contato@nztbr.com
cid m 796
CID-10

Dor em membro não especificada

Dor em membro não especificado

Resumo

Dor no membro sem localização definida; várias causas; avaliação médica ajuda a identificar tratamento.

Identificação

Código Principal
M79.6
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor em membro não especificada (CID M79.6) segundo OMS
Nome em Inglês
Pain in Unspecified Limb
Outros Nomes
Dor em membro não especificada • Dor em membro sem localização • Dor em membro não definido • Dor de membro inespecífica • Dor articular/músculo-esquelética inespecífica
Siglas Comuns
M79.6 CID-10 Dor Membro

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Dor musculoesquelética
Subcategoria
Dor em membros não especificada
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
outra
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência mundial moderada a alta entre adultos, depende da etiologia
Prevalência no Brasil
Dados do Brasil variam por população; estudos locais relatam incidência relevante
Faixa Etária Principal
Adultos de meia idade a idosos
Distribuição por Sexo
Distribuição semelhante entre homens e mulheres; leve predomínio feminino
Grupos de Risco
Idosos Atletas com trauma Pessoas com doenças musculoesqueléticas Sedentarismo Diabetes
Tendência Temporal
Tendência estável, variações regionais, sem forte crescimento

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causa principal: dor musculoesquelética inespecífica
Mecanismo Fisiopatológico
Mecanismo envolve nocicepção, inflamação e sensitização neural na região afetada
Fatores de Risco
Idade avançada Trauma prévio Sedentarismo Obesidade Doenças inflamatórias
Fatores de Proteção
Exercício regular Postura adequada Alongamento diário Controle de peso
Componente Genético
Influência genética limitada; geralmente multifatorial

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no membro, variável com movimento
Sintomas Frequentes
Dor ao movimento
Rigidez matinal curta
Edema leve
Sensação de peso
Diminuição da amplitude
Dormência ocasional
Sinais de Alerta
  • Dor súbita forte sem causa
  • Deformidade visível
  • Perda de pulso distal
  • Febre alta com piora rápida
  • Fraqueza súbita marcada
Evolução Natural
Evolução pode variar; dor persiste com manejo inadequado
Complicações Possíveis
Dor crônica Redução de mobilidade Limitação funcional Uso prolongado de analgésicos Dependência de cuidados

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica detalhada; exclusão de causas graves; exames conforme necessidade
Exames Laboratoriais
Hemograma completo PCR/VHS Química básica CK LDH
Exames de Imagem
Radiografia simples Ultrassom musculoesquelético Ressonância magnética Tomografia computadorizada
Diagnóstico Diferencial
  • Artrite
  • Fibromialgia
  • Dor radicular
  • Lesão muscular
  • Dor neuropática
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente dias a semanas com avaliação clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar com alívio da dor, função preservada e reabilitação
Modalidades de Tratamento
1 Terapias físicas
2 Medicamentos analgésicos
3 Fisioterapia
4 Educação do paciente
5 Gestão da dor baseada em evidências
Especialidades Envolvidas
Clínico Geral Fisioterapeuta Fisiatra Ortopedista Neurologista
Tempo de Tratamento
Duração depende da etiologia; semanas a meses
Acompanhamento
Consultas regulares; ajuste conforme resposta e tolerância

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com manejo adequado; pode ser crônico se etiologia persistir
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta rápida ao tratamento
  • Mobilidade preservada
  • Baixa dor basal
  • Engajamento com reabilitação
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente
  • Limitacao funcional grave
  • Presença de comorbidades
  • Dor neuropática resistente
Qualidade de Vida
Impacto moderado na vida diária, com variações pela dor e pela função

Prevenção

Prevenção Primária
Manter postura, aquecimento, evitar traumas repetitivos
Medidas Preventivas
Postura ergonômica
Calçados adequados
Alongamento diário
Exercício regular
Pausas em atividades repetitivas
Rastreamento
Não há rastreamento específico; atenção a sinais de causas graves

Dados no Brasil

Poucas internações específicas; casos graves podem ocorrer.
Internações/Ano
Baixa mortalidade atribuída a esta condição.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais relatos em áreas urbanas com maior acesso a diagnóstico e tratamento

Perguntas Frequentes

1 Como é possível identificar a causa da dor no membro?
Avaliação clínica detalhada e exames ajudam a diagnosticar causas.
2 Qual o tempo esperado para melhora com tratamento conservador?
Varia; semanas a meses conforme etiologia e adesão ao plano.
3 É possível evitar dor crônica?
Manter exercícios, postura e manejo adequado ajuda a reduzir risco.
4 A dor pode reaparecer depois de tratar?
Sim, se origem não for tratada; acompanhamento reduz recidiva.
5 Quais medidas simples ajudam no dia a dia?
Movimento suave, pausas, hidratação e alongamento diário.

Mitos e Verdades

Mito

dor no membro sempre indica lesão grave

Verdade

há várias causas; diagnóstico orienta tratamento

Mito

repouso total cura

Verdade

atividade moderada costuma melhorar a dor

Mito

dor é sinal de fraqueza

Verdade

dor é sinal do corpo, exige avaliação cuidadosa

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Converse com médico de clínica geral; procure fisioterapeuta se houver dor muscular
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisioterapeuta, conforme sintoma
Quando Procurar Emergência
Dor súbita forte com deformidade, sinais de infecção grave ou trauma; procure atendimento
Linhas de Apoio
SUS Telefone 136 Central de Apoio à Saúde SAMU 192

CIDs Relacionados

M79.0 M79.1 M79.2 M79.7 M25.5

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.