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cid m190
CID-10

Osteoartrite degenerativa

artrose

Resumo

OA é desgaste articular com dor, rigidez e limitação; manejo envolve peso, exercícios e tratamento.

Identificação

Código Principal
M190
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Doença degenerativa articular
Nome em Inglês
Osteoarthritis
Outros Nomes
osteoartrite • artrose • degeneração articular • osteoartrose • doença articular degenerativa
Siglas Comuns
OA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular e tecido conjuntivo
Categoria Principal
Doenças articulares degenerativas
Subcategoria
Degeneração articular não localizada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam dezenas de milhões de casos; OA afeta especialmente idosos.
Prevalência no Brasil
Comum entre adultos mais velhos; variações regionais.
Faixa Etária Principal
60 anos ou mais
Distribuição por Sexo
Mulheres mais acometidas
Grupos de Risco
idosos obesidade trauma articular genética atividade física repetitiva
Tendência Temporal
Estável a levemente crescente com envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
degeneração da cartilagem articular associada a fatores mecânicos
Mecanismo Fisiopatológico
desgaste de cartilagem com osteófitos e alterações subcondrais, gerando dor e limitação
Fatores de Risco
idade avançada obesidade trauma prévio genética atividade física repetitiva alinhamento articular inadequado
Fatores de Proteção
peso saudável exercício regular fortalecimento muscular ao redor da articulação evitar lesões de repetição
Componente Genético
predisposição genética relevante em alguns indivíduos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dor articular persistente com rigidez matinal breve
Sintomas Frequentes
dor ao usar a articulação
rigidez matinal de minutos
crepitação articular
limitação de movimento
inchaço leve
Sinais de Alerta
  • febre com inchaço súbito
  • dor aguda após trauma
  • dor intensa com calor
  • incapacidade de apoiar o membro
  • inchado muito dolorido
Evolução Natural
progressão lenta sem tratamento, com dor crônica e perda gradual de função
Complicações Possíveis
deformidade articular permanente limitação funcional permanente dor crônica refratária instabilidade articular necessidade de cirurgia

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
dor articular crônica + radiografia com estreitamento de espaço e osteófitos
Exames Laboratoriais
PCR normal Fator reumatoide negativo Anticorpo anti-CCP negativo Hemograma normal VHS normal
Exames de Imagem
Radiografia com estreitamento do espaço articular Osteófitos marginais Alterações subcondrais RM opcional para edema ósseo
Diagnóstico Diferencial
  • artrite reumatoide
  • artrite psoriásica
  • gota
  • artrite séptica
  • espondiloartropatias
Tempo Médio para Diagnóstico
meses entre início de dor e confirmação radiográfica

Tratamento

Abordagem Geral
manejo multidisciplinar com foco em dor, função e educação
Modalidades de Tratamento
1 exercícios terapêuticos
2 fisioterapia
3 analgesia conforme necessidade
4 cirurgia em casos avançados
5 infiltrações intra-articulares com ácido hialurônico
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Ortopedista Fisioterapeuta Reumatologista Nutricionista
Tempo de Tratamento
variável conforme estágio e resposta
Acompanhamento
consultas regulares a cada 6-12 meses com reavaliação

Prognóstico

Prognóstico Geral
perspectiva estável com manejo adequado; dor controlada e função preservada
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesao ao tratamento
  • perda de peso bem-sucedida
  • acesso à reabilitação
  • bom suporte familiar
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor refratária
  • comorbidades relevantes
  • idade avançada
  • baixa adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
qualidade de vida pode melhorar com manejo adequado mantendo autonomia

Prevenção

Prevenção Primária
manter peso adequado, explorar atividade física segura e fortalecer articulações
Medidas Preventivas
controle de peso
exercícios regulares
evitar lesões
fortalecimento muscular
alimentação equilibrada
Rastreamento
null

Dados no Brasil

varia por região; não há cifra única
Internações/Ano
mortalidade relacionada a comorbidades
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
maior impacto em áreas com envelhecimento populacional

Perguntas Frequentes

1 É possível curar OA com tratamento atual?
Não há cura; controle da dor e função é objetivo principal.
2 Quais sinais exigem avaliação rápida?
Febre, inchaço súbito, dor forte, calor local, febre alta.
3 Como prevenir o pior da doença?
Peso saudável, exercícios, evitar lesões, adesão ao plano.
4 Cirurgia é a única saída?
Não; cirurgia é opção quando conservadores falham.
5 O que posso fazer no dia a dia?
Exercícios leves, descanso estratégico e adaptações no dia a dia.

Mitos e Verdades

Mito

OA acontece só em idosos.

Verdade

pode ocorrer precocemente com lesões ou genética.

Mito

repouso total cura OA.

Verdade

movimento e fisioterapia ajudam.

Mito

cirurgia resolve tudo.

Verdade

cirurgia ajuda, não cura a doença.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure atenção básica ou ortopedia para avaliação
Especialista Indicado
Ortopedista ou reumatologista
Quando Procurar Emergência
dor intensa com febre, joelho muito inchado ou incapacidade
Linhas de Apoio
0800-000-0001 0800-000-0002 0800-000-0003

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.