
  • Adesão à fisioterapia
  • Deformidade leve ao diagnóstico
  • Controle de fatores de risco
Fatores de Mau Prognóstico
  • Deformidade grave
  • Dor resistente
  • Comorbidades graves
  • Desalinhamento progressivo
Qualidade de Vida
Impacto moderado; dor, mobilidade e suporte social influenciam.

Prevenção

Prevenção Primária
Postura correta, exercícios regulares, evitar traumas e monitorar condições de coluna.
Medidas Preventivas
Ergonomia no trabalho
Exercícios de alongamento
Fortalecimento do core
Manter peso estável
Calçados adequados

Dados no Brasil

Números pouco precisos
Internações/Ano
Baixas taxas na maioria dos casos.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição ampla com cluster em grandes centros.

Perguntas Frequentes

1 Quais são sinais de alerta para procurar atendimento?
Dor intensa, febre com dor, fraqueza progressiva ou perda de controle exigem avaliação.
2 A deformidade pode ser tratada sem cirurgia?
Sim, manejo conservador pode melhorar dor e mobilidade.
3 Como é feito o diagnóstico?
História, exame e imagem ajudam a confirmar deformidade.
4 O que evitar no dia a dia?
Evitar esforços excessivos sem orientação médica.
5 Existe cura?
Nem sempre; objetivo é reduzir dor e melhorar qualidade de vida.

Mitos e Verdades

Mito

deformidade dorsal é sinal de envelhecimento inevitável.

Verdade

pode ocorrer em várias idades; tratamento adequado muda o curso.

Mito

exercícios são sempre perigosos.

Verdade

com orientação, fortalecem e protegem a coluna.

Mito

cirurgia sempre cura.

Verdade

melhora a função; nem sempre elimina deformidade.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: médico de família encaminha para ortopedia.
Especialista Indicado
Ortopedista ou Fisiatra.
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza, perda de continência ou febre requer atendimento imediato.
Linhas de Apoio
SUS Central 136 Centro de Apoio à Saúde Linha de Atenção ao Cidadão

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.