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cid m169
CID-10

Osteoartrite do quadril não especificada

Artrose do quadril

Resumo

OA do quadril é degeneração da articulacao da anca que causa dor e rigidez

Identificação

Código Principal
M16.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Osteoartrite da anca, não especificada pela OMS
Nome em Inglês
Hip Osteoarthritis
Outros Nomes
Osteoartrite da anca • Artrose de quadril • Osteoartrose hip • Artrite degenerativa da anca • Osteoartrite coxofemoral
Siglas Comuns
OAQ OAQD OA Quadril

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho locomotor
Categoria Principal
Doenças do sistema osteomuscular
Subcategoria
Artropatia degenerativa do quadril
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam alta prevalência em idosos
Prevalência no Brasil
Alta entre idosos, com variação por idade e obesidade
Faixa Etária Principal
Maioria acima de 60 anos
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em mulheres
Grupos de Risco
Idosos Obesidade Trauma articular Fatores genéticos Atividade repetitiva
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Degeneração progressiva da cartilagem articular
Mecanismo Fisiopatológico
Desgaste progressivo da cartilagem, alterações ósseas femorais, dor e limitação de movimento
Fatores de Risco
Idade avançada Obesidade Historia familiar Lesões anteriores Sedentarismo
Fatores de Proteção
Peso adequado Exercícios de baixo impacto Dieta balanceada Calçados adequados
Componente Genético
Contribuição genética moderada; familiares com OA aumentam risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no quadril, rigidez matinal curta e perda de movimento
Sintomas Frequentes
Dor ao caminhar
Rigidez matinal breve
Diminuição da amplitude de movimento
Dor irradiada ao joelho
Crepitação articular
Limitação de atividades
Sinais de Alerta
  • Dor aguda intensa
  • Edema inflamatorio
  • Mobilidade gravemente reduzida
  • Sinais de infecção se presentes
  • Dor súbita com deformidade
Evolução Natural
Sem tratamento, dor progresiva e mobilidade cai
Complicações Possíveis
Dor crônica Limitacao funcional Quedas frequentes Dificuldade para caminhar Perda de independência

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor persistente, sinais de desgaste e radiografia compatível
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/VHS Perfil metabólico Teste de inflamação Análise de secreção se suspeita
Exames de Imagem
Radiografia de quadril AP RM ou TC conforme necessidade Ultrassom articular
Diagnóstico Diferencial
  • Artrite reumatóide
  • Artrite séptica
  • Osteonecrose da cabeça femoral
  • Gota/artropatias uráticas
  • Tendinopatia
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de meses a anos dependendo de acesso

Tratamento

Abordagem Geral
Conjunto de medidas para reduzir dor, manter função e preservar articulação
Modalidades de Tratamento
1 Exercícios terapêuticos
2 Fisioterapia
3 Infiltrações
4 Terapia farmacológica não invasiva
5 Cirurgia quando indicado
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Reabilitação Medicina da dor
Tempo de Tratamento
Duração depende do grau; controle de dor em meses
Acompanhamento
Consultas periódicas a cada 3-6 meses para monitorar dor, mobilidade e efeitos

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente estável com manejo adequado e adaptação
Fatores de Bom Prognóstico
  • Controle de peso
  • Iniciar fisioterapia cedo
  • Adesão ao plano
  • Cirurgia conservadora bem indicada
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente
  • Mobilidade muito reduzida
  • Obesidade grave
  • Comorbidades complexas
Qualidade de Vida
Variável, melhora com tratamento adequado e exercícios

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável, evitar sobrecarga e zerar trauma agudo
Medidas Preventivas
Controle de peso
Exercícios regulares
Postura correta
Calçados adequados
Proteção articular em atividades
Rastreamento
Avaliação clínica quando surgem sintomas; não existe rastreio específico

Dados no Brasil

Estimativa moderada; variam por região
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta; OA não é causa primária
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em regiões com população mais velha

Perguntas Frequentes

1 OA do quadril pode ser prevenida?
Manter peso estável, exercícios regulares e boa postura ajudam
2 Exercícios fortes pioram OA?
Exercícios adequados fortalecem sem agravar a doença
3 Como confirmar diagnóstico?
História, exame e imagem essenciais; exames ajudam excluir outras causas
4 Quais são as opções de tratamento?
Conservadoras com fisioterapia e analgésicos; cirurgia em casos graves
5 Qualidade de vida com OA melhora?
Pode melhorar com tratamento adequado e adesão a exercícios

Mitos e Verdades

Mito

OA é só de idosos

Verdade

pode ocorrer em adultos mais jovens com predisposição

Mito

repouso absoluto cura OA

Verdade

atividade moderada ajuda, repouso excessivo não resolve

Mito

cirurgia é a primeira opção

Verdade

cirurgia é recurso quando conservador falha

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista ou fisioterapeuta com dor articular persistente
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor aguda, deformidade, febre ou incapacidade de movimentar
Linhas de Apoio
SUS 136 DisqueSaúde Central de atendimento médico

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.