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cid m23.9
CID-10

Desarranjo articular interno não específico

Desarranjo articular interno não especificado

Resumo

Desarranjo articular interno é dor/articulação com desgaste; diagnóstico por imagem ajuda orientar tratamento conservador.

Identificação

Código Principal
M23.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outros desarranjos internos de articulações, não especificados
Nome em Inglês
Unspecified internal derangement of joints
Outros Nomes
Desarranjo articular • Desarranjo intra-articular • Desalinhamento articular • Derrame articular não especificado • Desarranjo interno de articulação
Siglas Comuns
DAI DAI-Art DINT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético e do tecido conjuntivo
Categoria Principal
Desordens articulares
Subcategoria
Interno/Desarranjo intra-articular não especificado
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam prevalência moderada entre adultos; varia por articulação
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; similar à média global em adultos ativos
Faixa Etária Principal
Adultos 40-70 anos
Distribuição por Sexo
Leve predomínio feminino
Grupos de Risco
Adultos acima de 40 Traumas articulares Atividade de alto impacto Obesidade Alinhamento inadequado
Tendência Temporal
Estabilidade com prevenção eficaz e tratamento conservador; pode variar com estilo de vida

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desarranjo intra-articular por desgaste e uso repetitivo, com lesões prévias
Mecanismo Fisiopatológico
Desgaste articular com atrito excessivo, inflamação da membrana sinovial e degeneração da cartilagem
Fatores de Risco
Idade acima de 40 Obesidade Atividade de alto impacto Lesão prévia Fraqueza muscular Alinhamento desfavorável
Fatores de Proteção
Exercício regular Controle de peso Fortalecimento muscular Aquecimento adequado
Componente Genético
Contribuição genética moderada em alguns subtipos; não é fator único

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor articular com rigidez leve e crepitação ao movimento
Sintomas Frequentes
Dor localizada
Rigidez matinal breve
Inchaço discreto
Crepitações ao movimento
Limitação de flexão
Sensibilidade ao toque
Sinais de Alerta
  • dor súbita com febre
  • dor aumenta rápido com inchaço
  • perda de função súbita
  • sinais de infecção
  • febre associada
Evolução Natural
Sem tratamento, dor aumenta, rigidez e função são prejudicadas
Complicações Possíveis
osteoartrite subsequente perda de mobilidade deformidade leve dor crônica clínica inespecífica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com imagem que mostra desarranjo intra-articular
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Perfil metabólico Autoanticorpos se suspeito
Exames de Imagem
Radiografia RM Arthrographia Ultrassom
Diagnóstico Diferencial
  • Artrite séptica
  • Osteoartrite
  • Lesão meniscal
  • Bursite
  • Dor miofascial
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas, conforme acesso a imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, restauração de função, educação e atividades seguras
Modalidades de Tratamento
1 Conservador
2 Fisioterapia intensiva
3 Medicação analgésica
4 Infiltrações
5 Cirurgia reservada
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Reumatologia
Tempo de Tratamento
Varia de semanas a meses; avaliação a cada 4-8 semanas
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses; reavaliação de função

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva variável; controle com tratamento pode manter função e reduzir dor
Fatores de Bom Prognóstico
  • Dor controlada
  • Mobilidade preservada
  • Ausência de comorbidades
  • Engajamento no tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente
  • Limitacao funcional
  • Recaídas frequentes
  • Fatores biomecânicos não corrigidos
Qualidade de Vida
Impacto moderado, mas melhora com reabilitação e manejo

Prevenção

Prevenção Primária
Mantendo peso, aquecimentos, fortalecimentos e evitando lesões
Medidas Preventivas
Fortalecimento muscular
Ergonomia
Aquecimento antes de atividades
Calçados adequados
Postura correta
Rastreamento
Avaliação clínica e imagem quando dor persistente

Dados no Brasil

Baixas em geral; internações por complicações são raras
Internações/Ano
Óbitos são incomuns; não diretamente pela condição isolada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior detecção em áreas com acesso a imagem, variação regional

Perguntas Frequentes

1 Qual a principal causa deste desarranjo articular?
Desgaste, trauma anterior e desequilíbrios biomecânicos ajudam.
2 É possível tratar sem cirurgia?
Sim, com fisioterapia, controle de peso e manejo da dor.
3 Como é feito o diagnóstico?
Anamnese, exame físico e exames de imagem; às vezes fluido.
4 Quais sinais pedem urgência?
Dor súbita com febre, inchaço rápido, perda de função.
5 Como prevenir?
Manter peso, aquecer, fortalecer músculos e evitar sobrecarga.

Mitos e Verdades

Mito

Dor articular sempre indica cirurgia

Verdade

muitas situações melhoram com fisioterapia.

Mito

apenas idosos adoecem

Verdade

jovens ativos também podem ter desarranjo.

Mito

imagens normais excluem doença

Verdade

alterações podem exigir exame adequado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Consulte atenção primária ou ortopedista ao persistir dor articular
Especialista Indicado
Ortopedista ou Reumatologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se dor súbita com febre ou inchaço
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS 0800-011-2345 SAMU 192

CIDs Relacionados

M23.9 M25.50 M19.9 M17.9 M24.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.