contato@nztbr.com
cid m 79
CID-10

Outras doenças do tecido mole

Doenças não especificadas do tecido mole

Resumo

Distúrbios do tecido mole com dor; melhora com fisioterapia e ergonomia

Identificação

Código Principal
M79
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras doenças do tecido mole, não especificadas pela OMS
Nome em Inglês
Other soft tissue disorders
Outros Nomes
Distúrbios do tecido mole • Doença do tecido mole inespecífica • Condições do tecido mole diversas • Dor e inflamações do tecido mole • Distúrbios musculares não especificados
Siglas Comuns
DTM TME MTM

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho musculoesquelético, tecido mole
Categoria Principal
Doenças do tecido mole
Subcategoria
Distúrbios inespecíficos do tecido mole
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; ocorrem em várias populações com baixa prevalência relativa.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; não há estimativas precisas atuais.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a idosos
Distribuição por Sexo
Disribuição semelhante entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Adultos com doenças musculoesqueléticas Pacientes com trauma crônico Atletas de alto impacto Idosos Imobilização prolongada
Tendência Temporal
Estável, com variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fatores multifatoriais: trauma repetitivo, inflamação, uso inadequado do tecido mole
Mecanismo Fisiopatológico
Dano tecidual ou inflamação persistente levando a dor, limitação de movimento e alterações periféricas
Fatores de Risco
Idade avançada Atividade física intensa Imobilização prolongada Enfraquecimento muscular Condições inflamatórias Doenças metabólicas
Fatores de Proteção
Exercício regular Alongamento Boa ergonomia Reabilitação precoce
Componente Genético
Pode haver predisposição genética em alguns subtipos, resposta inflamatória variável

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor localizada ou difusa no tecido mole, pior com movimento
Sintomas Frequentes
Dor ao toque
Rigidez matinal curta
Inchaço leve
Sensibilidade localizada
limitação de movimento
parestesias ocasionais
Sinais de Alerta
  • Febre alta repentina
  • Dor intensa com deformidade
  • Fraqueza muscular progressiva
  • Edema grave persistente
  • perda de sensibilidade
Evolução Natural
Pode progredir sem tratamento; dor tende a piorar e limitar atividades
Complicações Possíveis
Dor crônica Limitação funcional Fibrose local Qualidade de vida reduzida recidiva

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com histórico de dor, exame de toque, exclusão de lesões ósseas e resposta a tratamentos
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS CK em alguns casos Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
Ultrassom de tecidos moles RM de tecidos moles US Doppler para edema Raio-X para excluir osso
Diagnóstico Diferencial
  • Fibromialgia
  • Artrite inflamatória
  • Neuropatia
  • Tendinopatia
  • Síndrome de compressão
Tempo Médio para Diagnóstico
Sem tratamento, semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio de dor, restauração de função e redução de inflamação com medidas físicas
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia
2 Medicamentos analgésicos/anti-inflamatórios
3 Terapias físicas
4 Ondas de choque
5 Infiltrações quando indicado
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Reumatologia Neurologia
Tempo de Tratamento
Varia conforme resposta; semanas a meses
Acompanhamento
Retornos a cada 4-6 semanas até evolução estável

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente favorável com manejo adequado; dor pode persistir em alguns casos crônicos
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa resposta à fisioterapia
  • Lesões leves
  • Adesão ao tratamento
  • Ausência de comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente
  • Lesões graves
  • Atraso no tratamento
  • Comorbidades relevantes
Qualidade de Vida
Pode reduzir qualidade de vida temporariamente; melhoria com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Manter ergonomia, alongamento e pausas ativas; evitar trauma repetitivo
Medidas Preventivas
Exercícios de alongamento
Ergonomia ocupacional
Fortalecimento muscular
Pausas durante atividades
Boa nutrição e hidratação
Rastreamento
Avaliação clínica quando surgirem sintomas; não há rastreamento específico

Dados no Brasil

Baixas internações anuais
Internações/Ano
Óbitos incomuns, variam por condição associada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Varia conforme ocupação e demanda regional

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais mais comuns?
Dor local, sensibilidade, piora com movimento, sensação de rigidez.
2 É necessário exame de imagem?
Somente se houver suspeita de alterações estruturais; caso contrário, clínica basta.
3 Como é feito o diagnóstico definitivo?
História, exame físico e exclusão de outras causas, com exames se preciso.
4 Posso prevenir com exercícios?
Sim; alongamento, fortalecimento e ergonomia reduzem risco de agravamento.
5 Qual o tempo de tratamento?
Depende da gravidade; muitos casos melhoram em semanas com fisioterapia.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura rapidamente

Verdade

movimento controlado costuma acelerar recuperação

Mito

doença grave igual para todos

Verdade

há variação individual na gravidade e resposta

Mito

apenas cirurgia resolve

Verdade

muitos casos beneficiam-se de abordagem conservadora

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou ortopedista; início com avaliação clínica
Especialista Indicado
Ortopedista ou reumatologista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza ou edema grave: procure pronto atendimento
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 Centro de Valorização da Vida 188

CIDs Relacionados

M79.0 M79.1 M79.2 M79.3 M79.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.