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cid m17
CID-10

Artrose do Joelho

Osteoartrite no joelho

Resumo

Resumo simples: desgaste da cartilagem no joelho gera dor e dificuldade; exercícios ajudam.

Identificação

Código Principal
M17
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Osteoarthritis, knee
Nome em Inglês
Knee Osteoarthritis
Outros Nomes
gonartrose • artrose do joelho • osteoartrite do joelho • OA joelho • osteoarthritis knee
Siglas Comuns
KOA OA OAjoelho

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Doenças osteoarticulares
Subcategoria
Osteoartrite do joelho
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: 0,5-1,0% da população adulta, maior com idade.
Prevalência no Brasil
Comum entre idosos; carga relevante na população.
Faixa Etária Principal
60 anos ou mais
Distribuição por Sexo
Mais frequente em mulheres
Grupos de Risco
envelhecimento obesidade trauma articular genética atividade de alto impacto
Tendência Temporal
Crescimento com envelhecimento populacional; manejo estável.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desgaste articular gradual com fatores mecânicos.
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração da cartilagem com remodelação óssea e inflamação leve.
Fatores de Risco
envelhecimento obesidade trauma articular genética atividade de alto impacto sedentarismo
Fatores de Proteção
controle de peso atividade física regular fortalecimento muscular calçados adequados
Componente Genético
História familiar aumenta risco moderadamente.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no joelho ao usar o membro, com rigidez rápida.
Sintomas Frequentes
dor ao caminhar
rigidez matinal curta
crepita
inchaço leve
dificuldade em subir degraus
redução da amplitude
Sinais de Alerta
  • dor súbita com calor
  • inchaço intenso
  • fraqueza súbita
  • perda de mobilidade
  • deformidade
Evolução Natural
Progresso lento sem tratamento, com piora ao longo dos anos.
Complicações Possíveis
dor crônica limitação funcional deformidades cirurgia futura queda de qualidade de vida

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de dor e raio X típico com sinais degenerativos.
Exames Laboratoriais
hemograma PCR RF negativo anti-CCP negativo proteína de fase aguda normal
Exames de Imagem
Radiografia com perda de espaço articular RM pode confirmar cartilagem ultrassom opcional para sinovite
Diagnóstico Diferencial
  • artrite reumatoide
  • gota
  • artrite séptica
  • lesao meniscal
  • lesoes ligamentares
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia entre pacientes, geralmente meses.

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, preservação da função, educação sobre movimento e peso.
Modalidades de Tratamento
1 fisioterapia
2 controle de peso
3 analgesia e anti-inflamatórios
4 infiltrações se indicado
5 cirurgia quando necessário
Especialidades Envolvidas
ortopedista fisioterapeuta nutricionista reumatologista educador físico
Tempo de Tratamento
Variável; ajusta-se à resposta.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 6-12 meses ou conforme evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente estável com manejo; desgaste pode progredir.
Fatores de Bom Prognóstico
  • peso adequado
  • exercício regular
  • fortalecimento muscular
  • bom controle da dor
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor grave persistente
  • limitação funcional
  • comorbidades
  • progressão rápida
Qualidade de Vida
Pode variar; manejo adequado melhora bem-estar

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável e atividade física regular
Medidas Preventivas
controle de peso
exercícios de fortalecimento
calçados adequados
evitar impactos
rotina de alongamento
Rastreamento
Imagem conforme sintomas

Dados no Brasil

Internações são moderadas; cirurgia de joelho é mais comum.
Internações/Ano
Óbitos relacionados são baixos, influenciados por comorbidades.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais comum em regiões com população idosa crescente.

Perguntas Frequentes

1 Posso fazer exercícios com OA no joelho?
Sim; treino adequado fortalece músculos e reduz dor.
2 As infiltrações aliviam a dor?
Podem ajudar, mas não substituem exercícios e peso.
3 A cirurgia resolve tudo?
Cirurgia auxilia; não reverte todos os danos nem cura a doença.
4 Quem tem maior risco de OA no joelho?
Idade, obesidade, lesões prévias elevam o risco.
5 Preciso evitar atividades físicas?
Não; atividades de baixo impacto ajudam a manter mobilidade.

Mitos e Verdades

Mito

OA piora sempre com o tempo.

Verdade

manejo adequado retarda a progressão e melhora a função.

Mito

cirurgia é curativa.

Verdade

cirurgia melhora, não cura a doença inteira.

Mito

joelhos não se fortalecem com exercício.

Verdade

treino adequado fortalece músculos e reduz dor.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro contato com clínico geral ou ortopedista
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com inchaço, deformidade ou febre requer avaliação
Linhas de Apoio
136 (SUS) 0800-123-4567 DisqueSaude

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.