contato@nztbr.com
cid m238
CID-10

Outras desarranjos internos de articulações

Desarranjos articulares gerais

Resumo

Conjunto de condições que afetam articulações, com dor e limitação de movimento; diagnóstico por imagem.

Identificação

Código Principal
M238
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras desarranjos internos de articulações, não especificados pela CID
Nome em Inglês
Other internal derangements of joints
Outros Nomes
M23.8 • Desarranjo articular • Desarranjo interno da articulação • Condição articular não especificada • Derangements de junta
Siglas Comuns
M238 CID-10 OID

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Doenças das articulações
Subcategoria
Derangements articulares
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Varia por articulação e etiologia; não há cifra única.
Prevalência no Brasil
Pouca informação pública disponível.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Atletas Idosos Pessoas com histórico de trauma articular Obesidade Profissões com uso repetitivo
Tendência Temporal
Estável, com variações conforme subtipos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Degeneração articular ou lesão mecânica como base
Mecanismo Fisiopatológico
Desequilíbrio entre forças de carga, degeneração da cartilagem e inflamação, levando dor e limitação de movimento
Fatores de Risco
Idade avançada Trauma anterior Obesidade Atividade física de alto impacto Anomalias estruturais História familiar
Fatores de Proteção
Exercícios regulares de fortalecimento Manutenção de peso adequado Proteção articular em atividades Ajustes ergonômicos
Componente Genético
Predisposição genética pode influenciar certas articulações

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor articular com limitação de movimento
Sintomas Frequentes
Dor que piora com uso
Rigidez matinal curta
Inchaço leve
Crepitação ao mover a junta
Limitação de rotação ou flexão
Sensibilidade local
Sinais de Alerta
  • Dor súbita com deformidade
  • Febre alta
  • Piora súbita de mobilidade
  • Paralisia súbita de membros
  • Encaminhamento rápido se suspeita de infecção
Evolução Natural
Pode progredir com dor e rigidez se não tratada; melhora com manejo adequado
Complicações Possíveis
Rigidez persistente Deformidade articular Instabilidade Osteoartrite secundária Perda de função

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, imagens e exclusão de outras causas
Exames Laboratoriais
PCR/CRP Hemograma Velocidade de sedimentação Fator reumatoide Anticorpos antinucleares
Exames de Imagem
Raio-X articular RM ou TC Ultrassom Doppler quando necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Osteoartrite
  • Artrite séptica
  • Gota
  • Artrite reativa
  • Bursite aguda
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso a serviços; semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar com alívio da dor, preservação da função e reabilitação
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia
2 Medicações analgésicas/anti-inflamatórias
3 Injeções intra-articulares
4 Cirurgia apenas quando necessário
5 Educação e autocuidado
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Reumatologia Gestão da dor
Tempo de Tratamento
Duração depende da resposta; meses a anos
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses e reavaliações de imagem conforme necessidade

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente estável com manejo adequado; progressão reduzida com tratamento
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Diagnóstico precoce
  • Boa resposta a fisioterapia
  • Baixa gravidade
Fatores de Mau Prognóstico
  • Trauma repetido
  • Drenagem tardia
  • Obesidade
  • Gravidade alta
Qualidade de Vida
Impacto moderado na vida diária; reabilitação pode melhorar significativamente

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso estável, evitar traumas, fortalecer articulações
Medidas Preventivas
Exercícios regulares
Postura ergonômica
Proteção articular
Ajuste de atividade
Hidratação e nutrição
Rastreamento
Avaliação clínica quando surgem sinais; não há rastreamento universal

Dados no Brasil

Milhares de internações/ano variam
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Concentram-se em regiões com maior acesso

Perguntas Frequentes

1 A condição é grave?
Geralmente não é grave, porém requer avaliação para evitar progressão
2 Como é feito o diagnóstico?
História, exame, imagens e exames específicos quando necessários
3 É curável?
Alguns subtipos melhoram com tratamento; a maioria busca alívio
4 Precisa cirurgia?
Cirurgia apenas após falha de tratamento conservador
5 Como prevenir?
Mantener peso, evitar sobrecarga, exercícios e acompanhamento médico

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura; Verdade: manejo ativo é essencial

Verdade

treino, controle de dor e reabilitação são chave

Mito

exames de sangue diagnosticam tudo; Verdade: imagem é essencial

Verdade

diagnóstico envolve clínica e imagem, não apenas sangue

Mito

cirurgia é sempre necessária; Verdade: é apenas opção final

Verdade

muitas pessoas melhoram com terapias não cirúrgicas

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou ortopedista ao surgimento de dor persistente
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Sinais de urgência: dor súbita com deformidade ou febre
Linhas de Apoio
188 - Central de atendimento CAPS local SMS regional

CIDs Relacionados

M238 M23.8 M23.9 M23.0 M23.2

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.